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WU ZEXIAN
O embaixador da China à Kinshasa, Wu Zexian, atribuiu uma
entrevista exclusiva ao jornal o Potencial no curso da qual
refere a cooperação entre a China e o RDC alivia os temores
dos uns e dos outro sobre os acordos de cooperação assinados
em Setembro de 2008 com o RDC e sublinha o princípio básico
da diplomacia chinesa. Abaixo, a integralidade desta
entrevista recolhida por Freddy Mulumba & Claude Mukeba no
jornal "o Potencial", o 15 de Janeiro de 2008.
O Sr. embaixador, neste início do ano 2008, qual é o estado
da cooperação entre a China e o RDC? Em primeiro lugar,
agradeço-os oferecer-me esta ocasião de dirigir-me uma vez
ainda ao público congolês. Tem a desejar-vos o bom ano 2008.
A propósito da cooperação a China-RDC como sabe-o, ao mês de
Setembro de 2007, houve a assinatura de um acordo entre um
grupo de empresas e dos bancos chineses e a parte congolesa.
Desde a assinatura deste acordo, os peritos, os engenheiros
e os técnicos de dois países puseram-se ao trabalho para
finalizar as modalidades concretas desta cooperação
gigantesca. A que saiba, praticamente terminou o seu
trabalho, há de aquilo uma ou duas semanas. Por conseguinte,
num futuro muito próximo, haverá o arranque de primeiras
fracções de projectos, além da visita do governador de Lexim
Bank, que é um dos actores desta cooperação.
Este banco financiará o conjunto das operações. Apresso-me
de dizer-vos que é esperado para o fim deste mês de Janeiro
para precisamente marcar o início do trabalho. Será
acompanhado dos representantes de duas empresas que são
implicadas nesta cooperação, Crec e Sinohydro. São empresas
importantes na China que têm da avaliação na realização
grandes trabalhos. Aí está! Está-se num estado bastante
satisfatório do lançamento de todos os projectos. Qual é a
parte do governo chinês estes em projectos? O governo chinês
apoia totalmente os bancos e as empresas chineses nos
esforços de cooperar mais com os países em vias de
desenvolvimento. Em certos países, o modelo quer que seja o
governo ele mesmo que assina os acordos com os governos dos
países em questão. Para o caso do RDC, houve a preocupação
de não sobrecarregar pesada a dívida já contratada. Não se
pode copiar o modelo de governo à governo.
A China teve a diversificar as coisas, apoiando-se sobre o
modelo de empresa à empresa. As autoridades congolesas por
conseguinte confiaram a tarefa ao Gecamines. Trata-se de uma
joint-venture. É esta joint-venture que emprestará ao
dinheiro de Lexim Bank e reembolsá-lo-á. Esta cooperação
apoia-se sobre empréstimos na perspectiva da exploração em
comum dos recursos naturais. A ideia desta cooperação
precisamente, é efectuar duas operações simultaneamente. De
um lado, a exploração dos recursos naturais, do outro, a
realização das obras públicas. Por conseguinte, o arranque
será simultâneo. Aquilo quer dizer que o banco deverá
investir, desde o começo, ao mesmo tempo na exploração dos
recursos naturais e a realização das obras públicas. É uma
ideia genial. Quem vai reembolsar ao banco? Não é o governo
do RDC. É esta joint-venture criada precisamente pelo grupo
chinês e o Gecamines, com o dividendo que decorrerá da
exploração dos recursos naturais. No fim, ambas as partes
reencontram-se nesta cooperação. De um lado o Banco e as
empresas chineses terão a sua parte com a exploração dos
recursos naturais. Do outro, o RDC, através do Gecamines,
beneficiará das suas vantagens com trabalhos de
infra-estruturas que serão realizados. Quanto à exploração
das minas, esta necessita investimentos gigantescos. E crê,
como os peritos de dois lados longamente tem discutido sobre
as modalidades concretas, será algo que gagnant-gagnant,
dado que é o princípio básico.
