MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                


Trípoli: Kadafi condena transgênicos

 

 

 O líder Muamar Kadafi manifestou preocupação com a poluição global e os produtos transgênicos durante reunião na cidade de Trípoli, no último dia 30, com entidades sindicais, associativas e estudantis. A reunião foi transmitida pela rádio Voz da África para todo o continente africano. A manifestação de Kadafi é um alerta diante dos perigos ambientais que cercam a humanidade.

           O líder revolucionário tratou do tema das sementes geneticamente modificadas, e sobre o monopólio desse processo por parte de países avançados: empresas satânicas, monopolizadoras, que desejam controlar o estômago do mundo.
           Kadafi citou fontes científicas que atestam o perigo das sementes geneticamente modificadas - transgênicas - que transmitem aos alimentos hormônios estrógenos, como no caso da soja, causando a esterilidade, diversos tipos de câncer e abortos.
           O perigo dos transgênicos é maior que o perigo do Hiv/aids, embora a prevenção do Hiv esteja nas mãos dos mesmos homens que controlam os produtos transgênicos e, por isso mesmo, não é possível detectar todos os riscos dessas sementes, que já estão entrando em componentes da indústria alimentícia, desde a carne, até sucos de frutas e pão.
            As companhias que elaboram as sementes modificadas, no passado se dedicavam a fabricação de armas químicas, entre elas figura, por exemplo, a empresa Monsanto, o que levanta suspeitas sobre esse tipo de empresa, porque o diabo nunca se transformará em anjo.
           O monopólio das sementes causou a elevação dos custos de produção, impedindo os paises pobres de racionalizar a produção. Além disso, os países monopolizadores da indústria alimentícia passaram a controlar os mecanismos do mercado internacional, recorrendo ao monopólio e a eliminação do excedente da produção, embora muitos povos da terra sofram com a fome.

           Kadafi sugeriu que os países criem bancos nacionais que protejam as sementes nativas, investindo na preservação e no desenvolvimento das sementes nativas.
           É necessário somar esforços dos países subdesenvolvidos para romper esse monopólio e desenvolver as indústrias de acordo com a natureza preservada, e desmascarar as políticas das empresas monopolizadoras e seus diabólicos objetivos.

           A mensagem do lider Muamar Kadafi é muito atual e nos remete ao fortalecimento das campanhas de boicote aos produtos transgênicos.

 

a) Movimento Democracia Direta do Paraná - Curitiba - Brasil

 Pesquisa russa demonstra que soja transgênica é nociva para saúde

Essa é a primeira pesquisa que determina claramente a dependência entre ingerir soja geneticamente modificada e a reação às criaturas vivas

(Da Agência Estadual de Notícias - http://www.agenciadenoticias.pr.gov.br)
A cientista russa Doutora em Biologia, Irina Ermakova, tornou público os resultados da pesquisa liderada por ela no Instituto de Atividades Nervosas e Neurofisiologia da Academia de Ciências Russa (RAS). Essa é a primeira pesquisa que determina claramente a dependência entre ingerir soja geneticamente modificada e a reação às criaturas vivas.

Durante o experimento, Ermakova adicionou flocos de soja geneticamente modificadas aos alimentos de ratos fêmeas duas semanas antes da gestação, durante a gestação e enfermagem. No grupo de controle havia ratos fêmeas que não tinham se alimentado com comidas geneticamente modificadas. O experimento foi formado com três grupos de três ratos fêmeas: o primeiro era o grupo controle, o segundo era o grupo com adição de soja transgênica, e o terceiro grupo com a adição de soja tradicional. Os cientistas contaram o número de ratos fêmeas que deram à luz a ratos com vida e os nascidos mortos.

De acordo com os resultados da pesquisa, o alto nível de anormalidade e morte posterior ao parto foi detectado a partir das fêmeas que foram alimentadas com adição de soja transgênica à comida. E 36% dos ratos nascidos vivos, estavam abaixo do peso, ou seja, com menos de 20 gramas, o que mostra uma evidente baixa condição.

“As estruturas de morfologia e bioquímica dos ratos são muito similares as dos seres humanos, e isso faz com que esses resultados nos preocupem muito”, disse Irina Ermakowa ao escritório de imprensa NAGS. De acordo com o vice-presidente da NAGS, Aleksey Kulikov, a informação recebida pela Dra. Ermakova confirma a necessidade de testes em grande escala de produtos transgênicos influenciando outras criaturas.

