MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                
KADHAFI E A "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL ": UMA ALTERNATIVA PARA O DIÁLOGO DOS POVOS
 

 

Intervenção de Luc MICHEL sobre a Revolução líbia, à ocasião do 3e Universidade de verão dos movimentos alternativos que teve lugar ao Roche-en-Ardennes (Bélgica) do 5 ao 8 de Julho de 2002.
KADHAFI E A "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL ": 
UMA ALTERNATIVA PARA O DIÁLOGO DOS POVOS
A noite do 31 de Agosto de 1969, quase sem efusão de sangue, um pequeno grupo de oficiais tinha êxito a pôr à partes inferiores o regime plutocrático e filosofiaamericano do velho rei Idriss SENOUSSI, então partido fazer a sua cura anual na Turquia. Conjurés estão ao número de 12. Apresentam-se como os membros de um "Conselho de Comando da Revolução" (CCR). À cabeça do CCR, um jovem capitão de 27 anos (será promovido atrasado coronel alguns dias), Moammar Kadhafi. Do CCR devia estruturar-se uma experiência política de democracia directa: "a Terceira Teoria Universal ".
O REVOLUTION LÍBIO POPULAR E SOCIALISTA
Inspirada à vez docArabisme herdada de NASSER, um Islão reformista, antiintégriste, e de um socialismo popular, a "Terceira Teoria Universal ", procedente do "LIVRO VERDE " de Kadhafi, é uma formidável síntese de Nacionalismo-revolucionário e do Socialismo auto-gestionnaire.
Sob o impulso do Jamahiriya, a Era das massas, a Líbia tornava-se uma Grande Nação árabe ao serviço do povo. Organizada em "Comités populares" e "congressos populares de base", a democracia directa é à ordem da política líbia. Da espécie, a Líbia demonstra face imposture ocidental e impérialisme americano que a verdadeira democracia não é lá onde "" quereria-se deixá-lo crer, que parlementarisme dos governos capitalistas é fumisterie anti-démocratique. Além disso, a Líbia e o seu "Congresso Geral do Povo" estão à vanguarda do progresso social numa região onde as multinacionais e os trusts capitalistas enriquecem pétromonarchies e regimes inféodés nos EUA e anti-démocratiques.
A Líbia é um exemplo não somente para o conjunto dos povos árabes e africanos, mas também uma alternativa para todos os povos em luta e verdadeiros os democratas.
KADHAFI elaborava assim o balanço dos trinta anos da Revolução líbia: "Creio que pudemos estabelecer uma base para um novo mundo, para a emergência de um novo universo." Sou persuadida que o Livro Verde vai influenciar o mundo ao futuro... Contribuímos igualmente para o direito da liberação internacional, mais particularmente no plano africano. Os governos actuais da África eram à época dos movimentos de liberação, que eram instalados na Líbia ou que saíam.
O REVE da UNIDADE PANOCÁrabe
Após NASSER, o Kadhafi das primeiras décadas da Revolução do Fateh não tem cessação de instaurar e estruturar uma Grande Nação Árabe Unida. Mas após o início dos Anos 90, na frente das enormes dificuldades do projecto Árabe, a Unidade africana tornar-se-á o novo estaleiro do Jamahiriya. E o sucesso será lá torna.
É necessário precisar que à conclusão cada um dos tratados de União propostos pela Líbia, impérialisme yankee exerceu pressões financeiras e políticas sobre os países contactados. Uma demonstração directa da ideia política da  "liberdade dos povos" de acordo com o "PAX AMERICANA", primeira ditadura ao mundo.
KADHAFI, O LEADER PAN-AFRICAIN
Do 15 ao 17 de Agosto de 1997 celebrava-se em Trípoli um encontro capital para a unidade Africana por iniciativa de Moammar KADHAFI. Vários chefes de Estados Africanos eram convidados a participar a estes dias históricos; o seu papel de comprometer um diálogo construtivo e progressista, em vista de uma unidade de acção económica e política que pode fazer face à hegemonia impérialisme e o néocolonialisme... eram por conseguinte presentes Blaise COMPAORE (presidente Burkinabé), o Chadiano Idriss DEBY, o Nigeriano Ibrahim Baré MAINASSARA (representante de Presidente Sani ABACHA) e o Maliano Alfa Oumar KONARE.
Falou-se na hora desta a reunião, de uma importância político-económica e geopolítica capital, de demonstrar que a unidade era necessária na África para fazer bloco face às pistas néocolonialistas.
Vinculando as suas novas orientações panafricaines ao seu combate para a Unidade árabe, o Guia da revolução líbia não faltava de sublinhar certas realidades: "A Chade é um país árabe." É de mesmo o o o do Níger, a a a Nigéria, o o Burkina, o o Mali, as Comores, a Tanzânia e uma grande parte do Moçambique... É um reforço para a pátria árabe. Queremos criar verdadeira uma potência económica, à fase da União Europeia, a Federação da Rússia ou da América "."
