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Intervenção de Luc
MICHEL sobre a Revolução líbia, à ocasião do 3e Universidade
de verão dos movimentos alternativos que teve lugar ao
Roche-en-Ardennes (Bélgica) do 5 ao 8 de Julho de 2002.
KADHAFI E A "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL ":
UMA ALTERNATIVA PARA O DIÁLOGO DOS POVOS
A noite do 31 de Agosto de 1969, quase sem efusão de sangue,
um pequeno grupo de oficiais tinha êxito a pôr à partes
inferiores o regime plutocrático e filosofiaamericano do
velho rei Idriss SENOUSSI, então partido fazer a sua cura
anual na Turquia. Conjurés estão ao número de 12.
Apresentam-se como os membros de um "Conselho de Comando da
Revolução" (CCR). À cabeça do CCR, um jovem capitão de 27
anos (será promovido atrasado coronel alguns dias), Moammar
Kadhafi. Do CCR devia estruturar-se uma experiência política
de democracia directa: "a Terceira Teoria Universal ".
O REVOLUTION LÍBIO POPULAR E SOCIALISTA
Inspirada à vez docArabisme herdada de NASSER, um Islão
reformista, antiintégriste, e de um socialismo popular, a
"Terceira Teoria Universal ", procedente do "LIVRO VERDE "
de Kadhafi, é uma formidável síntese de
Nacionalismo-revolucionário e do Socialismo
auto-gestionnaire.
Sob o impulso do Jamahiriya, a Era das massas, a Líbia
tornava-se uma Grande Nação árabe ao serviço do povo.
Organizada em "Comités populares" e "congressos populares de
base", a democracia directa é à ordem da política líbia. Da
espécie, a Líbia demonstra face imposture ocidental e
impérialisme americano que a verdadeira democracia não é lá
onde "" quereria-se deixá-lo crer, que parlementarisme dos
governos capitalistas é fumisterie anti-démocratique. Além
disso, a Líbia e o seu "Congresso Geral do Povo" estão à
vanguarda do progresso social numa região onde as
multinacionais e os trusts capitalistas enriquecem
pétromonarchies e regimes inféodés nos EUA e
anti-démocratiques.
A Líbia é um exemplo não somente para o conjunto dos povos
árabes e africanos, mas também uma alternativa para todos os
povos em luta e verdadeiros os democratas.
KADHAFI elaborava assim o balanço dos trinta anos da
Revolução líbia: "Creio que pudemos estabelecer uma base
para um novo mundo, para a emergência de um novo universo."
Sou persuadida que o Livro Verde vai influenciar o mundo ao
futuro... Contribuímos igualmente para o direito da
liberação internacional, mais particularmente no plano
africano. Os governos actuais da África eram à época dos
movimentos de liberação, que eram instalados na Líbia ou que
saíam.
O REVE da UNIDADE PANOCÁrabe
Após NASSER, o Kadhafi das primeiras décadas da Revolução do
Fateh não tem cessação de instaurar e estruturar uma Grande
Nação Árabe Unida. Mas após o início dos Anos 90, na frente
das enormes dificuldades do projecto Árabe, a Unidade
africana tornar-se-á o novo estaleiro do Jamahiriya. E o
sucesso será lá torna.
É necessário precisar que à conclusão cada um dos tratados
de União propostos pela Líbia, impérialisme yankee exerceu
pressões financeiras e políticas sobre os países
contactados. Uma demonstração directa da ideia política da
"liberdade dos povos" de acordo com o "PAX AMERICANA",
primeira ditadura ao mundo.
KADHAFI, O LEADER PAN-AFRICAIN
Do 15 ao 17 de Agosto de 1997 celebrava-se em Trípoli um
encontro capital para a unidade Africana por iniciativa de
Moammar KADHAFI. Vários chefes de Estados Africanos eram
convidados a participar a estes dias históricos; o seu papel
de comprometer um diálogo construtivo e progressista, em
vista de uma unidade de acção económica e política que pode
fazer face à hegemonia impérialisme e o néocolonialisme...
eram por conseguinte presentes Blaise COMPAORE (presidente
Burkinabé), o Chadiano Idriss DEBY, o Nigeriano Ibrahim Baré
MAINASSARA (representante de Presidente Sani ABACHA) e o
Maliano Alfa Oumar KONARE.
Falou-se na hora desta a reunião, de uma importância
político-económica e geopolítica capital, de demonstrar que
a unidade era necessária na África para fazer bloco face às
pistas néocolonialistas.
Vinculando as suas novas orientações panafricaines ao seu
combate para a Unidade árabe, o Guia da revolução líbia não
faltava de sublinhar certas realidades: "A Chade é um país
árabe." É de mesmo o o o do Níger, a a a Nigéria, o o
Burkina, o o Mali, as Comores, a Tanzânia e uma grande parte
do Moçambique... É um reforço para a pátria árabe. Queremos
criar verdadeira uma potência económica, à fase da União
Europeia, a Federação da Rússia ou da América "."