Não haverá desequilíbrio. Não é a nossa vontade de criar um
desequilíbrio nesta cooperação.
Será igualmente algo de benéfico para a parte chinesa que
para o RDC. Será uma cooperação muito equilibrada. Como
fazer para evitar ao RDC a espiral da dívida? Este problema
preocupou-nos desde o começo. E é precisamente por
preocupação de não sobrecarregar pesadas as dívidas do
governo do RDC que inventamos este modelo criando uma
joint-venture. A responsabilidade é por conseguinte clara.
No pior dos casos, se esta joint-venture não trabalha bem e
não chega mais a reembolsar ao banco, é o banco que assume a
responsabilidade e toma o risco. O governo do RDC não é tido
de reembolsar ao lugar desta joint-venture.
Desde o começo, quis-se evitar um cenário que
sobrecarregaria pesadas as dívidas do governo do RDC. Posto
isto, o que tranquiliza os parceiros de dois lados, é que
nós, igualmente os engenheiros, os responsáveis das empresas
de bancos e as empresas chinesas que os responsáveis
congoleses, somas das pessoas sérios. Lançando-se em tal
negócio, efectivamente analisou-se a situação. Estudos de
viabilidade foram efectuados. Os peritos estudaram todos os
detalhes da operação. A conclusão é simples: através de esta
cooperação, o risco é mais menor. Em contrapartida, haverá
um lucro para ambas as partes. Um trabalho meticuloso e
detalhado foi feito por ambas as partes. Não se vem
aventurier numa cooperação de grande envergadura tal. À que
vincula-nos à parte congolesa é fundada sobre uma base
séria. De acordo com certas críticas, o dinheiro posto em
disposição do RDC corre o risco de desequilibrar a sua
economia.
Que respondem à esta crítica? Não são de críticas fundadas
sobre a realidade, dado que a realidade expliquei-vos -o:
não haverá dívida do governo do RDC. Isto de resto foi
explicado desde o começo, aquando da assinatura deste
acordo. Estes temores ou estas críticas não são fundados.
E sobre este ponto, não recebi mal jornalistas tanto da
imprensa congolesa como ocidental. Discuti com os meus
colegas europeus ou as delegações vindas da Europa.
Efectivamente expliquei que tivesse dito daqui a pouco para
tranquilizar todos, precisamente no que diz respeito a esta
preocupação ou este temor de ver a dívida do RDC
sobrecarregar-se pesada ainda com a assinatura deste acordo.
A propósito do desequilíbrio da economia congolesa, penso
que é ainda um temor injustificado. Para desenvolver a
economia de um país, é necessário a infra-estrutura primeiro
desenvolver. Se não há infra-estrutura, não se pode fazer
nada. E creio que as autoridades congolesas têm razão de
privilegiar os projectos de infra-estruturas nesta
cooperação. , Os Chineses, emprestamos à este percurso nesta
vasta reforma da nossa economia para o fim dos anos 70.
Tínhamos colocado a tónica, e mesmo hoje, nós colocamos a
tónica sobre o desenvolvimento das infra-estruturas que é
crucial para o desenvolvimento económico de um país. Em vez
desequilibrar, como alguns temem-no, a economia, será
certamente um factor benéfico, crucial e indispensável para
o desenvolvimento económico do conjunto do país. Nas
relações entre o RDC e as instituições de Bretton Woods,
retorna-se regularmente sobre uma coisa: a incapacidade do
Congo de absorver créditos. Pensam que o RDC poderá ser
capaz de absorver os mil milhões chineses? Creio que o
ministro Lumbi utilizou uma palavra que caracteriza
certamente esta cooperação: a "troca". De um lado, a
exploração das minas, o outro a realização das obras
públicas. Não se trata por conseguinte de entregar mil
milhões entre as mãos das autoridades congolesas de modo que
utilizem-o a fim de realizar obras públicas. Não! É uma
cooperação que consiste a criar, como disse-vos -o, uma
joint-venture. Ou seja, há, não somente os peritos
congoleses, mas também dos peritos chineses que trabalharão
juntos para gerir o conjunto dos projectos, igualmente a
situação das minas que a realização das obras públicas. Não
se trata por conseguinte de mil milhões postos em disposição
da caixa nacional do RDC.
