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O embaixador Wu Zexian: A China não tem finalidades impérialistes

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O embaixador Wu Zexian: A China não tem finalidades impérialistes

 MCR [12.02.2008]

WU ZEXIAN

O embaixador da China à Kinshasa, Wu Zexian, atribuiu uma entrevista exclusiva ao jornal o Potencial no curso da qual refere a cooperação entre a China e o RDC alivia os temores dos uns e dos outro sobre os acordos de cooperação assinados em Setembro de 2008 com o RDC e sublinha o princípio básico da diplomacia chinesa. Abaixo, a integralidade desta entrevista recolhida por Freddy Mulumba & Claude Mukeba no jornal "o Potencial", o 15 de Janeiro de 2008.

O Sr. embaixador, neste início do ano 2008, qual é o estado da cooperação entre a China e o RDC? Em primeiro lugar, agradeço-os oferecer-me esta ocasião de dirigir-me uma vez ainda ao público congolês. Tem a desejar-vos o bom ano 2008. A propósito da cooperação a China-RDC como sabe-o, ao mês de Setembro de 2007, houve a assinatura de um acordo entre um grupo de empresas e dos bancos chineses e a parte congolesa. Desde a assinatura deste acordo, os peritos, os engenheiros e os técnicos de dois países puseram-se ao trabalho para finalizar as modalidades concretas desta cooperação gigantesca. A que saiba, praticamente terminou o seu trabalho, há de aquilo uma ou duas semanas. Por conseguinte, num futuro muito próximo, haverá o arranque de primeiras fracções de projectos, além da visita do governador de Lexim Bank, que é um dos actores desta cooperação.

Este banco financiará o conjunto das operações. Apresso-me de dizer-vos que é esperado para o fim deste mês de Janeiro para precisamente marcar o início do trabalho. Será acompanhado dos representantes de duas empresas que são implicadas nesta cooperação, Crec e Sinohydro. São empresas importantes na China que têm da avaliação na realização grandes trabalhos. Aí está! Está-se num estado bastante satisfatório do lançamento de todos os projectos. Qual é a parte do governo chinês estes em projectos? O governo chinês apoia totalmente os bancos e as empresas chineses nos esforços de cooperar mais com os países em vias de desenvolvimento. Em certos países, o modelo quer que seja o governo ele mesmo que assina os acordos com os governos dos países em questão. Para o caso do RDC, houve a preocupação de não sobrecarregar pesada a dívida já contratada. Não se pode copiar o modelo de governo à governo.