O projecto empreendido por Moammar KADHAFI é o
desenvolvimento de um No. man' s Land de cerca de 8 milhões
de Km2, começando sem dúvida pelo deserto do Ténéré. "o
deserto deve tornar-se um instrumento entre os povos, e não
de divisão", comentava o director dos negócios africanos ao
Ministério líbio dos Negócios Estrangeiros. Salem Mohamed
CHOUIHDI.
Reunindo esta cimeira à cinco, Moammar KADHAFI marcava por
conseguinte pontos positivos sobre dois quadros. De uma
parte, fazia a demonstração que o seu país também não
era isolado que teria querido crê-lo os Estados Unidos. De
outra parte, criava uma nova dinâmica de cooperação com os
países vizinhos, então que a "União do Magrebe Árabe"
paralysée. Demonstrava também que a Líbia é um país farol
político-económico, à vanguarda verdadeira de uma união
activa entre os países da África que voltar-se-iam para uma
consciência unitária progressista que reencontra-o -se nas
análises "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL" do "Livro Verde",
desentupindo sobre a possibilidade sobre mesmas bases de uma
solidariedade euro-arabe e euro-africaine.
O líder líbio propõe-se colocar o seu projecto no âmbito do
combate anticolonialista: " É tempos redessiner o verdadeiro
mapa da África, não a dos militares alemães, franceses,
britânicos, portugueses ou holandeses, mas de reconstruir
uma unidade árabe legítima que estender-se-ia assim do Mar
Mediterrâneo floresta à équatoriale e o Golfo às ilhas
Canárias..." Temos os mesmos inimigos. É indispensável
unir-nos, porque as pequenas nações que somos não têm nenhum
futuro perante as uniões que estão a constituir-se na
Europa, na a América e na a Ásia. Devemos proteger a nossa
identidade, a nossa religião e o nosso território. Chamamos
os nossos irmãos da África do Norte e o Sahel a juntar-se à
nós.
À saída destas entrevistas, os presidentes o Burkina, o
Mali, o Níger e a Chade assinaram o 17 de Agosto de 1997 um
texto fundamental, ( a "declaração do cinco ") com KADHAFI.
O projecto de KADHAFI "Omnicitoyenneté pan-africaine "
(similar ao Omnicitoyenneté europeu proposto pelo PCN para o
Grande Europa unitária) oferecido pela Líbia: "A Líbia
declarou que as suas fronteiras estão abertas aos todos os
Africanos." Dirigi mesmo uma carta aos todos os países da
África para oficializar-o: não importa qual Africano pode
considerar-se como Líbio.
Para KADHAFI, a unificação do continente africano é um
imperativo obrigatório para a sobrevivência do continente:
"Queremos que a África entre plain-pied no IIIème milénio,
em continente confederado ou unificado." À fase dos Estados
Unidos da América ou, muito menos, da União Europeia. Aquilo
passa por uma pacificação dos países em conflito.
Partidário do Euro, KADHAFI preconiza também a unificação
monetária da África: "chamo de minha v?ux criação de um
Banco central africano." Mas é uma diligência ulterior. É
necessário de abordagem revivifier o Banco africano de
desenvolvimento. E queremos um fundo monetário para a
África. Aligeiraria a carga do Fundo monetário
internacional. Com um fundo para as moedas africanas,
chegaria-se à uma justa paridade entre estas moedas e o euro
ou o iene. É necessário facilitar as transacções com a
Europa, pelo representante do FMI ou o Banco europeu.
Assim KADHAFI, novo líder do Panafricanisme, recolhe a
herança prestigiosa de NKRUMAH, o primeiro líder do Gana
independente e chantre do panafricanisme: "É o interesse da
a Europa, a América, a China, o Japão, que existe um
conjunto que chamar-o-á-se os Estados Unidos da
África." É a solução histórica para o continente. Era a
ideia de Nkrumah, no início dos anos 60.
Um projecto semelhante ao de KADHAFI com efeito tinha sido
proposto pelo líder ganês Kwame KRUMAH nos anos 60 quando a
África era mergulhada na euforia da acessão à independência.
Os líderes africanos que preferiam consolidar as suas
frágeis nações o então emporté sobre os partidários da união
e o princípio inviolabilité das fronteiras herdadas do
colonialismo tinha sido inscrito na carta da OAU.
A UNIDADE AFRICANA em DEGRAU
O trigésimo aniversário da Revolução líbia, em Setembro de
1999, foi a ocasião da concretização efectiva dos projectos
de KADHAFI.
De Trípoli à Syrte, toda a Líbia vibrava ao som dos desfiles
militares que ritmavam os trinta anos da revolução. Mas
também das deslocações das numerosas delegações e os chefes
de Estado dos 43 países africanos - um recorde - que
participavam na última cimeira do O.U.A. do milénio, ao
convite de Moammar KADHAFI, para debater da unificação
panafricaine.
Os meios de comunicação social ocidentais descobriam então
com surpresa que chamam "o novo sonho do coronel KADHAFI".