O projecto empreendido por Moammar KADHAFI é o desenvolvimento de um No. man' s Land de cerca de 8 milhões de Km2, começando sem dúvida pelo deserto do Ténéré. "o deserto deve tornar-se um instrumento entre os povos, e não de divisão", comentava o director dos negócios africanos ao Ministério líbio dos Negócios Estrangeiros. Salem Mohamed CHOUIHDI.
 Reunindo esta cimeira à cinco, Moammar KADHAFI marcava por conseguinte pontos positivos sobre dois quadros. De uma parte, fazia  a demonstração  que  o seu  país  também não era isolado que teria querido crê-lo os Estados Unidos. De outra parte, criava uma nova dinâmica de cooperação com os países vizinhos, então que a "União do Magrebe Árabe" paralysée. Demonstrava também que a Líbia é um país farol político-económico, à vanguarda verdadeira de uma união activa entre os países da África que voltar-se-iam para uma consciência unitária progressista que reencontra-o -se nas análises "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL" do "Livro Verde", desentupindo sobre a possibilidade sobre mesmas bases de uma solidariedade euro-arabe e euro-africaine.
O líder líbio propõe-se colocar o seu projecto no âmbito do combate anticolonialista: " É tempos redessiner o verdadeiro mapa da África, não a dos militares alemães, franceses, britânicos, portugueses ou holandeses, mas de reconstruir uma unidade árabe legítima que estender-se-ia assim do Mar Mediterrâneo floresta à équatoriale e o Golfo às ilhas Canárias..." Temos os mesmos inimigos. É indispensável unir-nos, porque as pequenas nações que somos não têm nenhum futuro perante as uniões que estão a constituir-se na Europa, na a América e na a Ásia. Devemos proteger a nossa identidade, a nossa religião e o nosso território. Chamamos os nossos irmãos da África do Norte e o Sahel a juntar-se à nós. 
À saída destas entrevistas, os presidentes o Burkina, o Mali, o Níger e a Chade assinaram o 17 de Agosto de 1997 um texto fundamental, ( a "declaração do cinco ") com KADHAFI.
O projecto de KADHAFI "Omnicitoyenneté pan-africaine " (similar ao Omnicitoyenneté europeu proposto pelo PCN para o Grande Europa unitária) oferecido pela Líbia: "A Líbia declarou que as suas fronteiras estão abertas aos todos os Africanos." Dirigi mesmo uma carta aos todos os países da África para oficializar-o: não importa qual Africano pode considerar-se como Líbio.
Para KADHAFI, a unificação do continente africano é um imperativo obrigatório para a sobrevivência do continente: "Queremos que a África entre plain-pied no IIIème milénio, em continente confederado ou unificado." À fase dos Estados Unidos da América ou, muito menos, da União Europeia. Aquilo passa por uma pacificação dos países em conflito.
Partidário do Euro, KADHAFI preconiza também a unificação monetária da África: "chamo de minha v?ux criação de um Banco central africano." Mas é uma diligência ulterior. É necessário de abordagem revivifier o Banco africano de desenvolvimento. E queremos um fundo monetário para a África. Aligeiraria a carga do Fundo monetário internacional. Com um fundo para as moedas africanas, chegaria-se à uma justa paridade entre estas moedas e o euro ou o iene. É necessário facilitar as transacções com a Europa, pelo representante do FMI ou o Banco europeu.
Assim KADHAFI, novo líder do Panafricanisme, recolhe a herança prestigiosa de NKRUMAH, o primeiro líder do Gana independente e chantre do panafricanisme: "É o interesse da a Europa, a América, a China, o Japão, que existe um conjunto  que    chamar-o-á-se    os Estados Unidos da África." É a solução histórica para o continente. Era a ideia de Nkrumah, no início dos anos 60.
Um projecto semelhante ao de KADHAFI com efeito tinha sido proposto pelo líder ganês Kwame KRUMAH nos anos 60 quando a África era mergulhada na euforia da acessão à independência. Os líderes africanos que preferiam consolidar as suas frágeis nações o então emporté sobre os partidários da união e o princípio inviolabilité das fronteiras herdadas do colonialismo tinha sido inscrito na carta da OAU.
A UNIDADE AFRICANA em DEGRAU
O trigésimo aniversário da Revolução líbia, em Setembro de 1999, foi a ocasião da concretização efectiva dos projectos de KADHAFI.
De Trípoli à Syrte, toda a Líbia vibrava ao som dos desfiles militares que ritmavam os trinta anos da revolução. Mas também das deslocações das numerosas delegações e os chefes de Estado dos 43 países africanos - um recorde - que participavam na última cimeira do O.U.A. do milénio, ao convite de Moammar KADHAFI, para debater da unificação panafricaine.
Os meios de comunicação social ocidentais descobriam então com surpresa que chamam "o novo sonho do coronel KADHAFI".