Milho transgênico - Em maio deste ano, o jornal “The Independent”, de Londres, publicou artigo do jornalista Geoffrey Lean, com o título “Milho Transgênico causa alteração em rato”. O texto denunciou que ratos alimentados com uma dieta rica em milho geneticamente modificado desenvolveram anormalidades em seus órgãos internos e alterações em seu sangue, segundo um estudo.

Cientistas consideram as descobertas como confirmação de um estudo britânico de sete anos atrás, que apontava que ratos alimentados com batatas transgênicas sofriam danos à saúde. Aquela pesquisa, severamente criticada pela comunidade científica britânica foi interrompida e Arpad Pusztai, o cientista que liderou o estudo, foi forçado a se aposentar. Pusztai também reportou uma “enorme lista de diferenças significativas” entre ratos alimentados com milho convencional e modificado.

 SOJA: OS VENTRÍLOQUOS  TRANSGÊNICOS

As discussões  sobre a biotecnologia, notadamente soja transgênica, na mídia brasileira têm ocupado um espaço muito importante para as definições de cenários estratégicos com a comercialização de produtos não-transgênicos. No tocante à polêmica sobre a soja, muitas vezes as matérias que têm sido apresentadas são opiniões de pesquisadores  empresários etc.; sem o vínculo agrícola necessário. Outro grupo tem o interesse direto ou indireto, porém, restrito aos resultados (produção), por isso totalmente indiferente às estratégias de mercado que possam beneficiar os sojicultores. Talvez é desta forma que se explica a falta de cuidados com o conhecimento tecnológico e/ou econômico na discussão do cultivo e do mercado da soja.

Tem-se observado que a falta do conhecimento específico sobre esse assunto, em muitos casos, está causando polêmica negativa. Não está em jogo a importância da biotecnologia na agricultura. É necessário que as informações existentes sobre as características da soja convencional e transgênica sejam avaliadas de forma isenta, tanto no aspecto do custo de produção (coeficientes técnicos utilizados para o plantio) quanto dos consumidores (qualidade/preço) e produtores (competitividade), sempre confrontando os dados do produto nacional com os dos nossos concorrentes.  Ressalte-se que o produto não-transgênico tem maiores chances econômicas na atual conjuntura mundial, em decorrência de suas características comprovadas, enquanto com respeito ao produto transgênico (soja) restam muitas dúvidas a serem respondidas.
Nessas condições tem se tornado uma prática a divulgação de dados sobre custos e produtividade de soja transgênica, com resultados totalmente distorcidos da realidade dos fatos. É uma mera repetição da já famosa e questionável retórica de argumentação de defesa, que tem sido apresentada pela maior interessada (multinacional). Registre-se que nos últimos cinco anos, com o surgimento da soja transgênica nos EUA, o desenvolvimento da produção de soja convencional no Brasil está sendo sustentado principalmente pelos ganhos  em produtividade, enquanto, para a dos EUA, a base foi a incorporação de novas áreas. O perfil acadêmico ou técnico dos autores tem uma relação de pouco ou nenhum envolvimento,  com o segmento agrícola e, mesmo assim, aqueles são os principais defensores da hipótese de superioridade do produto transgênico sobre o convencional. A estratégia do maior interessado é vincular a força acadêmica que alguns autores têm sobre esse assunto, mesmo que essa defesa seja de forma genérica sobre a importância da biotecnologia, à sua opinião favorável ao plantio da soja transgênica, na busca de uma sensibilização dos consumidores e produtores, na forma de garantias sobre a utilização de uma tecnologia que ainda não apresenta os resultados que os seus defensores divulgam no mundo inteiro sobre a redução de custos e de maior produção em relação ao material convencional. Todo e qualquer interessado no assunto pode e deve emitir opiniões sobre essa polêmica. Entretanto, deve-se tomar o cuidado de não avalizar números sem um argumento técnico.

Passados seis anos do início do plantio da soja transgênica nos EUA, alguns estudos já publicados, demonstram que as conclusões por parte dos  interessados (multinacionais) sobre os dois períodos, anterior e posterior ao plantio da lavoura transgênica (soja), como forma de divulgar os ganhos superiores com relação ao produto convencional, não têm surtido o efeito esperado, em virtude de uma avalanche de questionamentos apresentados por alguns estudiosos sobre o tema e que, até o momento, não houve nenhuma argumentação técnica contrária que fortaleça a tese das multinacionais.