A China teve a diversificar as coisas, apoiando-se sobre o modelo de empresa à empresa. As autoridades congolesas por conseguinte confiaram a tarefa ao Gecamines. Trata-se de uma joint-venture. É esta joint-venture que emprestará ao dinheiro de Lexim Bank e reembolsá-lo-á. Esta cooperação apoia-se sobre empréstimos na perspectiva da exploração em comum dos recursos naturais. A ideia desta cooperação precisamente, é efectuar duas operações simultaneamente. De um lado, a exploração dos recursos naturais, do outro, a realização das obras públicas. Por conseguinte, o arranque será simultâneo. Aquilo quer dizer que o banco deverá investir, desde o começo, ao mesmo tempo na exploração dos recursos naturais e a realização das obras públicas. É uma ideia genial. Quem vai reembolsar ao banco? Não é o governo do RDC. É esta joint-venture criada precisamente pelo grupo chinês e o Gecamines, com o dividendo que decorrerá da exploração dos recursos naturais. No fim, ambas as partes reencontram-se nesta cooperação. De um lado o Banco e as empresas chineses terão a sua parte com a exploração dos recursos naturais. Do outro, o RDC, através do Gecamines, beneficiará das suas vantagens com trabalhos de infra-estruturas que serão realizados. Quanto à exploração das minas, esta necessita investimentos gigantescos. E crê, como os peritos de dois lados longamente tem discutido sobre as modalidades concretas, será algo que gagnant-gagnant, dado que é o princípio básico.
Não haverá desequilíbrio. Não é a nossa vontade de criar um desequilíbrio nesta cooperação.
Será igualmente algo de benéfico para a parte chinesa que para o RDC. Será uma cooperação muito equilibrada. Como fazer para evitar ao RDC a espiral da dívida? Este problema preocupou-nos desde o começo. E é precisamente por preocupação de não sobrecarregar pesadas as dívidas do governo do RDC que inventamos este modelo criando uma joint-venture. A responsabilidade é por conseguinte clara. No pior dos casos, se esta joint-venture não trabalha bem e não chega mais a reembolsar ao banco, é o banco que assume a responsabilidade e toma o risco. O governo do RDC não é tido de reembolsar ao lugar desta joint-venture.
Desde o começo, quis-se evitar um cenário que sobrecarregaria pesadas as dívidas do governo do RDC. Posto isto, o que tranquiliza os parceiros de dois lados, é que nós, igualmente os engenheiros, os responsáveis das empresas de bancos e as empresas chinesas que os responsáveis congoleses, somas das pessoas sérios. Lançando-se em tal negócio, efectivamente analisou-se a situação. Estudos de viabilidade foram efectuados. Os peritos estudaram todos os detalhes da operação. A conclusão é simples: através de esta cooperação, o risco é mais menor. Em contrapartida, haverá um lucro para ambas as partes. Um trabalho meticuloso e detalhado foi feito por ambas as partes. Não se vem aventurier numa cooperação de grande envergadura tal. À que vincula-nos à parte congolesa é fundada sobre uma base séria. De acordo com certas críticas, o dinheiro posto em disposição do RDC corre o risco de desequilibrar a sua economia.
Que respondem à esta crítica? Não são de críticas fundadas sobre a realidade, dado que a realidade expliquei-vos -o: não haverá dívida do governo do RDC. Isto de resto foi explicado desde o começo, aquando da assinatura deste acordo. Estes temores ou estas críticas não são fundados.
E sobre este ponto, não recebi mal jornalistas tanto da imprensa congolesa como ocidental. Discuti com os meus colegas europeus ou as delegações vindas da Europa. Efectivamente expliquei que tivesse dito daqui a pouco para tranquilizar todos, precisamente no que diz respeito a esta preocupação ou este temor de ver a dívida do RDC sobrecarregar-se pesada ainda com a assinatura deste acordo. A propósito do desequilíbrio da economia congolesa, penso que é ainda um temor injustificado. Para desenvolver a economia de um país, é necessário a infra-estrutura primeiro desenvolver. Se não há infra-estrutura, não se pode fazer nada. E creio que as autoridades congolesas têm razão de privilegiar os projectos de infra-estruturas nesta cooperação. , Os Chineses, emprestamos à este percurso nesta vasta reforma da nossa economia para o fim dos anos 70. Tínhamos colocado a tónica, e mesmo hoje, nós colocamos a tónica sobre o desenvolvimento das infra-estruturas que é crucial para o desenvolvimento económico de um país. Em vez desequilibrar, como alguns temem-no, a economia, será certamente um factor benéfico, crucial e indispensável para o desenvolvimento económico do conjunto do país. Nas relações entre o RDC e as instituições de Bretton Woods, retorna-se regularmente sobre uma coisa: a incapacidade do Congo de absorver créditos. Pensam que o RDC poderá ser capaz de absorver os mil milhões chineses? Creio que o ministro Lumbi utilizou uma palavra que caracteriza certamente esta cooperação: a "troca". De um lado, a exploração das minas, o outro a realização das obras públicas. Não se trata por conseguinte de entregar mil milhões entre as mãos das autoridades congolesas de modo que utilizem-o a fim de realizar obras públicas. Não! É uma cooperação que consiste a criar, como disse-vos -o, uma joint-venture. Ou seja, há, não somente os peritos congoleses, mas também dos peritos chineses que trabalharão juntos para gerir o conjunto dos projectos, igualmente a situação das minas que a realização das obras públicas. Não se trata por conseguinte de mil milhões postos em disposição da caixa nacional do RDC.

Não. Não é aquilo. É a joint-venture que vai gerir o conjunto das operações. Dado que fala da troca, o que é que foi faz a nível das estruturas instauradas para velar que troca-o seja equitativo? Como tenho-o explicado daqui a pouco, os peritos de dois lados trabalharam seriamente e de maneira meticulosa para efectuar estudos de viabilidade. Já têm realizado um trabalho notável e todo é fundado sobre uma base sólida, após o sério trabalho dos peritos. Não é uma imaginação das políticas. São estudos de viabilidade que foram realizados por peritos. Como disse-vos -o, teoricamente, se há um malogro nesta cooperação, é o banco Lexim Bank que vai tomar o risco e assumirá as suas responsabilidades. Mas o banco é que confia, porque houve precisamente estudos de viabilidade que já têm sido efectuados e que demonstram claramente que não é conveniente temer.
De resto a China está presente na África desde décadas e efectuamos já cooperações deste tipo. Talvez não exactamente o mesmo modelo, mas de acordo com a realidade dos países. Em outros Estados, já temos tido êxito este tipo de cooperação na África do norte e a África do Sul. E aquilo muito andou bem. Residimos que confia no que diz respeito ao RDC. Fala-se cada vez mais da União Europeia que por-se-ia de acordo com a China para encarar a cooperação com a África. A China não teme que seja provocada pela União Europeia? Não! A China é um país soberano que tem uma política diplomática bem determinada. Com efeito, a nossa diplomacia é fundada sobre um princípio que se resume em duas palavras: a paz e o desenvolvimento.