KADHAFI define assim as razões da orientação africana da Líbia: "Muito de abordagem, é revolucionário." É-se por consequente muito tempo desembaraçado desde do racismo e o regionalismo. Em contrapartida, acuso os governantes árabes africanos ser racista. E devo chamar a sua atenção para a necessidade de integrar-se ao continente africano assim a não ser acusada, na África do Norte, de racismo como a África do Sul estêve-o à justo título. O termo Apartheid não pode ser pronunciado ao norte do continente como tinha-se o hábito de fazê-lo, à época, na África austral! A posição geográfica da Líbia está noutro lugar por específica, por relatório à outros países árabes. A Líbia é portillon da África ao norte do continente. Penetra profundamente ao c?ur da África. Não pode por conseguinte ignorar a sua situação geográfica e demográfica. É precisamente o que foi do acolhimento dos movimentos de liberação africanos pela Líbia. Não havia campos de formação para révolutionnaires, de Mathaba, nos países árabes em parte externa da Líbia. Aí está noutro lugar porque acusou-se a Líbia ser um Estado terrorista, de de acolher campos de terroristas. Simplesmente parce que a Líbia alojou campos de movimentos de liberação. A maior parte dos países africanos tem actualmente à sua cabeça líderes procedentes de movimentos revolucionários que foram acolhidos no seu tempo na Líbia.
A minha fixação para com a África pode também explicar-se pelo facto de é ela que tomou posição em favor da Líbia quando golpeávamo-nos pelo embargo aéreo. Não é nem a Liga árabe nem a União do Magrebe árabe (Uma)! (...)
Estamos  ao c?ur  da África. Sou vinculada com os Árabes da península Arábica apenas por relações de sentimento. Mas com os Africanos, é uma relação material e existentiel. A África é o meu lugar natural. Vou dar-vos um exemplo: a relação que existe entre Saxons na Europa e na a América é uma relação sentimental. Mas Saxon europeu é europeu, tandis que Saxon americano é americano. É a mesma coisa para nós. Os Árabes da África são africanos, e os Árabes que são na Ásia são asiáticos.
Para KADHAFI, o inimigo permanece o néocolonialisme na África: "Tomam o exemplo da França:" aí está um país que colonisé e ocupou uma parte da África durante uma centena de anos. Mas o que deixou a França de trás ela? O subdesenvolvimento, as doenças, a pobreza, o tribalisme, os problemas de fronteiras... Pôde constatar por você mesmo que quando os Estados Unidos da América penetraram o continente africano, muito recentemente, praticamente houve apenas problemas. É o caso no Chifre da África, na região dos Grandes Lagos, em Sierra Leone, ao Liberia, no Angola, no Congo, na Somália... Constatam como intervêm os Americanos na África! E seguidamente, ao fim, que dão os Americanos aos Africanos? E mesmo quando dão alguma coisa da mão direita, é para retomá-lo da mão esquerda... A América quer em facto aproveitar dos recursos africanos, no interesse exclusivo das suas empresas.
A fraternidade afrolíbia inscreve-se em realizações concretas, distante dos bonitos discursos impotentes do Ocidente, como KADHAFI recorda-o ele mesmo: "Os Africanos conhecem efectivamente a Líbia." Sabem  que  a Líbia  é  um    os seus, podido fazer-se o seu advogado, pode defender-o. É a Líbia que vacinou 12 milhões de crianças africanas, não a França nem os Estados Unidos da América. A América pode vacinar um milhão de crianças africanas? Não. Evidentemente.
A COMUNIDADE SAHELOCSARIANA
O c?ur da nova África de KHADAFI, exemplo concreto da solidariedade araboafricana, é a Comunidade sahélosariana, como explica-o o guia da Revolução líbia:
" Há cinco mil anos, tribos árabes do Iémen vieram a África do Leste e o Norte." Pouco pouco misturaram-se às populações locais, negras ou berbères, e transmitiram-lhes o seu saber, a sua língua, e a sua religião. É tempos re-dessiner o verdadeiro mapa da África, não a dos militares alemães, franceses, britânicos, portugueses ou holandeses, mas de reconstruir uma unidade árabe legítima que estender-se-ia assim do Mar Mediterrâneo floresta à équatoriale e o Golfo às ilhas Canárias... Temos os mesmos inimigos. É indispensável unir-nos, porque as pequenas nações que somos não têm nenhum futuro perante as uniões que estão a constituir-se na Europa, na a América e na a Ásia. Devemos proteger a nossa identidade, a nossa religião e o nosso território.
