MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

 Lage: “A Revolução tem hoje mais força que antes

MCR [14.04.2008 12:46]


O vice-presidente cubano Carlos Lage asseverou na véspera que a Revolução tem hoje mais força que antes para responder às perguntas e solucionar os problemas.

Na sessão plenária do 7º Congresso da União dos Escritores e Artistas de Cuba, que termina hoje, 4 de abril, Lage expressou suas impressões sobre este fórum, cujos debates e documentos foram qualificados de profundamente revolucionários e, por conseguinte, críticos. Precisou que  ele se afastava do pesimismo de poucos — dois ou três, por sorte —, identificava-se com o otimismo de muitos — a imensa maioria —, e compreendia a impaciência de todos,  porque é a sua.

Lage mostrou preocupação por aqueles que pensam que baixos preços e renda alta são frutos de decisões burocráticas e não daquilo que é possível.

“Nada pode ser criticado com a crueza necessária se esquecemos nosso passado recente, donde viemos e, nalguma medida, ainda estamos, de um período histórico de quase duas décadas em que nos propusemos manter um ideal de justiça que quase era impossível sustentar e conseguimos isso para surpresa de todos e de nós mesmos e porque temos Fidel”, sublinhou.

Explicou que dessa etapa tão difícil foram herdadas a dupla moral, as proibições, uma infra-estrutura deteriorada e uma imprensa que não reflete todos os problemas.

“São feridas de uma guerra, mas de uma guerra que ganhamos”, reiterou.

LAZO REITERA CONFIANÇA EM ESCRITORES E ARTISTAS CUBANOS

Por sua parte, o vice-presidente Esteban Lazo Hernández, expressou sua confiança em que sempre se poderá contar com a colaboração dos escritores e artistas para acometer as tarefas da Revolução.

Ao intervir na terceira jornada do 7º Congresso da Uneac, que se estendeu até a madrugada, felicitou os delegados pela força das exposições em favor de uma sociedade melhor.

Assegurou que eles sempre poderão contar com o apoio do Partido e do governo para a solução de todos os problemas expostos pelas comissões.

Ressaltou a importância da crítica justa e comprometida para avançar na construção da sociedade cubana, “mas não da crítica pela crítica que nada resolve”, apontou.

Expressou que para realizar as tarefas, precisa-se dos escritores e dos artistas, como sempre o fizeram para continuar salvando a Revolução, o Socialismo e mudar tudo o que tem que ser mudado.