KADHAFI define assim as razões da orientação africana da
Líbia: "Muito de abordagem, é revolucionário." É-se por
consequente muito tempo desembaraçado desde do racismo e o
regionalismo. Em contrapartida, acuso os governantes árabes
africanos ser racista. E devo chamar a sua atenção para a
necessidade de integrar-se ao continente africano assim a
não ser acusada, na África do Norte, de racismo como a
África do Sul estêve-o à justo título. O termo Apartheid não
pode ser pronunciado ao norte do continente como tinha-se o
hábito de fazê-lo, à época, na África austral! A posição
geográfica da Líbia está noutro lugar por específica, por
relatório à outros países árabes. A Líbia é portillon da
África ao norte do continente. Penetra profundamente ao c?ur
da África. Não pode por conseguinte ignorar a sua situação
geográfica e demográfica. É precisamente o que foi do
acolhimento dos movimentos de liberação africanos pela
Líbia. Não havia campos de formação para révolutionnaires,
de Mathaba, nos países árabes em parte externa da Líbia. Aí
está noutro lugar porque acusou-se a Líbia ser um Estado
terrorista, de de acolher campos de terroristas.
Simplesmente parce que a Líbia alojou campos de movimentos
de liberação. A maior parte dos países africanos tem
actualmente à sua cabeça líderes procedentes de movimentos
revolucionários que foram acolhidos no seu tempo na Líbia.
A minha fixação para com a África pode também explicar-se
pelo facto de é ela que tomou posição em favor da Líbia
quando golpeávamo-nos pelo embargo aéreo. Não é nem a Liga
árabe nem a União do Magrebe árabe (Uma)! (...)
Estamos ao c?ur da África. Sou vinculada com os Árabes da
península Arábica apenas por relações de sentimento. Mas com
os Africanos, é uma relação material e existentiel. A África
é o meu lugar natural. Vou dar-vos um exemplo: a relação que
existe entre Saxons na Europa e na a América é uma relação
sentimental. Mas Saxon europeu é europeu, tandis que Saxon
americano é americano. É a mesma coisa para nós. Os Árabes
da África são africanos, e os Árabes que são na Ásia são
asiáticos.
Para KADHAFI, o inimigo permanece o néocolonialisme na
África: "Tomam o exemplo da França:" aí está um país que
colonisé e ocupou uma parte da África durante uma centena de
anos. Mas o que deixou a França de trás ela? O
subdesenvolvimento, as doenças, a pobreza, o tribalisme, os
problemas de fronteiras... Pôde constatar por você mesmo que
quando os Estados Unidos da América penetraram o continente
africano, muito recentemente, praticamente houve apenas
problemas. É o caso no Chifre da África, na região dos
Grandes Lagos, em Sierra Leone, ao Liberia, no Angola, no
Congo, na Somália... Constatam como intervêm os Americanos
na África! E seguidamente, ao fim, que dão os Americanos aos
Africanos? E mesmo quando dão alguma coisa da mão direita, é
para retomá-lo da mão esquerda... A América quer em facto
aproveitar dos recursos africanos, no interesse exclusivo
das suas empresas.
A fraternidade afrolíbia inscreve-se em realizações
concretas, distante dos bonitos discursos impotentes do
Ocidente, como KADHAFI recorda-o ele mesmo: "Os Africanos
conhecem efectivamente a Líbia." Sabem que a Líbia é um
os seus, podido fazer-se o seu advogado, pode defender-o.
É a Líbia que vacinou 12 milhões de crianças africanas, não
a França nem os Estados Unidos da América. A América pode
vacinar um milhão de crianças africanas? Não. Evidentemente.
A COMUNIDADE SAHELOCSARIANA
O c?ur da nova África de KHADAFI, exemplo concreto da
solidariedade araboafricana, é a Comunidade sahélosariana,
como explica-o o guia da Revolução líbia:
" Há cinco mil anos, tribos árabes do Iémen vieram a África
do Leste e o Norte." Pouco pouco misturaram-se às populações
locais, negras ou berbères, e transmitiram-lhes o seu saber,
a sua língua, e a sua religião. É tempos re-dessiner o
verdadeiro mapa da África, não a dos militares alemães,
franceses, britânicos, portugueses ou holandeses, mas de
reconstruir uma unidade árabe legítima que estender-se-ia
assim do Mar Mediterrâneo floresta à équatoriale e o Golfo
às ilhas Canárias... Temos os mesmos inimigos. É
indispensável unir-nos, porque as pequenas nações que somos
não têm nenhum futuro perante as uniões que estão a
constituir-se na Europa, na a América e na a Ásia. Devemos
proteger a nossa identidade, a nossa religião e o nosso
território.
Chamamos os nossos irmãos da África do Norte e o Sahel a
juntar-se à nós. Declaro por conseguinte, a partir de
aujourd' hoje, os portos líbios abertos aos nossos irmãos
africanos, as suas mercadorias e o seu comércio... Não
queremos ser como raposas ou coelhos na floresta, à obrigado
dos leões. Queremos ser leões entre os leões. O Islão
reune-nos todos. Os nossos povos são vinculados por
afinidaoes históricas, nomeadamente o arabité. Não nos
propomos atacar nem invadir ninguém. Queremos o
desenvolvimento dos nossos países. Queremos a paz. Queremos
barrar a estrada às ingerências estrangeiras. Queremos
permitir aos nossos irmãos países encravados respirar. O
Sara que separa-nos deve ser vencido graça à construção de
novos eixos rodoviários, caminhos de ferro e aéreos.