Chamamos os nossos irmãos da África do Norte e o Sahel a juntar-se à nós. Declaro por conseguinte, a partir de aujourd' hoje, os portos líbios abertos aos nossos irmãos africanos, as suas mercadorias e o seu comércio... Não queremos ser como raposas ou coelhos na floresta, à obrigado dos leões. Queremos ser leões entre os leões. O Islão reune-nos todos. Os nossos povos são vinculados por afinidaoes históricas, nomeadamente o arabité. Não nos propomos atacar nem invadir ninguém. Queremos o desenvolvimento  dos nossos países. Queremos a paz. Queremos barrar a estrada  às ingerências estrangeiras. Queremos permitir aos nossos irmãos países encravados respirar. O Sara que separa-nos deve ser vencido graça à construção de novos eixos rodoviários, caminhos de ferro  e aéreos. 
A UNIDADE AFRICANA de KADHAFI É um REALITE E uns SUCESSOS
Como precisava-o a partir de 1999, bimensuel "a OUTRA ÁFRICA", sublinhando os sucessos diplomáticos do Jamahiria líbia, a última cimeira da Organização de Unidade Africana do milénio estêve antes de todo "formidável uma operação diplomática". Este sucesso de KADHAFI é à medida "do papel que desempenha e propõe-se doravante brincar sobre a cena diplomática continental e que parecem reconhecer-lhe a quase totalidade das suas paridades africanas, que quase têm todos os desfiles à Syrte ou de Trípoli desde um ano".
Certos jornais ocidentais também acrescentaram que KADHAFI "trocava um sonho para um outro". É muito à facto inexacto! Ao sonho generoso, compartilhado com NASSER e o BA' TH, da unidade panarabe, sonho impossível em razão do egoísmo dos líderes árabes e a sua sujeição impérialisme, KADHAFI não substituiu não outro sonho mas um projecto ambicioso e realista, que está em curso rápido de realização e que o COMESSA, a Comunidade dos Estados sahélosarianos, presidida pela Líbia, por espaço comercial e política unificados, primeira pedra dos Estados Unidos da África e núcleo fundador da África nova,  concretiza já com sucessos.
Tão à última cimeira da OAU do segundo milénio, marcou um sucesso sem precedente da diplomacia líbia e a vitória pessoal de KADHAFI. "KADHAFI teve que queria:" desilusionado pelo mundo árabe, teve êxito a ancoragem da Líbia ao coração da África. Nunca tinha visto-se tanto chefes de Estado juntos, assistindo um desfile de bandos africanos à Trípoli", comentava-se" o BARBEIRO "."
Ao passar a ser o nascimento dos "Estados Unidos da África" está previsto directamente e Syrte, a cidade natal do Coronel, segunda capital da Revolução líbia, protegido o seu Parlamento e a sua administração, assim o coração da nova África.
O presidente argelino BOUTEFLIKA, presidente da OAU, falava a este respeito"de um acontecimento histórico se é".
KADHAFI E O SOLIDARITE EUROCÁRABE EM MEDITERRANEE:
O projecto de KHADAFI inscreve-se também numa política de aproximação euro-arabe e euro-africaine ao redor do Mar Mediterrâneo : "..." a Europa prefere tratar com conjuntos regionais. Por exemplo, o seu desejo de ver os países da África do Norte reunir-se tinha-se levado os chefes de Estado desta região a formar o UMA, a União do Magrebe árabe. Mas os contenciosos entre o Marrocos e a Argélia levaram a congelar esta comunidade. Mim, não aceito este balanço. Por conseguinte, enjambé estes problemas para formar o Comessa. É um grande conjunto que vai aproveitar à Europa.
" Queremos a paz em Mar Mediterrâneo..." Queremos preservar os interesses árabes e europeus, e desenvolver a cooperação entre nós ", acrescenta."
A?uvre empresa por KADHAFI demonstra à unanimidade que se é necessário unificar as forças progressistas árabes e africanos, é necessário também esticar à unidade de acção com a União Europeia como sublinha-o Sanoussi JACKEM, o ministro da Integração africana e dos nigerianos do exterior: "Queremos olhar para o Mar Mediterrâneo e a Europa." As populações do Norte muito tempo têm sido asfixiadas pelo encerramento da nossa fronteira setentrional, por onde passam quase 90% do abastecimento em produtos alimentares e têxteis do norte do país "."
Este ponto de vista é o dos líderes africanos que apoiam o projecto líbio. "queremos olhar para o Mar Mediterrâneo e a Europa", declarávamos Sanoussi JACKOU, o Ministro nigeriano, em Trípoli em Agosto de 1997.
Nesta resposta impérialisme, à Árabes e Europeus certamente estreitamente são unidos, não somente parce que compartilham-se o Mar Mediterrâneo mas também e sobretudo parce que a história tem-o reune ontem e que a vontade comum de unificação dos nossos povos deve unir-o à novo aujourd' hoje. A simbiose das unidades árabes e européias é indispensável. A unidade árabe levará a caçar os americanos do Mar Mediterrâneo e afastar do VIème flutua yankee além das "colunas de Hercules". A unificação europeia, opondo nos Estados Unidos um instrumento de potência militar, económico e industrial que é-lhes superior, conduzirá derrota à planetária impérialisme. Por último, juntos, europeus e árabes refarão do Mar Mediterrâneo o seu lago interno, uma nova "Lagoa Nostrum", como aos dias felizes em que esta não dividia os povos mas unia-o.
