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MCR
[06.04.2008
12:55 PM]
A língua é entre tanto outros um veículo que serve para
propagar, comunicar o conhecimento, transmitir regras e
princípios, é como um tubo que faz passar um líquido de um
recipiente à outro ou à vários outro. A língua pelo menos
também é considerada por certos como um meio de opressão e
de exclusão, neste sentido lá, é um estereótipo que retorna
à história certamente, a da colonização povos onde o colono
via o autóctone como um selvagem que era necessário modelar
e qualquer que possuia como elementos culturais devia ser
rejeitado dado que era grotesque aos seus olhos.
Era necessário para empregar uma palavra muito moderna, o
"reformator" de acordo com o molde do colono. A língua está
como uma fortuna que o indivíduo começa amasser desde a sua
idade infãncia. As investigações mesmas mostraram que, a
partir da idade de 3 ou 4 meses, o f?tus gira a cabeça para
a fonte do barulho.
À trinta e duas semanas, responde já à chamada do seu nome,
à trinta e seis semanas, ele imita os sons produzidos pela
sua mãe. Aí está porque a partir da idade de novo à doze
meses, pode já compreender o sentido de várias palavras.
Encontra-se muito frequentemente nos países antigamente
colonizado uma situação conflituosa entre os elementos
culturais do autóctone, adquiridos e comunicados por e
gerações e os do colono opressivo vindo "trazer a
civilização".
Por outro lado, muito o pequeno frequentador assíduo a
comunicar a partir do ventre da sua mãe a comunicar em certa
linguagem, será também recuperar pelo mesmo conflito quando
dever frequentar a escola quando a língua que será utilizada
à sua formação fez-lhe -or totalmente estrangeira. É por
conseguinte toda a problemática de tal ensino, quando todo o
apoio e materiais utilizados são estrangeiros ao ambiente da
criança. O ensino então não será mais um meio para atingir
seu cheio emancipação mas tornar-se-á um elemento que faça
nascer um conflito entre ele mesmo e os valores que são
suposto formar a sua personalidade.
Esta problemática foi objecto questionnement desde muito
muito tempo e alimenta ainda os debates. Enquanto que o
mundo continua a sua evolução até etapa à actual da
revolução tecnológica, populações inteiras e grupos de
indivíduos através de todo o planeta permanecem ainda à fase
do analfabetismo e a ignorância.
A Organização das nações unidas, particularmente referida
pelas perguntas de educação dos povos do planeta,
interessou-se e interessa-se sempre de maneira muito
especial à pergunta e choca-se também contra a mesma
problemática. A grande questão que coloca-se -se: "em qual
língua dispensar o ensino para chegar à excelentes
resultados". Um estudo intitulado: "O emprego das línguas
vernaculares no ensino, sob titulado:" "monografias sobre a
Educação básica", terminada de imprimir em 1953, faz a mesma
pergunta. Em já 1953, a Organização das Nações Unidas para a
Educação a Ciência e a Cultura, (UNESCO) fazia face à este
dilema (ver prefácio do estudo citado mais elevado).
"Estamos na presença de dois factos:" _ saber que mais
metade população mundial ser analphabète e que um grande
número criança idade escolar não ir não escola onde receber
um ensino um língua que não ser não o deles ". Por
conseguinte compreenderam a importância da língua materna no
ensino e através de consequências os aspectos negativos de
um ensino dispensado por um veículo qualquer outro que a
língua vernacular.
Pode em tal contexto falar de formação da criança quando é
totalmente indiferente à língua do seu ensino, ou não se é
mais precisamente em presença de uma forma de desnaturação.
Desde 1953, tinham chegado à conclusão único; "Vernacular é
o meio essencial do ensino." Pode-se admitir que melhor
veículo do ensino é a língua materna "." A observação da
UNESCO tinha visado países como o México, Haiti, Jamaïque, a
Indonésia. Em 2004 ao México, a taxa de alfabetização era de
92,2% da população total enquanto que o dos jovens de 15-24
anos de 96%. notam que há vários programas de educação
bilingues desde os anos 1960 para a comunidade indígena e
que é reforma-o constitucional do fim dos anos 1990 que
permite verdadeiramente o seu desenvolvimento com manuais
escolares escritos numa dúzia de línguas indígenas. Hoje a
grande maioria dos indígenas são bilingue.
Em Haiti, de acordo com os números do Instituto Haitiano de
Estatísticas e de Informática, (www.IHSI.com), 54.1% da
população de 15 anos e mais declaram saber ler e escrever,
todas as línguas confundidas. Na Indonésia ou fala-se cerca
de 400 línguas, é em 1945 que o Bahasa Indonésia foi
declarado língua do Estado pela constituição e estado desde
o único meio de instrução excluído nas três primeiras
classes da escola elementar de nove regiões ou as línguas
vernaculares podem ser utilizadas para marcar a transição. A
pergunta é de importância e perante o subdesenvolvimento ao
qual são em presa certos países do planeta à este início do
terceiro milénio, interroga-se -se se este
factor
não é a causa essencial da deficiência do ensino em certos
países e se não se dever activar-se para alterar o
tratamento.
A nossa interrogação com a nossa
audiência vai
levar sobre esta mesma problemática.
ECHO de Haiti convida-os a captar o
seu programa, este sábado noite 29 de Março de 2008 como
accoutumée às 8 horas da noite, hora de Nova Iorque, sobre a
frequência do WUNR 1600 DE MANHÃ se está no Estado do
Massachusetts ou visitando o sítio Web seguinte:
www.labonitafm.com se está noutro lugar em algum lugar sobre
o planeta. Estamos abertos aos apoios e sugestões: ouvem,
escrevem ao endereço postal seguinte: ECHO de Haiti P.o. Box
1305 Randolph meu. 02368, ou ao nosso endereço electrónico
echodhaiti1@yahoo.com.
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