A UNIDADE AFRICANA de KADHAFI É um REALITE E uns SUCESSOS
Como precisava-o a partir de 1999, bimensuel "a OUTRA
ÁFRICA", sublinhando os sucessos diplomáticos do Jamahiria
líbia, a última cimeira da Organização de Unidade Africana
do milénio estêve antes de todo "formidável uma operação
diplomática". Este sucesso de KADHAFI é à medida "do papel
que desempenha e propõe-se doravante brincar sobre a cena
diplomática continental e que parecem reconhecer-lhe a quase
totalidade das suas paridades africanas, que quase têm todos
os desfiles à Syrte ou de Trípoli desde um ano".
Certos jornais ocidentais também acrescentaram que KADHAFI
"trocava um sonho para um outro". É muito à facto inexacto!
Ao sonho generoso, compartilhado com NASSER e o BA' TH, da
unidade panarabe, sonho impossível em razão do egoísmo dos
líderes árabes e a sua sujeição impérialisme, KADHAFI não
substituiu não outro sonho mas um projecto ambicioso e
realista, que está em curso rápido de realização e que o
COMESSA, a Comunidade dos Estados sahélosarianos, presidida
pela Líbia, por espaço comercial e política unificados,
primeira pedra dos Estados Unidos da África e núcleo
fundador da África nova, concretiza já com sucessos.
Tão à última cimeira da OAU do segundo milénio, marcou um
sucesso sem precedente da diplomacia líbia e a vitória
pessoal de KADHAFI. "KADHAFI teve que queria:" desilusionado
pelo mundo árabe, teve êxito a ancoragem da Líbia ao coração
da África. Nunca tinha visto-se tanto chefes de Estado
juntos, assistindo um desfile de bandos africanos à
Trípoli", comentava-se" o BARBEIRO "."
Ao passar a ser o nascimento dos "Estados Unidos da África"
está previsto directamente e Syrte, a cidade natal do
Coronel, segunda capital da Revolução líbia, protegido o seu
Parlamento e a sua administração, assim o coração da nova
África.
O presidente argelino BOUTEFLIKA, presidente da OAU, falava
a este respeito"de um acontecimento histórico se é".
KADHAFI E O SOLIDARITE EUROCÁRABE EM MEDITERRANEE:
O projecto de KHADAFI inscreve-se também numa política de
aproximação euro-arabe e euro-africaine ao redor do Mar
Mediterrâneo : "..." a Europa prefere tratar com conjuntos
regionais. Por exemplo, o seu desejo de ver os países da
África do Norte reunir-se tinha-se levado os chefes de
Estado desta região a formar o UMA, a União do Magrebe
árabe. Mas os contenciosos entre o Marrocos e a Argélia
levaram a congelar esta comunidade. Mim, não aceito este
balanço. Por conseguinte, enjambé estes problemas para
formar o Comessa. É um grande conjunto que vai aproveitar à
Europa.
" Queremos a paz em Mar Mediterrâneo..." Queremos preservar
os interesses árabes e europeus, e desenvolver a cooperação
entre nós ", acrescenta."
A?uvre empresa por KADHAFI demonstra à unanimidade que se é
necessário unificar as forças progressistas árabes e
africanos, é necessário também esticar à unidade de acção
com a União Europeia como sublinha-o Sanoussi JACKEM, o
ministro da Integração africana e dos nigerianos do
exterior: "Queremos olhar para o Mar Mediterrâneo e a
Europa." As populações do Norte muito tempo têm sido
asfixiadas pelo encerramento da nossa fronteira
setentrional, por onde passam quase 90% do abastecimento em
produtos alimentares e têxteis do norte do país "."
Este ponto de vista é o dos líderes africanos que apoiam o
projecto líbio. "queremos olhar para o Mar Mediterrâneo e a
Europa", declarávamos Sanoussi JACKOU, o Ministro nigeriano,
em Trípoli em Agosto de 1997.
Nesta resposta impérialisme, à Árabes e Europeus certamente
estreitamente são unidos, não somente parce que
compartilham-se o Mar Mediterrâneo mas também e sobretudo
parce que a história tem-o reune ontem e que a vontade comum
de unificação dos nossos povos deve unir-o à novo aujourd'
hoje. A simbiose das unidades árabes e européias é
indispensável. A unidade árabe levará a caçar os americanos
do Mar Mediterrâneo e afastar do VIème flutua yankee além
das "colunas de Hercules". A unificação europeia, opondo nos
Estados Unidos um instrumento de potência militar, económico
e industrial que é-lhes superior, conduzirá derrota à
planetária impérialisme. Por último, juntos, europeus e
árabes refarão do Mar Mediterrâneo o seu lago interno, uma
nova "Lagoa Nostrum", como aos dias felizes em que esta não
dividia os povos mas unia-o.