Não. Não é aquilo. É a joint-venture que vai gerir o
conjunto das operações. Dado que fala da troca, o que é que
foi faz a nível das estruturas instauradas para velar que
troca-o seja equitativo? Como tenho-o explicado daqui a
pouco, os peritos de dois lados trabalharam seriamente e de
maneira meticulosa para efectuar estudos de viabilidade. Já
têm realizado um trabalho notável e todo é fundado sobre uma
base sólida, após o sério trabalho dos peritos. Não é uma
imaginação das políticas. São estudos de viabilidade que
foram realizados por peritos. Como disse-vos -o,
teoricamente, se há um malogro nesta cooperação, é o banco
Lexim Bank que vai tomar o risco e assumirá as suas
responsabilidades. Mas o banco é que confia, porque houve
precisamente estudos de viabilidade que já têm sido
efectuados e que demonstram claramente que não é conveniente
temer.
De resto a China está presente na África desde décadas e
efectuamos já cooperações deste tipo. Talvez não exactamente
o mesmo modelo, mas de acordo com a realidade dos países. Em
outros Estados, já temos tido êxito este tipo de cooperação
na África do norte e a África do Sul. E aquilo muito andou
bem. Residimos que confia no que diz respeito ao RDC.
Fala-se cada vez mais da União Europeia que por-se-ia de
acordo com a China para encarar a cooperação com a África. A
China não teme que seja provocada pela União Europeia? Não!
A China é um país soberano que tem uma política diplomática
bem determinada. Com efeito, a nossa diplomacia é fundada
sobre um princípio que se resume em duas palavras: a paz e o
desenvolvimento.
A nossa visão é clara e precisa. Não é conveniente temer que
a China seja provocada por outros parceiros. Desenvolvemos
as nossas relações de cooperação com todos. Com a África, a
Ásia, a América e a Europa. Temos relações de cooperação com
todos. A propósitos precisamente da ideia melhor de cooperar
entre a China e a Europa nos nossos esforços de ajudar ao
desenvolvimento países africanos, apoiar-nos-emos sobre os
grandes princípios que guiam a nossa diplomacia: respeito
mútuo e vantagens recíprocas. Desde este princípio é fixado
e respeitado, não se pode encarar outra cooperação que
consiste a danificar a cooperação existente. Não é a visão
dos Chineses. Penso que os Europeus não vão propôr tal coisa
aos Chineses. Se a China e a Europa chegam a cooperar com o
objectivo de ajudar os países africanos, aquilo deve ser
algo de vantajoso e benéfico aos países africanos. Dizemos:
é necessário que as cooperações completam-se. Sobre o
concreto, esta ideia quer dizer qual? Pode-se ver um dia dos
projectos co-financiados pela China e pela Europa em
proveito da África? De momento, ainda não tenho tido
conhecimento dos projectos concretos, conjuntamente
efectuados pela China e pela Europa.
O nosso princípio, é que somos favoráveis tal cooperação no
sentido favorecer o desenvolvimento económico da África.
Concretamente, não se tem ainda um projecto comum, mas creio
que começa-se passos neste sentido. Houve projectos de
construção dos troços de estradas na África financiados por
instituições internacionais, incluindo a União Europeia, ou
certos países europeus. E estes projectos, quando houve
concursos, são as empresas chinesas que ganharam o lote e
realizam projectos financiados por instituições
internacionais ou européias. Penso que é uma boa forma de
cooperação.