Para aqueles mais interessados nos tais questionamentos podemos citar os trabalhos divulgados por Charles Benbrook do Nothwest Science and Enviromental Policy Center de Idaho (EUA) e o comparativo de custos entre Iowa (EUA) X Mato Grosso (Brasil) publicado pela Universidade de Iowa em 2000, sobre o plantio de soja.

Sintetizando os pontos mais importantes, podemos mencionar algumas conclusões a respeito dos trabalhos:

·         A produtividade da soja transgênica é, em média, de  2 a 8% menor que a das variedades convencionais (EUA).

·         A soja transgênica exige, em média, 11% mais agrotóxicos que a convencional. Há casos de utilização 30% superior(EUA).

·         A soja brasileira certificada como não-transgênica tem recebido inúmeros interesses de compradores europeus. Além do que o produto nacional está se tornando uma referência mundial. Esse é o maior prêmio que o produtor pode receber.

·         A área mundial de produtos transgênicos é de cerca de 45 milhões de hectares. Os EUA, Canadá e Argentina respondem por 98% do total (soja, milho, algodão e canola basicamente) sendo a soja a mais representativa com cerca de 30 milhões de hectares. A China responde por menos de 1% e o resto é dividido por 12 países. Isto significa que os transgênicos não estão crescendo no mundo, mas expandindo-se nos mesmos lugares de sempre.

·         O custo de produção da soja  no Mato Grosso (Brasil) é de cerca de US$ 469,50/ha, com potencial de produtividade de 3.734 kg/ha, contra um custo de US$ 688,93/kg/ha em Iowa nos (EUA) e um potencial de produtividade de 3.395/ha (Universidade de Iowa).

·         O custo de semente nos EUA (Iowa) está em torno de US$ 51,89/ha contra US$ 27,18/ha no Mato Grosso(Brasil). O custo de herbicidas/inseticidas no Mato Grosso (Brasil) é  cerca de US$ 88,96/ha, contra US$ 74,13 /ha em Iowa nos (EUA). Registre-se que para a discussão dos transgênicos (soja), os gastos com sementes e herbicidas/inseticidas é crucial. O estudo demonstrou que o Mato Grosso (Brasil) tem a favor uma redução de US$ 9,88/ha no custeio da lavoura de soja em relação ao Iowa (EUA) no que se refere aos itens sementes e herbicidas/inseticidas e, mesmo assim, com potencial produtivo 9% superior (Universidade de Iowa).

·         O mercado internacional está extremamente  receptivo ao produto brasileiro não-transgênico.

·         Em 2001. o Brasil (convencional) superou os americanos e argentinos (transgênicos) em matéria de produtividade média mundial de soja (2.720 Kg/ha).

·         Se o produto transgênico é tão importante e estratégico para os produtores norte-americanos porque uma certa multinacional daquele país quer repassar os resultados da pesquisa para os produtores brasileiros aderirem a essa modalidade de plantio? A resposta não está só na ampliação do mercado de sementes e herbicidas/inseticidas mas em reduzir, principalmente,  qualquer chance de um produto alternativo que possa concorrer no mercado mundial.

·         O maior contra-senso – os países mais desenvolvidos do mundo querem proteger a Amazônia e, ao mesmo tempo, as suas multinacionais incentivam o cultivo de plantas transgênicas, principalmente, na região norte do Mato Grosso (Amazônia Legal).

·         O total das exportações brasileiras de grãos de soja com destino a Europa no período de 1992 a 1996 foi de 17.345 mil toneladas, com média anual de 3.469 mil toneladas (considerado como período anterior ao cultivo da soja transgênica nos EUA). No período posterior (1996 a 2000), foram exportadas 31.754 mil toneladas, com média anual de 6.351 mil toneladas, aumento de 83% nos volumes embarcados.

·         As exportações brasileiras  de soja (em grãos) para a  China, durante os cinco anos anteriores a 1996, foram cerca de 15 mil toneladas. Os cinco anos posteriores ao aparecimento da soja transgênica nos EUA (1996), os sojicultores brasileiros exportaram 3.676 mil toneladas, com média anual de 735 mil toneladas. Ressalte-se que a China é o país que mais compra soja norte-americana. Os chineses  estão em processo de rotulagem da soja transgênica.