A "TERCEIRA THEORIE UNIVERSAL"
KADHAFI é também théoricien, o do LIVRO VERDE e a "terceira
teoria universal ".
Não é demonstrar demagogia que de afirmar que a "Terceira
teoria Universal " aplicada na Líbia é um exemplo prático
de DEMOCRATIE DIRECTA, que merece qualquer nossa atenção
assim de definir uma alternativa ao seio das nossas
sociedades ocidentais.
A "Terceira Teoria Universal " não descansa sobre a
dialéctica parlementariste (língua de madeiras), mas sobre
uma realidade prática que dá ao homem outra dimensão que o
béatitude catódico e consumériste. A participação de toda e
muito em verdadeiros cidadãos é a estrutura chave deste
socialismo revolucionário à rosto humano!
Completamente analisada, o "Terceiro Teoria Universal " de
Moammar Kadhafi reforça possibilidades consideráveis. Lá
onde Marxisme-léninisme (cujos utopie activo não pôde ser
levado a efeito) encalhou, o Socialismo revolucionário líbio
conduzido para este princípio idéalisé...
Lá onde o capitalismo mundial encarcera "a ideia" nas normas
autorizadas por "l' American Way of Life", a democracia
directa demonstra liberdade, precisão e de eficácia e aquilo
aos todos os níveis. O Jamahiriya árabe Líbio sintetiza
qualitativamente as grandes reflexões doctrinales PROUDHON,
de MARX, de LENINE, de NIEKISCH num socialismo voltado para
o progresso.
A "Terceira Teoria Universal", politicamente realista, tem o
mérito de ter analisado os conceitos da Revolução francesa
de 1789, a Revolução bolchevique de 1917 e os diferentes
movimentos sociais e socialistas do XIXème e XXème século.
De facto, o princípio democrático é purgado tares, limpos à
incerteza diferentes théoriciens da revolução... O "Livro
verde" é um instrumento de propaganda para um verdadeiro
socialismo e para o direito dos povos a dispôr de eles
mesmos. É que a sociedade de "l' Homo Oeconomicus" não pode
suportar e é porque os EUA e sua larbins ocidentais aplicam
para com o "Jamahiriya Árabe Líbia" uma política de agressão
constante.
Apresentando o pensamento de Moammar KADHAFI, expresso no
"LIVRO VERDE", devemos sublinhar-nos a origem geográfica,
histórica e cultural de este pensamento e as reacções que
suscita. O autor de este pensamento é um homem procedente do
Terceiro mundo: mundo da recusa e a revolta, gerada pela
dominação que exercem mais forte e avançados
tecnologicamente. Estes ingénient inventar modos de
dominação a fim de manter a alienação cultural e preservar a
pilhagem económica.
Desta pertença geográfica e cultural, emerge a fonte da
hostilidade à qualquer pensamento, provindo do mundo
opprimés, zona de sombra, mundo em procura da Verdade,
querendo afirmar a sua existência, liberada de todas as
formas e sistemas de dominação. Assim, aparece este fenómeno
de agressão contra o pensamento e as posições do homem.
Moammar KADHAFI, o Jamahiriya Árabe Líbia Popular e
Socialista, e o povo Árabe Líbio tornaram-se o alvo das
campanhas de imprensa organizadas pelas forças
impérialistes. Assim, delimita-se aujourd' hoje o quadro
natural da luta que efectuam os povos opprimés. Duas forças
afirmam-se nesta confrontação: de um lado, a que representa
a dinâmica da história e?uvrant para uma existência livre;
do outro, a hostil à esta dinâmica, que combate recua,
consciente à prazo de perder as justificações da sua
influência no seu meio circundante se não a sua existência
mesma.
" A amplitude das participações nos colóquios internacionais
consagrados ao pensamento de Kadhafi desde duas décadas
(mais importante realizaram-se em Madrid e em Caracas no
início dos anos 80) põe em valor a autenticidade de este
pensamento, as suas origens humanas, geográficas e
culturais." Concretiza a gasolina do homem na sua existência
real, física e moral, qual que seja, desprovido de todas as
formas de depreciação, de arrogância e isolationnisme. São
lá, os mais que afectam o homem, numa realidade fundada
sobre um desequilíbrio explosivo... Porque que as forças
hostis aos progressos e a liberdade do homem consideram como
um equilíbrio, está realidade apenas perpétuité de situações
injustas, onde afirmam-se as regras da opressão, a pilhagem
e da dominação, estabelecidos pelos avançados
tecnologicamente, um período onde o opprimés encontravam-se
precisamente num estado de subjugação " escreve Said
Hafiana."
O QUE PENSAR DA CRÍTICA OCIDENTAL DA LÍBIA DE KADHAFI ?
Facto novo desde 1999, no seu conjunto, os meios de
comunicação social ocidentais, e em particular de língua
francesa, em Bruxelas ou em Paris, dão conta com um mínimo
de objectividade, o balanço dos 30 anos da revolução líbia e
a acção actual do coronel KADHAFI na África. A imprensa
africana, é muito simplesmente entusiasta.