Dado que, de um lado, houve instituições financeiras
internacionais, do outro, das empresas chinesas que podem
realizar estes projectos. É algo de benéfico, porque as
empresas chinesas, quando realizam estes projectos, fazem-no
ao mais mínimo custo com um melhor desempenho. É suficiente
constatar as coisas que são realizadas por toda a parte na
África, desde a África do norte até à África do Sul para
convencer-se. Em RDC, há troços das estradas que são
realizados por empresas chinesas. Creio que as autoridades
congolesas e a população das regiões em causa estão
contentes
A Cooperação a China-RDC não sobe aos acordos de Setembro de
2007. pode conhecer os sectores que beneficiaram da
avaliação chinesa? Como tenho-o explicado daqui a pouco,
haverá cedo a visita do governador de Lexim Bank para
concretizar esta cooperação cooperação. De resto, desde a
assinatura do acordo-quadro desta cooperação, os peritos de
dois lados trabalharam muito para finalizar as modalidades
concretas. Para uma cooperação de grande envergadura tal, é
necessário um trabalho meticuloso de preparação. No que diz
respeito à segunda parte da vossa pergunta, creio que são
todos os sectores que interessam os investidores chineses.
Porque é um país que tem todas as vantagens para um
verdadeiro desenvolvimento económico.
Há apenas o sector mineiro. Tem necessidade de todo com
efeito. A indústria: em vez importar todos os produtos do
exterior, vale melhor que criava as vossas próprias
fábricas, desenvolvia a vossa indústria aqui para produzir
material de construção, as matérias básicas assim como o
aço, o ferro, etc. tem também necessidade de produzir
artigos de consumo corrente. Pode fazê-lo. Os automóveis, em
vez importar, é suficiente criar uma fábrica de automóveis,
ainda que ao início não se tem realmente a tecnologia. Mas
pelo menos, pode-se fazer a montagem e após desenvolver a
tecnologia. Por conseguinte, todos os sectores poderão
desenvolver-se, se tem uma política definida bem de
desenvolver a vossa indústria. A agricultura também. Tem
condições naturais muito favoráveis. Tem uma superfície de
solos aráveis comparável à a que a China possui.
Infelizmente, muitas terras são abandonadas. É necessário
criar um ambiente favorável para atrair os investidores.
Quem estão lá! Estão prontos para vir, mas observam ainda.
Porque não são ainda muito certos do ambiente de negócios.
Desde são persuadidos que todo já é posto sobre a boa via,
os investidores virão trabalhar. Estou certo que investirão
todos os sectores, da indústria, da agricultura ao turismo.
Sobre este ponto, tem uma potencialidade turística enorme
uma floresta virgem, de vastas reservas naturais, de bonitas
paisagens. Fui várias vezes ao Leste do país, nas regiões
dos Grandes Lagos. Paisagens fantásticas. E se chega-se a
desenvolver o sector turístico, haverá muitos turistas que
virão. Qualquer aquilo interessa os investidores. Creio que
o governo do RDC deveria fazer esforços para criar um clima
de investimento atractivo de modo que as pessoas venham.
Mim, como embaixador da China, não pararia realizar esforços
para incentivar as pessoas a vir ver, a fazer-se uma ideia
exacta antes de permanecer. Um potente investidor já tem
vindo de assinar um acordo para cultivar uma plantação de
300.000 hectares palmeraies. É um bonito golpe. Agora, as
preparações estão em curso para vir plantar. Um projecto
típico do investimento chinês um em sector diferente o das
minas. Quantos empresas chinesas estão já no Congo? Não
tenho número exacto. Mas sei que há várias gordas empresas
chinesas. Há por exemplo a empresa das telecomunicações ZTE.
É precisamente o proprietário de ZTE que teve a ideia de
investir em palmeraies. Há também a sociedade Wang Wi que é
lá por muito tempo. E seguidamente, várias sociedades estão
nas obras públicas, a construção das estradas: o Sinohydro
por exemplo. Outra?uvre no sector das pontes e calçada.
Citaremos umas outras empresas importantes no sector
mineiro. Não mal pequenas empresas trabalham igualmente no
sector das minas. Mas como não vieram de fazer-se registar à
embaixada, não tenho a ideia do seu número. Em todo caso,
espero que há cada vez mais investidores que vêm e que não
trabalham unicamente no sector mineiro, mas também outros
sectores, incluindo o da propriedade. É um país que tem
ampla necessidade de edifícios, igualmente para os
alojamentos, os escritórios que para outras instalações como
os supermercados, etc.. Pode-se conhecer o número de
Chineses vivo ao Congo?