·         As vendas para o Japão, comparando o período anterior e o posterior a 1996, são mais modestas,  1.870 e 1.985 mil toneladas, respectivamente. O incremento  de 6%, inicialmente parece pequeno, entretanto, os dois últimos anos foram os mais importantes e melhoraram a média. Aumentou considerávelmente o número de missões japonesas, em território brasileiro, interessadas na compra de soja. O Japão só negocia soja com certificado.

·         A produção mundial  de soja no período de 1998/99 a 2001/2002 cresceu de 160 milhões (efetiva) para 181 milhões (estimativa), aumento de 13%. Nos últimos três anos, os EUA não apresentaram modificações significativas e o volume exportado ficou em cerca de 27 milhões de toneladas. O Brasil saltou de 9 milhões (efetivo) para 17,5 milhões de toneladas (estimadas),  crescimento de 94.4% (USDA).

·         O Brasil, tradicionalmente, não tinha representatividade no cenário mundial sobre exportações de milho, entretanto, as exportações em 2001 deverão  superar  4 milhões de toneladas do milho não-transgênico.

·         A média da produtividade da soja nos EUA (1992 a 1996) foi de cerca de 2.481 kg/ha (período não-transgênico). No período transgênico (1996 a 2000), alcançou 2.560 kg/ha, crescimento de 3% (Oilseeds: World Markets and Trade).

·         A média da produtividade da soja convencional brasileira no período (1992 a 1996) foi cerca de 2.202 kg/ha. No período (1996 a 2000) alcançou 2.493 kg/ha, crescimento de 13% (Oilseeds: World Markets and Trade).

·         Os negócios com a soja convencional certificada já estão acontecendo em grandes volumes, tanto aqui no Brasil como nos EUA; porém, existem muitas controvérsias sobre o valor e sobre quem está recebendo o prêmio. As multinacionais  alegam que os custos da segregação e certificação são muitos altos. A melhor maneira para que os produtores brasileiros não tenham esse tipo de custos, que pode anular o ganho do prêmio, é postergando a aplicação da tecnologia da soja transgênica no Brasil, até que sejam totalmente respondidas as principais dúvidas.

Esses resultados alcançados nas exportações aliados ao melhor índice de produtividade do mundo (2.720 Kg/ha) demonstram que a moratória jurídica contra os transgênicos em vigor desde setembro de 1998 não causou nenhum efeito negativo no segmento da soja. Por isso, para que esse processo tenha continuidade, é preciso cultivar a soja convencional, caso contrário, os produtores poderão perder competitividade para o produto norte-americano. Esta é a melhor resposta para aqueles que propagam na mídia inverdades sobre perdas comerciais ou tecnológicas.

Da forma como foi constituída, a soja transgênica  é um mercado de mão única. Das partes interessadas é a multinacional que obtém as melhores vantagens sobre o investimento de uma lavoura de soja, comercializando um pacote tecnológico (sementes/agrotóxicos), com riscos reduzidos. Para o produtor a variável climática poderá inviabilizar  em uma única safra a continuidade na atividade. Essa geração de soja transgênica tem um único beneficiário que, com certeza não é o sojicultor . Para o produtor nacional seria muito mais importante e mais rentável se, ao invés de produzir uma soja resistente aos herbicidas, gerasse um produto com maiores teores de óleo e proteína. Entretanto, esse tipo de pesquisa não deve interessar a esses  grupos (multinacionais) porque poderia trazer redução no uso de sementes/agrotóxicos. Caso houvesse a disponibilidade no mercado, desse tipo de cultivar, que poderia apresentar maiores teores de proteína e de óleo, seguramente atenderia melhor as expectativas dos sojicultores no que se refere ao custeio das lavouras, tendo em vista que a necessidade de incrementos na área plantada seria menor quando se comparasse com o material genético existente e atenderiam ao mesmo tamanho da demanda do momento. Entretanto, isso implicaria em redução nas vendas dos seus produtos e, conseqüentemente, nos lucros dessa empresa. O mercado de sementes no Brasil movimenta US$ 700 milhões e o de defensivos US$ 2,3 bilhões anuais.