No entanto as mesmas críticas retornam ainda : a Líbia
seria uma "ditadura ", apoiando o "terrorismo
internacional ". "estado vadio " de acordo com o State
Department. Parte do "eixo do mal " de acordo com BUSH.
Um bom exemplo desta desinformação é-nos dado "pelo MUNDO "
em Paris. Este publicava à ocasião dos trinta anos da
Revolução líbia, em Setembro de 1999, uma série de artigos,
onde não se cessava, à comprimento páginas, de difamar a
Revolução e o coronel KADHAFI, sob o título "o inferno de
Kadhafi". A entender o diário parisiense, a Líbia viveria
"um desastre económico" (SIC), com uma população
desencantada ao limite da miséria e uma juventude "em presa
à desolação e a droga" (resic), sem estar a falar das
devastações da prostituição. "o MUNDO" acrescentava que a
Líbia era "um país raramente aberto aos jornalistas
ocidentais". O todo acompanhado de entrevistas de
"testemunhos" anónimos à quem fazia-se dizer qualquer que
desejava-se entender.
Qualquer aquilo fez bem de rir os que conhecem a realidade
líbia. Porque se é um país onde cruza sem cessação dos
jornalistas vindos dos quatro cantos do mundo, está
efectivamente a Líbia, nomeadamente à ocasião dos encontros
internacionais que são organizados várias vezes por ano.
Sem estar a falar dos milhares de intelectuais de primeiro
plano, pertencendo nomeadamente Universidade à francesa, que
debatem à comprimento de anos nos colóquios e simpósios
internacionais organizados em Trípoli. "o MUNDO" ia até
acusar às universidades líbias que acolham demasiado
estudantes e ousava pôr em paralelo que chamava "a riqueza
dos reinos petroleiros " com a austeridade preconizada pelo
socialismo de KADHAFI. O diário parisiense esquecia precisar
que esta pretensa riqueza dasmonarquias é monopolizada por
uma minoria de privilegiados e que deixa panos inteiros da
população, autóctone ou imigrado, responsável baixas pelas
tarefas, às portas da miséria.
"THE GUARDIAN" publicava, ele, ao mesmo momento um longo
artigo consagrado Arábia à saudita e a realidade dos
pétromonarchies, que, anunciava o diário londrino, "se
encontra ao bordo da falência, acumulando as dívidas".
Acrescentava que "agora e já, dos sinais de pobreza são
visíveis." Nos bairros do sul de Djedda, em face dos
palácios dos Príncipes, apercebe-se o que se assemelha
extremamente taudis e a miséria do Médio Oriente, menos rico
em petróleo."" Precisava que "paralelamente perda de
confiança à gerada pelo desemprego, a delinquência progride
lentamente." A toxicomania espalha-se mais que quer
reconhecê-lo as autoridades."" E concluia precisando "que
escava-se o fosso entre o Príncipe e o Povo" e que "o tempo
veio onde as devastações produzidas por uma imensa riqueza
corre o risco de pesar mais pesado que as vantagens trazidas
pelo protótipo dos Estados pétroislâmicos".
Esta distância com o povo, esta miséria, os enviados do
"MUNDO" poderá procurar-o muito tempo na Líbia, onde reinam
segurança, justiça social, satiété e facilidade, aposta à
mal, unicamente em certos sectores de ponta como a cirurgia,
pelas consequências do embargo criminoso yankee. O que não
impediu os médicos líbios em missão de vacinar 12 milhões de
crianças africanas! Ou atribuir à UNESCO uma ajuda de 200
milhões de dólares para financiar 2.500 bolsas de estudo por
ano durante oito anos em favor da juventude africana. E o
fervor popular que acolheu o trigésimo aniversário da
Revolução indica efectivamente que o Povo é unânime de trás
o seu chefe.
Acrescentam que este Povo está armas; a Líbia, com a Suíça e
Cuba, um exemplo único, onde o Povo, constituído em milícias
populares, detem as armas necessárias à sua defesa. Qual
melhor prova da confiança mútua entre KADHAFI e o seu povo?
Aaquilo acrescentam-se as acusações clássicas de "ditadura"
e "ausência de liberdade". Acusações já colportées "pelo
MUNDO" o ano precedente, fim Junho 1998, à ocasião de
umatentado contra KADHAFI do "FRENTE NACIONAL ISLÂMICO"
líbio, suscitado, financiado e armado por Washington, e
evocando um "estado policial" omniprésent. Que desmentem
todos os que aproximaram KADHAFI. Por nosso lado, cada vez
que tivemos a honra a ser recebida pelo Guia da Revolução
líbia, à Syrte ou Trípoli, sempre golpeamo-nos pela ausência
destes dispositivos policiais que quadriculam as deslocações
das personalidades em Ocidente. É mais fácil aproximar
KADHAFI que de entrar um Colóquio das Comunidades Europeias
em Bruxelas!