É um verdadeiro quebra-cabeças, porque os que vêm não se
manifestam necessariamente à embaixada. Retornam, repartent
sem que saiba-o -se. É muito difícil fazer um recenseamento.
Não há obrigação para os cidadãos chineses de manifestar-se
à embaixada. Certas gordas empresas tiveram a ideia de
informar-se junto da embaixada para examinar a situação de
investimentos. Mas os pequenos empresários, muito
frequentemente, vêm e repartent, retornam sem que a
embaixada saiba.
É muito difícil ter uma ideia exacta Quantos Chineses virão
para os trabalhos de infra-estruturas em RDC porque
avança-se já o número de 20 para do mil? É necessário imagem
primeiro retirar esta imagem que é muito velha, esta que
recorda o antigo tempo onde a mão-?uvre chinesa barato era
utilizado maciçamente na realização dos trabalhos básicos em
outras regiões do mundo. É uma imagem que é já ultrapassada.
E agora, que constata-se na África ou em outras regiões do
mundo, quando há estaleiros a realizar por Chineses,
certamente, não há mal chineses, mas há sobretudo muito
mão-?uvre local.
A razão é muito simples. A mão-?uvre local é barata. É bem
mais interessante utilizar a mão-?uvre local que de fazer
vir dos trabalhadores chineses que não deixam de ser baratos
e custa-o muito caro. Por conseguinte, é claramente mais
interessante utilizar a mão-?uvre local que de fazer vir
muito mão-?uvre chinês. Excepto engenheiros, os técnicos e
certos trabalhadores qualificados de modo que os trabalhos
vão rapidamente. Ainda não se tem tencionado calcular o
número exacto dos Chineses que vão chegar. É um detalhe. Não
é importante, dado que importante é realizar trabalhos, os
estudos de viabilidade. Diz-se que a China poderá
desenvolver atitudes impérialistes como o mundo ocidental.
Etes deste parecer? Evidentemente, pode-se ser de acordo com
esta visão apenas a China tornar-se-ia-se um país
impérialiste.
A China nunca foi um país impérialiste. Pelo contrário, a
China sempre mostrou-se muito amigável no que diz respeito
aos outros países em vias de desenvolvimento, porque,
somo-nos sobre a fase de desenvolvimento. A China é mais o
grande país em vias de desenvolvimento. Conhecemos as
dificuldades dos outros países em vias de desenvolvimento.
Temos uma simpatia, com efeito, uma compreensão dos outros
países em desenvolvimento e pensamos que, únicos não se pode
desenvolver-se à fundo. É necessário que todos os países em
vias de desenvolvimento desenvolvem-se juntos.
É aquilo que permitiria ao mundo desenvolver-se realmente. O
exemplo pode ser muito simples. Se o RDC chega a
desenvolver-se rapidamente nos sectores económicos,
industriais, agrícolas... saltar um grande mercado para os
produtos chineses.
E as trocas entre a China e o RDC poderiam multiplicar-se
por dez, vinte, cem. Por conseguinte, é algo de benéfico. O
desenvolvimento dos outros países em vias de desenvolvimento
seria algo de fundamentalmente benéfico para a China também.
Dizemos sempre, é necessário que os países em vias de
desenvolvimento ajudam-se mutuamente, sobre uma base
benéfica, de vantagens recíprocas. Nunca não houve ideia
impérialiste na diplomacia chinesa.
O facto está lá. Prestamos muitas ajudas aos países em vias
de desenvolvimento, incluindo o RDC sem mais menor adia
pensamento. Nunca tentamos de dominar ou controlar ou
influenciar tal ou tal país.
Pelo contrário, quando trazemos algo, é muito sincero.
Pensamos que melhor seria que trabalhávamos juntos com base
nos interesses recíprocos. Continua a nossa mensagem.
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