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A chamada grande
imprensa procura mostrar a Organização das Nações Unidas
como entidade séria, preocupada com os destinos da
humanidade e com a paz mundial: mentira!
Na verdade, conforme provam as conseqüências das nefastas
decisões do Conselho de Segurança, a entidade não passa de
manipulação mundial para beneficiar as potências
imperialistas.
A própria constituição das Nações Unidas foi uma jogada para
privilegiar os interesses sionistas e imperialistas no
mundo; verdadeiros tumores cancerígenos – o sionismo e o
imperialismo - que corroem e corrompem as relações entre as
nações.
Dentre os maiores crimes contra a humanidade, praticados
pelas Nações Unidas, está a criação do Estado artificial de
Israel, motivo de guerras e chacinas constantes no Oriente
Médio. O estado criado pela ONU é um país fantoche, criado
em terra alheia – Palestina – que só se mantém às custas da
chantagem mundial, da indústria da vitimização e do suporte
militar e financeiro norte-americano. O governo racista da
África do Sul e as guerras em Angola e Moçambique foram
criações do governo racista de Israel, que hoje em dia
possui armas atômicas jamais contestadas pelas Nações
Unidas. No passado recente, Israel invadiu o Líbano; hoje,
patrocina a explosão de carros-bombas em Beirute.
Que moral tem as Nações Unidas para criticar a República
Islâmica do Irã por desenvolver tecnologia nuclear pacífica,
quando silenciou criminosamente diante das bombas atômicas
de Israel? Nenhuma. Não tem moral, não tem razão e não tem
vergonha.
A guerra ao Iraque – um genocídio sem precedentes – foi
estimulada pelas Nações Unidas para favorecer os interesses
da indústria bélica e petrolífera norte-americana, e para
aniquilar um país árabe que ameaçava o poder militar
israelense. Utilizando mercenários de diversos países do
mundo, comprados por um visto permanente ou temporário, o
governo norte-americano estende sua desgraça e destruição
para famílias de povos que nada tem a ver com esta guerra.
A invasão do Afeganistão foi realizada com o beneplácito das
Nações Unidas. O Centro de Torturas de Guantânamo é mantido
com o silêncio da ONU. O Centro de torturas de Abu Grhaib
não mereceu a atenção devida do organismo internacional que
continua silenciando diante das torturas e execuções diárias
de prisioneiros nos países ocupados e invadidos por Israel e
Estados Unidos.
As crescentes ameaças à Síria e Irã fazem parte da política
covarde e criminosa das Nações Unidas, para favorecer os
governos mais criminosos e corruptos da história: EUA e
Israel.
Com raras exceções, a maioria dos diplomatas que “trabalham”
nas Nações Unidas é de fantoches de interesses espúrios,
assessores de coisa nenhuma, funcionários públicos
privilegiados de governos incompetentes, corruptos e
parasitas.
Em resumo, o fechamento das Nações Unidas seria um benefício
para a humanidade, que deixaria de ter um fórum
internacional cujo papel é legitimar invasões, guerras e
aberrações injustificáveis. |