"o MUNDO" não se para evidentemente lá. Acrescentava também,
ao momento mesmo onde os chefes de Estado africanos
empurravam-se em Trípoli, que o coronel KADHAFI "divertiu e
diverte ainda o mundo". Vê-se lá o desfasamento entre o
occidentalo-centrisme de um pequeno camarilla de jornalistas
parisienses e as realidades da África profunda, onde, das
margens do Mar Mediterrâneo ao Cabo, KADHAFI é admirado e
seguido.
As vitórias diplomáticas e políticas de KADHAFI e o peso que
confere-lhe doravante na África são noutro lugar de
inegavelmente à origem do aggiornamento da imprensa
europeia e singularmente de língua francesa ao respeito da
Líbia. As consequências económicas devidas ao levantamento
do embargo, no seguimento das vitórias jurídicas e política
do Jamahiriya, e o novo peso político de KADHAFI na África
levaram a classe política europeia e os seus portadores de
mala mediáticos a alterar de tom.
KADHAFI, O MOTORISTA DE POVOS
A palma do comentário mais estúpido que lemos sobre a Líbia
retorna contudo "ao HUMANITE" em Setembro de 1999. O diário
do Partido "comunista " francês, que tem mais "comunista"
apenas o nome e se vautre mais baixa na lama ideológica
sociale-démocrate, acusava em efeito à KADHAFI de ter
trazido ao seu país um projecto colectivo que excede-o e ter
querido dar-lhe uma dimensão superior.
A História conhece duas escolas: a ter-o -mais e a ser-o.
Ter-mais foi a filosofia Carthaginois e também, hoje, a
néocarthaginois de Washington e Wall Street. Ser é a vontade
de potência e superação do Césars do Império romano e os
seus sucessores, de Charlemagne Staline da "Terceira Roma
moscovite ". Face aos apetites de gozo e consumo da Escola
carthaginoise, motoristas de povos pensam que a felicidade
individual não é o absoluto horizonte dos povos e que é
necessário sobretudo dar-lhes um papel histórico e um
Destino. KADHAFI é de aqueles e a África cumprimenta nele o
um mais dos grandes chefes de Estados do nosso tempo.
A conclusão será dada por Nelson MANDELA, o chefe de Estado
sul-americano, ninguém da qual não poderá contestar o valor
moral e a exemplaridade. Ao Cabo, le13 Junho de 1999,
acolhia o coronel KADHAFI estes em termos: "preenchemo-nos
de receber por último aqui, ponta à do sul da África, a uma
das legendas revolucionárias da nossa época" !
ACTUALITE da LÍBIA de KADHAFI A a AURORA TERCEIRO do
MILLENAIRE
1999 marcou o grande regresso de Trípoli sobre a cena
diplomática e política internacional. Em efeito, após a
cimeira de Argel, a Organização da unidade africana (O.U.A.)
reunia-se do início Setembro 1999 à Trípoli para uma cimeira
extraordinária. Houve com sucessos por um reexame da carta
da organização. Guerras, divisões e subdesenvolvimento
económico fazem dizer à Moammar KADHAFI que a Unidade
africana é aujourd' mais que hoje necessária. É "a solução
histórica para o continente". "um conjunto que chamar-o-á-se
os Estados Unidos da África".
A nova política africana do Jamahiriya líbia assemelha-se à
se lá mim éprendre ao projecto communautariste europeu de
Unidade para a nossa grande pátria continental. E além das
palavras, há apenas a geografia que difere, bem no espírito
de Kadhafi, e o nosso, a África e a Europa sejam dedicados à
uma complementaridade geopolítica evidente. O conceito da
"Lagoa nostrum".
Assim levar a efeito esta tarefa histórica, Moammar Kadhafi
renunciou por constatações às uniões entre Estados para
privilegiar as aproximações économicopolíticas das quais uma
primeira experiência traduziu-se na criação do COMESSA, a
Comunidade dos Estados sahélosarianos que agrupa a Líbia, a
Chade, o Mali, Burkina Faso, o Sudão, o Níger e a República
Centro-africana. A etapa seguinte que deve ser a livre
circulação dos bens e as pessoas que porá um termo aos
problemas de fronteiras da África.
O compromisso africano de Moammar KADHAFI não se para ao
domínio económico. Multiplicando os seus bons serviços,
pôs-se em mediador em vários conflitos: à Chade, o Sudão,
entre a Eritreia e a Etiópia, na Somália ou ainda na África
central entre beligerantes à CongoKinshasa. Os seus esforços
valem ao Guia da Revolução líbia a consideração das suas
paridades africanas.
Esta saída da isolamento internacional, a Líbia deve-o
também à sua vitória política e jurídico sobre o processo
manipulado do atentado contra o avião do PanAm, acima
Lockerbie na Escócia em Dezembro de 1988. Forte de uma
decisão a o seu favor do Tribunal internacional de justiça,
o Jamahiriya aceitou entregar às Nações Unidas dois
suspeitos que foram julgados nos Países Baixos por um órgão
jurisdicional escocês. Esta vitória autorizou o levantamento
das sanções da O.N.U em Abril e abriu o caminho um início de
justa reabilitação de Moammar KADHAFI que foi apoiado desde
mais de um ano por numerosos chefes de Estados africanos e
específico Nelson MANDELA.