A nossa visão é clara e precisa. Não é conveniente temer que a China seja provocada por outros parceiros. Desenvolvemos as nossas relações de cooperação com todos. Com a África, a Ásia, a América e a Europa. Temos relações de cooperação com todos. A propósitos precisamente da ideia melhor de cooperar entre a China e a Europa nos nossos esforços de ajudar ao desenvolvimento países africanos, apoiar-nos-emos sobre os grandes princípios que guiam a nossa diplomacia: respeito mútuo e vantagens recíprocas. Desde este princípio é fixado e respeitado, não se pode encarar outra cooperação que consiste a danificar a cooperação existente. Não é a visão dos Chineses. Penso que os Europeus não vão propôr tal coisa aos Chineses. Se a China e a Europa chegam a cooperar com o objectivo de ajudar os países africanos, aquilo deve ser algo de vantajoso e benéfico aos países africanos. Dizemos: é necessário que as cooperações completam-se. Sobre o concreto, esta ideia quer dizer qual? Pode-se ver um dia dos projectos co-financiados pela China e pela Europa em proveito da África? De momento, ainda não tenho tido conhecimento dos projectos concretos, conjuntamente efectuados pela China e pela Europa.

O nosso princípio, é que somos favoráveis tal cooperação no sentido favorecer o desenvolvimento económico da África. Concretamente, não se tem ainda um projecto comum, mas creio que começa-se passos neste sentido. Houve projectos de construção dos troços de estradas na África financiados por instituições internacionais, incluindo a União Europeia, ou certos países europeus. E estes projectos, quando houve concursos, são as empresas chinesas que ganharam o lote e realizam projectos financiados por instituições internacionais ou européias. Penso que é uma boa forma de cooperação.
Dado que, de um lado, houve instituições financeiras internacionais, do outro, das empresas chinesas que podem realizar estes projectos. É algo de benéfico, porque as empresas chinesas, quando realizam estes projectos, fazem-no ao mais mínimo custo com um melhor desempenho. É suficiente constatar as coisas que são realizadas por toda a parte na África, desde a África do norte até à África do Sul para convencer-se. Em RDC, há troços das estradas que são realizados por empresas chinesas. Creio que as autoridades congolesas e a população das regiões em causa estão contentes

A Cooperação a China-RDC não sobe aos acordos de Setembro de 2007. pode conhecer os sectores que beneficiaram da avaliação chinesa? Como tenho-o explicado daqui a pouco, haverá cedo a visita do governador de Lexim Bank para concretizar esta cooperação cooperação. De resto, desde a assinatura do acordo-quadro desta cooperação, os peritos de dois lados trabalharam muito para finalizar as modalidades concretas. Para uma cooperação de grande envergadura tal, é necessário um trabalho meticuloso de preparação. No que diz respeito à segunda parte da vossa pergunta, creio que são todos os sectores que interessam os investidores chineses. Porque é um país que tem todas as vantagens para um verdadeiro desenvolvimento económico.
Há apenas o sector mineiro. Tem necessidade de todo com efeito. A indústria: em vez importar todos os produtos do exterior, vale melhor que criava as vossas próprias fábricas, desenvolvia a vossa indústria aqui para produzir material de construção, as matérias básicas assim como o aço, o ferro, etc. tem também necessidade de produzir artigos de consumo corrente. Pode fazê-lo. Os automóveis, em vez importar, é suficiente criar uma fábrica de automóveis, ainda que ao início não se tem realmente a tecnologia. Mas pelo menos, pode-se fazer a montagem e após desenvolver a tecnologia. Por conseguinte, todos os sectores poderão desenvolver-se, se tem uma política definida bem de desenvolver a vossa indústria. A agricultura também. Tem condições naturais muito favoráveis. Tem uma superfície de solos aráveis comparável à a que a China possui. Infelizmente, muitas terras são abandonadas. É necessário criar um ambiente favorável para atrair os investidores.
Quem estão lá! Estão prontos para vir, mas observam ainda. Porque não são ainda muito certos do ambiente de negócios. Desde são persuadidos que todo já é posto sobre a boa via, os investidores virão trabalhar. Estou certo que investirão todos os sectores, da indústria, da agricultura ao turismo. Sobre este ponto, tem uma potencialidade turística enorme uma floresta virgem, de vastas reservas naturais, de bonitas paisagens. Fui várias vezes ao Leste do país, nas regiões dos Grandes Lagos. Paisagens fantásticas. E se chega-se a desenvolver o sector turístico, haverá muitos turistas que virão. Qualquer aquilo interessa os investidores. Creio que o governo do RDC deveria fazer esforços para criar um clima de investimento atractivo de modo que as pessoas venham. Mim, como embaixador da China, não pararia realizar esforços para incentivar as pessoas a vir ver, a fazer-se uma ideia exacta antes de permanecer. Um potente investidor já tem vindo de assinar um acordo para cultivar uma plantação de 300.000 hectares palmeraies. É um bonito golpe. Agora, as preparações estão em curso para vir plantar. Um projecto típico do investimento chinês um em sector diferente o das minas. Quantos empresas chinesas estão já no Congo? Não tenho número exacto. Mas sei que há várias gordas empresas chinesas. Há por exemplo a empresa das telecomunicações ZTE.