A "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL"
KADHAFI é também théoricien, o do LIVRO VERDE e a "terceira teoria universal ".
Não é demonstrar demagogia que de afirmar que a "Terceira teoria Universal " aplicada na Líbia é  um exemplo prático de DEMOCRATIE DIRECTA, que merece qualquer nossa atenção assim de definir uma alternativa ao seio das nossas sociedades ocidentais.
A "Terceira Teoria Universal " não descansa sobre a dialéctica parlementariste (língua de madeiras), mas sobre uma realidade prática que dá ao homem outra dimensão que o béatitude catódico e consumériste. A participação de toda e muito em verdadeiros cidadãos é a estrutura chave deste socialismo revolucionário à rosto humano!
Completamente analisada, o "Terceiro Teoria Universal " de Moammar Kadhafi reforça possibilidades consideráveis. Lá onde Marxisme-léninisme (cujos utopie activo não pôde ser levado a efeito) encalhou, o Socialismo revolucionário líbio conduzido para este princípio idéalisé...
Lá onde o capitalismo mundial encarcera "a ideia" nas normas autorizadas por "l' American Way of Life", a democracia directa demonstra liberdade, precisão e de eficácia e aquilo aos todos os níveis. O Jamahiriya árabe Líbio sintetiza qualitativamente as grandes reflexões doctrinales PROUDHON, de MARX, de LENINE, de NIEKISCH num socialismo voltado para o progresso.
A "Terceira Teoria Universal", politicamente realista, tem o mérito de ter analisado os conceitos da Revolução francesa de 1789, a Revolução bolchevique de 1917 e os diferentes movimentos sociais e socialistas do XIXème e XXème século.
De facto, o princípio democrático é purgado tares, limpos à incerteza diferentes théoriciens da revolução... O "Livro verde" é um instrumento de propaganda para um verdadeiro socialismo e para o direito dos povos a dispôr de eles mesmos. É que a sociedade de "l' Homo Oeconomicus" não pode suportar e é porque os EUA e sua larbins ocidentais aplicam para com o "Jamahiriya Árabe Líbia" uma política de agressão constante.
Apresentando o pensamento de Moammar KADHAFI, expresso no "LIVRO VERDE", devemos sublinhar-nos a origem geográfica, histórica e cultural de este pensamento e as reacções que suscita. O autor de este pensamento é um homem procedente do Terceiro mundo: mundo da recusa e a revolta, gerada pela dominação que exercem mais forte e avançados tecnologicamente. Estes ingénient inventar modos de dominação a fim de manter a alienação cultural e preservar a pilhagem económica.
Desta pertença geográfica e cultural, emerge a fonte da hostilidade à qualquer pensamento, provindo do mundo opprimés, zona de sombra, mundo em procura da Verdade, querendo afirmar a sua existência, liberada de todas as formas e sistemas de dominação. Assim, aparece este fenómeno de agressão contra o pensamento e as posições do homem. Moammar KADHAFI, o Jamahiriya Árabe Líbia Popular e Socialista, e o povo Árabe Líbio tornaram-se o alvo das campanhas de imprensa organizadas pelas forças impérialistes. Assim, delimita-se aujourd' hoje o quadro natural da luta que efectuam os povos opprimés. Duas forças afirmam-se nesta confrontação: de um lado, a que representa a dinâmica da história e?uvrant para uma existência livre; do outro, a hostil à esta dinâmica, que combate recua, consciente à prazo de perder as justificações da sua influência no seu meio circundante se não a sua existência mesma.
" A amplitude das participações nos colóquios internacionais consagrados ao pensamento de Kadhafi desde duas décadas (mais importante realizaram-se em Madrid e em Caracas no início dos anos 80) põe em valor a autenticidade de este pensamento, as suas origens humanas, geográficas e culturais." Concretiza a gasolina do homem na sua existência real, física e moral, qual que seja, desprovido de todas as formas de depreciação, de arrogância e isolationnisme. São lá, os mais que afectam o homem, numa realidade fundada sobre um desequilíbrio explosivo... Porque que as forças hostis aos progressos e a liberdade do homem consideram como um equilíbrio, está realidade apenas perpétuité de situações injustas, onde afirmam-se as regras da opressão, a pilhagem e da dominação, estabelecidos pelos avançados tecnologicamente, um período onde o opprimés encontravam-se precisamente num estado de subjugação " escreve Said Hafiana."
O QUE PENSAR DA CRÍTICA OCIDENTAL DA LÍBIA DE KADHAFI ?
Facto novo desde 1999, no seu conjunto, os meios de comunicação social ocidentais, e em particular de língua francesa, em Bruxelas ou em Paris, dão conta com um mínimo de objectividade, o balanço dos 30 anos da revolução líbia e a acção actual do coronel KADHAFI na África. A imprensa africana, é muito simplesmente entusiasta.