Imediatamente, as chancelarias européias convidaram a Líbia,
à título de "convidado especial", a assistir 4.a conferência
à eura-mediterrânico que teve lugar em Stuttgart a 15 e 16
de Abril de 2000 cujo objectivo é instaurar uma zona de
livre troca euro-mediterrânico ao horizonte 2010. A Líbia
oferece em efeito um perfil económico e comercial altamente
atractivo graça às suas riquezas petroleiras subaproveitadas
em razão do embargo. Sem estar a falar da sua evolução como
exportador agrícola com o projecto à metade realizado do
Grande rio artificial. E aquilo é a principal sem dúvida
razão do regresso em odor sainteté do Jamahiriya líbio entre
os governos da Europa. É necessário em efeito notar que sem
numerosos os investimentos financeiros e industriais líbios
numerosos países europeus encontrar-se-iam com dificuldades
sociais suplementares. É o caso da Alemanha com o seu novo
Länders sobre um plano industrial, a Espanha no domínio
petroleiro e a Bélgica no que se refere à finança. Sem estar
a falar da Itália. E esquecemos.
Em contrapartida, para os Americanos, não é pergunta seguir
a normalização internacional com Trípoli. Desde 1986 onde o
criminoso REAGAN, apoiado pela OTAN, tinha replicado um
atentado contra soldados americanos cometidos em Berlim, que
enviam os seus aviões em bombardear em Trípoli e Benghazi,
fazendo dezenas mortos de das quais uma rapariga adoptiva de
Kadhafi e centena de feridos, maioritariamente das mulheres,
as crianças e vieillards, então que a implicação líbia nunca
não foi provada, a atitude americana não alterou. A Líbia
permanece de noutro lugar visado sanções americanas
unilaterais entre as quais a lei dita "de Amato" (1997), que
aprova qualquer sociedade que investiria mais de 40 milhões
de dólares na Líbia (como em Irão) no sector dos
hidrocarbonetos.
Aujourd' hoje a Líbia é de regresso sobre a cena
internacional. As suas relações assim como as suas ligações
com a Europa retomam normalmente. O projecto de Unidade
africana é portador de uma real esperança de paz e de
prosperidade. Amigos sempre do Jamahiriya, podemos apenas
congratular-se. Mas na frente da situação mundial actual
onde os Estados Unidos proclamam-se abertamente como "super
a suprema potência", não podemos crer que as coisas vão
permanecer lá para os fanáticos criminosos de Washington. A
inclusão da Líbia fantasmatique no "eixo do mal " de BUSH
inaugura mal do futuro.
KHADAFI E A CAUSA DOS POVOS
A Revolução líbia se realizado desde mais de três décadas.
Mestre do seu destino no quadro de uma democracia directa, o
povo líbio está feliz e vive na dignidade. Distante o luxo
ruidoso dosmonarcas combinados de Washington, distante da
miséria das massas árabes, as riquezas do petróleo ele
retornam directamente. Num mundo onde pullulent os general-
presidentes e os maréchaux- ditadores, KHADAFI continua
coronel. E a sua revolução, théorisée sob o nome de
"Terceira teoria universal" no seu LIVRO VERDE, inspira
révolutionnaires dos quatro continentes.
Herói da causa dos povos, KHADAFI é um dos inimigos
principais de Washington. O seu país foi golpeado durante
mais de dez anos de um embargo injustificado, destinado a
quebrar o seu povo e a mergulhá-lo na miséria, genocídio
insidieux renovado seguidamente no Iraque. Não houve nada!
E o que a propaganda yankee qualifica de "terrorista"
aujourd' hoje tem-se tornado o sábio da África, para que
voltam-se as elites de um continente cansado do
néocolonialisme e as guerras civis mantidas impérialisme.
Porque o guia da Revolução líbia, após ter laborado o mar
para tentar fazer as unidades panoárabes, o sonho da sua
juventude, voltou-se de modo pragmático para a unidade
panafricaine e se albarda aujourd' hoje com um sucesso cada
dia crescente para os "Estados Unidos da África". Um
projecto e não mais um sonho, voltado para o século X e
orientado para a soldadura com a União Europeia e a Paz e a
unidade entre os povos do Mar Mediterrâneo.
É este homem e a Revolução que guia que apoiamos
indéfectiblement, nos cupões e maus os dias. Parce que
KHADAFI está com o CHE a figura de proa révolutionnaire
contratado no combate antiimpérialiste. Parce que o seu
combate para a dignidade e a causa dos povos é o nosso. E
também parce único a "Terceira teoria universal", doutrina
da unidade panafricaine, e o nosso Communautarisme européen,
doctrine de l'unification européenne qui annonce l'Etat
universel, sont soeurs et issues de la même volonté de
justice et d'équité, portées par la même volonté de
libération nationale et sociale.
La Révolution libyenne connaîtra encore bien des coups, des
agressions, des complots. Mais elle marche avec l'histoire
et on ne l'arrêtera pas !
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