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MCR [25.09.2007]
A
história do mundo mostra-nos que todos os países pobres do
planeta têm um antecedente colonial, com excepção da
Etiópia, que faz estabelecer uma relação estreita e directa
entre o subdesenvolvimento e colonização. No entanto, ainda
que tendo-o dos países pobres encontram na colonização o
pretexto ideal à sua deplorável condição, não pode à ela
única responder dos mais dado que a corrupção que drena os
recursos dos países para caixas pretas, que enfraquece
institucionais privando ao mesmo tempo a população dos
serviços cujas estruturas está direito de esperar, pesa de
qualquer seu peso na balança.
Definir a corrupção não é muito simples, está em certa
medida em certos casos uma inversão de papéis ou o homem de
negócios toma o lugar do político para poder influenciar
sobre a decisão da atribuição de um novo mercado, ou um
fornecedor põe-se a pagar e de outro lado um cliente que se
faz pagar. Compreendendo qualquer gama de manifestações
como: suborno, tráfegos de influências, contrabando, fraude
fiscal, lobbying, financiamento de partidos políticos,
delitos de neófitos, tráfego de narcótico, que seja passiva
ou activa a corrupção é por conseguinte a utilização da sua
posição por uma pessoa depositária da Autoridade Pública,
encarregada de uma missão ou investida de um mandato
eleitivo, para obter vantagens ao seu lucro ou em proveito
de outras autoridades.
A
corrupção é uma rede clandestina que utiliza fundos que
provêm de transacções secretas para subornar os funcionários
e agentes públicos. Brinca sobre as cordas de uma bateria
complexa que compreende: falsas facturas, caixas pretas, da
grande criminalidade, do tráfego de armas, da prostituição,
do branqueamento, qualquer rede que tem as suas ramificações
tanto na polícia como na justiça. É um aparelho muito
sofisticado difícil desmontar.
Revela-se que a corrupção é uma calamidade devastator que
diminui as capacidades de intervenção do Estado subtraindo
os recursos que poderia utilizar na dispensa dos serviços à
população. O desenvolvimento está por oposição o cheio uso
pelo Estado das vias e meios para a execução dos seus
programas e projectos, resulta enquanto que: corrupção e
desenvolvimento, emprestando a vias divergentes são
incompatíveis um do outro.
Combater a corrupção não pode fazer-se apenas através de um
discurso agressivo porque o inimigo está-se tapi na sombra,
não pode fazer-se também não através de uma repressão
orientada que ataca-se seus adversários ou oponentes
políticos, é uma luta muito complexa que deve passar por uma
vontade política real e uma renovação das estruturas
administrativas com outra vez motivo condutor. É também uma
batalha que passa por uma repressão policial e judicial
favorecendo ao mesmo tempo a promoção dos valores pela
concessão de salários razoáveis e uma boa cobertura social.
A
Convenção das Nações Unidas contra a corrupção é
inegavelmente um instrumento importante porque todos os
países signatários finalmente têm tomado consciência que é
uma calamidade destrutiva e que é necessário combater-o. É
um passo de gigante mas também e sobretudo um passo na boa
direcção.
ECHO
de Haiti convida-os uma vez mais a captar o seu programa,
este sábado noite 18 de Agosto de 2007, como de hàbito para
8 horas da noite, hora de Nova Iorque, sobre a frequência do
WUNR 1600 DE MANHÃ se está no Estado do Massachusetts ou
visitando o sítio Web seguinte:
www.labonitafm.com se está noutro lugar em algum lugar sobre
o planeta. Estamos abertos aos apoios e sugestões: ouvem,
escrevem ao endereço postal seguinte:
ECHO
de Haiti Po. Box 1305 Randoph meu. 02368, ou ao nosso
endereço electrónico echodhaiti1@yahoo.com. |