No entanto as mesmas críticas retornam ainda : a Líbia seria uma "ditadura ", apoiando o "terrorismo internacional ". "estado vadio " de acordo com o State Department. Parte  do "eixo do mal " de acordo com BUSH.
Um bom exemplo desta desinformação é-nos dado "pelo MUNDO " em Paris. Este publicava à ocasião dos trinta anos da Revolução líbia, em Setembro de 1999, uma série de artigos, onde não se cessava, à comprimento páginas, de difamar a Revolução e o coronel KADHAFI, sob o título "o inferno de Kadhafi". A entender o diário parisiense, a Líbia viveria "um desastre económico" (SIC), com uma população desencantada ao limite da miséria e uma juventude "em presa à desolação e a droga" (resic), sem estar a falar das devastações da prostituição. "o MUNDO" acrescentava que a Líbia era "um país raramente aberto aos jornalistas ocidentais". O todo acompanhado de entrevistas de "testemunhos" anónimos à quem fazia-se dizer qualquer que desejava-se entender.
Qualquer aquilo fez bem de rir os que conhecem a realidade líbia. Porque se é um país onde cruza sem cessação dos jornalistas vindos dos quatro cantos do mundo, está efectivamente a Líbia, nomeadamente à ocasião dos encontros internacionais que são organizados várias vezes por ano.  Sem estar a falar dos milhares de intelectuais de primeiro plano, pertencendo nomeadamente Universidade à francesa, que debatem à comprimento de anos nos colóquios e simpósios internacionais organizados em Trípoli. "o MUNDO" ia até acusar às universidades líbias que acolham demasiado estudantes e ousava pôr em paralelo que chamava  "a riqueza dos reinos petroleiros " com a austeridade preconizada pelo socialismo de KADHAFI. O diário parisiense esquecia precisar que esta pretensa riqueza dasmonarquias é monopolizada por uma minoria de privilegiados e que deixa panos inteiros da população, autóctone ou imigrado, responsável baixas pelas tarefas, às portas da miséria.
"THE GUARDIAN" publicava, ele, ao mesmo momento um longo artigo consagrado Arábia à saudita e a realidade dos pétromonarchies, que, anunciava o diário londrino, "se encontra ao bordo da falência, acumulando as dívidas". Acrescentava que "agora e já, dos sinais de pobreza são visíveis." Nos bairros do sul de Djedda, em face dos palácios dos Príncipes, apercebe-se o que se assemelha extremamente taudis e a miséria do Médio Oriente, menos rico em petróleo."" Precisava que "paralelamente perda de confiança à gerada pelo desemprego, a delinquência progride lentamente." A toxicomania espalha-se mais que quer reconhecê-lo as autoridades."" E concluia precisando "que escava-se o fosso entre o Príncipe e o Povo" e que "o tempo veio onde as devastações produzidas por uma imensa riqueza corre o risco de pesar mais pesado que as vantagens trazidas pelo protótipo dos Estados pétroislâmicos".
Esta distância com o povo, esta miséria, os enviados do "MUNDO" poderá procurar-o muito tempo na Líbia, onde reinam segurança, justiça social, satiété e facilidade, aposta à mal, unicamente em certos sectores de ponta como a cirurgia, pelas consequências do embargo criminoso yankee. O que não impediu os médicos líbios em missão de vacinar 12 milhões de crianças africanas!  Ou atribuir à UNESCO uma ajuda de 200 milhões de dólares para financiar 2.500 bolsas de estudo por ano durante oito anos em favor da juventude africana. E o fervor popular que acolheu o trigésimo aniversário da Revolução indica efectivamente que o Povo é unânime de trás o seu chefe.
Acrescentam que este Povo está armas; a Líbia, com a Suíça e Cuba, um exemplo único, onde o Povo, constituído em milícias populares, detem as armas necessárias à sua defesa. Qual melhor prova da confiança mútua entre KADHAFI e o seu povo?
Aaquilo acrescentam-se as acusações clássicas de "ditadura" e "ausência de liberdade". Acusações já colportées "pelo MUNDO" o ano precedente, fim Junho 1998, à ocasião de umatentado contra KADHAFI do "FRENTE NACIONAL ISLÂMICO" líbio, suscitado, financiado e armado por Washington, e evocando um "estado policial" omniprésent. Que desmentem todos os que aproximaram KADHAFI. Por nosso lado, cada vez que tivemos a honra a ser recebida pelo Guia da Revolução líbia, à Syrte ou Trípoli, sempre golpeamo-nos pela ausência destes dispositivos policiais que quadriculam as deslocações das personalidades em Ocidente. É mais fácil aproximar KADHAFI que de entrar um Colóquio das Comunidades Europeias em Bruxelas!