As lavouras de soja, entre 1997 e 2000, consumiram, em média, 62 mil toneladas de herbicidas (produto comercial) e geraram receita, em média, de US$ 660 milhões. O consumo total dos herbicidas no Brasil (1997 a 2000), em média, foi de 150 mil toneladas e geraram receita de US$ 1,26 bilhão para os fabricantes. O total dos gastos médios (1997 e 2000) com defensivos (herbicidas, inseticidas, fungicidas e acaricidas) movimentou, no comércio brasileiro, cerca de US$ 2,3 bilhões. A cultura da soja representa 28% dos totais dos gastos com defensivos no Brasil, considerando somente o uso de herbicidas na lavoura. É o dado mais representativo de todo o segmento agrícola brasileiro, sobre vendas de defensivos  no País. A soja transgênica é a melhor alternativa encontrada pela multinacional proprietária da marca (RR), para aumentar vertiginosamente a sua participação, no futuro, com as vendas de defensivos que atualmente representam 8% do mercado brasileiro. Além do mais, esta mesma empresa multinacional tem uma participação modesta na comercialização de sementes de soja no Brasil (18% produto convencional). As pretensões são de que esse número cresça rapidamente com as sementes transgênicas, caso sejam liberadas ao plantio. Ressalte-se que, nos EUA, a área cultivada com soja transgênica pode representar 60% da área total plantada com a soja e, na Argentina, representa 90% com a semente resistente ao produto comercial denominado “Roundup Ready” (RR). Essa tecnologia (transgênica) evoluiu, nesses dois países concorrentes, em apenas seis anos e somente não é ocupada a área total, com receio das barreiras impostas pelos principais importadores condicionados às questões sobre a qualidade duvidosa do produto transgênico. Além disso, o Brasil   oferece ao mercado mundial um produto convencional, mais competitivo (2.720 kg/ha) e não constam registros sobre malefícios de qualquer natureza. Só está faltando o Brasil aderir  a esse tipo de tecnologia para que esse controle atinja dimensões hegemônicas no comércio mundial de soja transgênica. O mercado formal de sementes representa, aproximadamente, 60% do total das sementes utilizadas no Brasil, principalmente de milho e soja que, juntos, movimentam cerca de US$ 500 milhões. São as sementes fiscalizadas e certificadas. Os mercados formal e informal de sementes, incluindo-se também todas as culturas de grãos, fibras e forrageiras movimentam cerca de US$ 700 milhões. ( Fonte: Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Defesa Agrícola (SINDAG)

ABRASEM – Associação Brasileira dos Produtores de Sementes)

Nessa disputa junto aos formadores de opinião, aparentemente, as empresas multinacionais estão tentando levar algumas vantagens. Isso porque estão sendo desviadas intencionalmente as atenções do foco principal,  que são as diferenças das peculiaridades técnicas e de mercado entre o produto convencional e o transgênico, mostrando, assim, as avaliações positivas do produto modificado na ótica do pesquisador sobre a importância da biotecnologia.

Nesse papel, entre a vaidade e o corporativismo de alguns surgem as defesas irrestritas das descobertas científicas (soja transgênica). É perceptível, para quem trabalha com a soja, que muitos discursos sobre as vantagens do material transgênico são uma retórica da própria defesa das multinacionais e, muitas vezes, estão relacionados com pessoas com forte  influência de “marketing”, porém totalmente fora do foco da sua verdadeira atividade.

 (Marco Antônio de Carvalho –Fone: xx (61) – 312.6254 – e.mail: marco.carvalho@conab.gov.br)

Analista de Soja

Nota: o trabalho apresentado não reflete, necessariamente, a posição da CONAB.  As idéias contidas no texto são de responsabilidade do autor
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A própria constituição das Nações Unidas foi uma jogada para privilegiar os interesses sionistas e imperialistas no mundo; verdadeiros tumores cancerígenos – o sionismo e o imperialismo - que corroem e corrompem as relações entre as nações.
Dentre os maiores crimes contra a humanidade, praticados pelas Nações Unidas, está a criação do Estado artificial de Israel, motivo de guerras e chacinas constantes no Oriente Médio. O estado criado pela ONU é um país fantoche, criado em terra alheia – Palestina – que só se mantém às custas da chantagem mundial, da indústria da vitimização e do suporte militar e financeiro norte-americano. O governo racista da África do Sul e as guerras em Angola e Moçambique foram criações do governo racista de Israel, que hoje em dia possui armas atômicas jamais contestadas pelas Nações Unidas. No passado recente, Israel invadiu o Líbano; hoje, patrocina a explosão de carros-bombas em Beirute.