"o MUNDO" não se para evidentemente lá. Acrescentava também, ao momento mesmo onde os chefes de Estado africanos empurravam-se em Trípoli, que o coronel KADHAFI "divertiu e diverte ainda o mundo". Vê-se lá o desfasamento entre o occidentalo-centrisme de um pequeno camarilla de jornalistas parisienses e as realidades da África profunda, onde, das margens do Mar Mediterrâneo ao Cabo, KADHAFI é admirado e seguido.
As vitórias diplomáticas e políticas de KADHAFI e o peso que confere-lhe doravante na África são noutro lugar de inegavelmente à origem do aggiornamento  da imprensa europeia e singularmente de língua francesa ao respeito da Líbia. As consequências económicas devidas ao levantamento do embargo, no seguimento das vitórias jurídicas  e política do Jamahiriya, e o novo peso político de KADHAFI na África levaram a classe política europeia e os seus portadores de mala mediáticos a alterar de tom.
KADHAFI, O MOTORISTA DE POVOS
A palma do comentário mais estúpido que lemos sobre a Líbia retorna contudo "ao HUMANITE" em Setembro de 1999. O diário do Partido "comunista " francês, que tem mais "comunista" apenas o nome e se vautre mais baixa na lama ideológica sociale-démocrate, acusava em efeito à KADHAFI de ter trazido ao seu país um projecto colectivo que excede-o e ter querido dar-lhe uma dimensão superior.
A História conhece duas escolas: a ter-o -mais e a ser-o. Ter-mais foi a filosofia Carthaginois e também, hoje, a néocarthaginois de Washington e Wall Street. Ser é a vontade de potência e superação do Césars do Império romano e os seus sucessores, de Charlemagne Staline da "Terceira Roma  moscovite ". Face aos apetites de gozo e consumo da Escola carthaginoise, motoristas de povos pensam que a felicidade individual não é o absoluto horizonte dos povos e que é necessário sobretudo dar-lhes um papel histórico e um Destino. KADHAFI é de aqueles e a África cumprimenta nele o um mais dos grandes chefes de Estados do nosso tempo.
A conclusão será dada por Nelson MANDELA, o chefe de Estado sul-americano, ninguém da qual não poderá contestar o valor moral e a exemplaridade. Ao Cabo, le13 Junho de 1999, acolhia o coronel KADHAFI estes em termos: "preenchemo-nos de receber por último aqui, ponta à do sul da África, a uma das legendas revolucionárias da nossa época" !
ACTUALITE da LÍBIA de KADHAFI A a AURORA TERCEIRO do MILLENAIRE
1999 marcou o grande regresso de Trípoli sobre a cena diplomática e política internacional. Em efeito, após a cimeira de Argel, a Organização da unidade africana (O.U.A.) reunia-se do início Setembro 1999 à Trípoli para uma cimeira extraordinária. Houve com sucessos por um reexame da carta da organização. Guerras, divisões e subdesenvolvimento económico fazem dizer à Moammar KADHAFI que a Unidade africana é aujourd' mais que hoje necessária. É "a solução histórica para o continente". "um conjunto que chamar-o-á-se os Estados Unidos da África".
A nova política africana do Jamahiriya líbia assemelha-se à se lá mim éprendre ao projecto communautariste europeu de Unidade para a nossa grande pátria continental. E além das palavras, há apenas a geografia que difere, bem no espírito de Kadhafi, e o nosso, a África e a Europa sejam dedicados à uma complementaridade geopolítica evidente. O conceito da "Lagoa nostrum".
Assim levar a efeito esta tarefa histórica, Moammar Kadhafi renunciou por constatações às uniões entre Estados para privilegiar as aproximações économicopolíticas das quais uma primeira experiência traduziu-se na criação do COMESSA, a Comunidade dos Estados sahélosarianos que agrupa a Líbia, a Chade, o Mali, Burkina Faso, o Sudão, o Níger e a República Centro-africana. A etapa seguinte que deve ser a livre circulação dos bens e as pessoas que porá um termo aos problemas de fronteiras da África.
O compromisso africano de Moammar KADHAFI não se para ao domínio económico. Multiplicando os seus bons serviços, pôs-se em mediador em vários conflitos: à Chade, o Sudão, entre a Eritreia e a Etiópia, na Somália ou ainda na África central entre beligerantes à CongoKinshasa. Os seus esforços valem ao Guia da Revolução líbia a consideração das suas paridades africanas.
Esta saída da isolamento internacional, a Líbia deve-o também à sua vitória política e jurídico sobre o processo manipulado do atentado contra o avião do PanAm, acima Lockerbie na Escócia em Dezembro de 1988. Forte de uma decisão a o seu favor do Tribunal internacional de justiça, o Jamahiriya aceitou entregar às Nações Unidas dois suspeitos que foram julgados nos Países Baixos por um órgão jurisdicional escocês. Esta vitória autorizou o levantamento das sanções da O.N.U em Abril e abriu o caminho um início de justa reabilitação de Moammar KADHAFI que foi apoiado desde mais de um ano por numerosos chefes de Estados africanos e específico Nelson MANDELA.
Imediatamente, as chancelarias européias convidaram a Líbia, à título de "convidado especial", a assistir 4.a conferência à eura-mediterrânico que teve lugar em Stuttgart a 15 e 16 de Abril de 2000 cujo objectivo é instaurar uma zona de livre troca euro-mediterrânico ao horizonte 2010. A Líbia oferece em efeito um perfil económico e comercial altamente atractivo graça às suas riquezas petroleiras subaproveitadas em razão do embargo. Sem estar a falar da sua evolução como exportador agrícola com o projecto à metade realizado do Grande rio artificial. E aquilo é a principal sem dúvida razão do regresso em odor sainteté do Jamahiriya líbio entre os governos da Europa. É necessário em efeito notar que sem numerosos os investimentos financeiros e industriais líbios numerosos países europeus encontrar-se-iam com dificuldades sociais suplementares. É o caso da Alemanha com o seu novo Länders sobre um plano industrial, a Espanha no domínio petroleiro e a Bélgica no que se refere à finança. Sem estar a falar da Itália. E esquecemos.
Em contrapartida, para os Americanos, não é pergunta seguir a normalização internacional com Trípoli. Desde 1986 onde o criminoso REAGAN, apoiado pela OTAN, tinha replicado um atentado contra soldados americanos cometidos em Berlim, que enviam os seus aviões em bombardear em Trípoli e Benghazi, fazendo dezenas mortos de das quais uma rapariga adoptiva de Kadhafi e centena de feridos, maioritariamente das mulheres, as crianças e vieillards, então que a implicação líbia nunca não foi provada, a atitude americana não alterou. A Líbia permanece de noutro lugar visado sanções americanas unilaterais entre as quais a lei dita "de Amato" (1997), que aprova qualquer sociedade que investiria mais de 40 milhões de dólares na Líbia (como em Irão) no sector dos hidrocarbonetos.
Aujourd' hoje a Líbia é de regresso sobre a cena internacional. As suas relações assim como as suas ligações com a Europa retomam normalmente. O projecto de Unidade africana é portador de uma real esperança de paz e de prosperidade. Amigos sempre do Jamahiriya, podemos apenas congratular-se. Mas na frente da situação mundial actual onde os Estados Unidos proclamam-se abertamente como "super a suprema potência", não podemos crer que as coisas vão permanecer lá para os fanáticos criminosos de Washington. A inclusão da Líbia fantasmatique no "eixo do mal " de BUSH inaugura mal do futuro.
KHADAFI E A CAUSA DOS POVOS
A Revolução líbia se realizado desde mais de três décadas. Mestre do seu destino no quadro de uma democracia directa, o povo líbio está feliz e vive na dignidade. Distante o luxo ruidoso dosmonarcas combinados de Washington, distante da miséria das massas árabes, as riquezas do petróleo ele retornam directamente. Num mundo onde pullulent os general- presidentes e os maréchaux- ditadores, KHADAFI continua coronel. E a sua revolução, théorisée sob o nome de "Terceira teoria universal" no seu LIVRO VERDE, inspira révolutionnaires dos quatro continentes.
Herói da causa dos povos, KHADAFI é um dos inimigos principais de Washington. O seu país foi golpeado durante mais de dez anos de um embargo injustificado, destinado a quebrar o seu povo e a mergulhá-lo na miséria, genocídio insidieux renovado seguidamente no Iraque. Não houve nada!
E o que a propaganda yankee qualifica de "terrorista" aujourd' hoje tem-se tornado o sábio da África, para que voltam-se as elites de um continente cansado do néocolonialisme e as guerras civis mantidas impérialisme. Porque o guia da Revolução líbia, após ter laborado o mar para tentar fazer as unidades panoárabes, o sonho da sua juventude, voltou-se de modo pragmático para a unidade panafricaine e se albarda aujourd' hoje com um sucesso cada dia crescente para os "Estados Unidos da África". Um projecto e não mais um sonho, voltado para o século X e orientado para a soldadura com a União Europeia e a Paz e a unidade entre os povos do Mar Mediterrâneo.
É este homem e a Revolução que guia que apoiamos indéfectiblement, nos cupões e maus os dias. Parce que KHADAFI está com o CHE a figura de proa révolutionnaire contratado no combate antiimpérialiste. Parce que o seu combate para a dignidade e a causa dos povos é o nosso. E também parce único a "Terceira teoria universal", doutrina da unidade panafricaine, e o nosso Communautarisme européen,

doctrine de l'unification européenne qui annonce l'Etat universel, sont soeurs et issues de la même volonté de justice et d'équité, portées par la même volonté de libération nationale et sociale.
La Révolution libyenne connaîtra encore bien des coups, des agressions, des complots. Mais elle marche avec l'histoire et on ne l'arrêtera pas !