É precisamente o proprietário de ZTE que teve a ideia de investir em palmeraies. Há também a sociedade Wang Wi que é lá por muito tempo. E seguidamente, várias sociedades estão nas obras públicas, a construção das estradas: o Sinohydro por exemplo. Outra?uvre no sector das pontes e calçada. Citaremos umas outras empresas importantes no sector mineiro. Não mal pequenas empresas trabalham igualmente no sector das minas. Mas como não vieram de fazer-se registar à embaixada, não tenho a ideia do seu número. Em todo caso, espero que há cada vez mais investidores que vêm e que não trabalham unicamente no sector mineiro, mas também outros sectores, incluindo o da propriedade. É um país que tem ampla necessidade de edifícios, igualmente para os alojamentos, os escritórios que para outras instalações como os supermercados, etc.. Pode-se conhecer o número de Chineses vivo ao Congo?

É um verdadeiro quebra-cabeças, porque os que vêm não se manifestam necessariamente à embaixada. Retornam, repartent sem que saiba-o -se. É muito difícil fazer um recenseamento. Não há obrigação para os cidadãos chineses de manifestar-se à embaixada. Certas gordas empresas tiveram a ideia de informar-se junto da embaixada para examinar a situação de investimentos. Mas os pequenos empresários, muito frequentemente, vêm e repartent, retornam sem que a embaixada saiba.
É muito difícil ter uma ideia exacta Quantos Chineses virão para os trabalhos de infra-estruturas em RDC porque avança-se já o número de 20 para do mil? É necessário imagem primeiro retirar esta imagem que é muito velha, esta que recorda o antigo tempo onde a mão-?uvre chinesa barato era utilizado maciçamente na realização dos trabalhos básicos em outras regiões do mundo. É uma imagem que é já ultrapassada. E agora, que constata-se na África ou em outras regiões do mundo, quando há estaleiros a realizar por Chineses, certamente, não há mal chineses, mas há sobretudo muito mão-?uvre local.
A razão é muito simples. A mão-?uvre local é barata. É bem mais interessante utilizar a mão-?uvre local que de fazer vir dos trabalhadores chineses que não deixam de ser baratos e custa-o muito caro. Por conseguinte, é claramente mais interessante utilizar a mão-?uvre local que de fazer vir muito mão-?uvre chinês. Excepto engenheiros, os técnicos e certos trabalhadores qualificados de modo que os trabalhos vão rapidamente. Ainda não se tem tencionado calcular o número exacto dos Chineses que vão chegar. É um detalhe. Não é importante, dado que importante é realizar trabalhos, os estudos de viabilidade. Diz-se que a China poderá desenvolver atitudes impérialistes como o mundo ocidental. Etes deste parecer? Evidentemente, pode-se ser de acordo com esta visão apenas a China tornar-se-ia-se um país impérialiste.

A China nunca foi um país impérialiste. Pelo contrário, a China sempre mostrou-se muito amigável no que diz respeito aos outros países em vias de desenvolvimento, porque, somo-nos sobre a fase de desenvolvimento. A China é mais o grande país em vias de desenvolvimento. Conhecemos as dificuldades dos outros países em vias de desenvolvimento.
Temos uma simpatia, com efeito, uma compreensão dos outros países em desenvolvimento e pensamos que, únicos não se pode desenvolver-se à fundo. É necessário que todos os países em vias de desenvolvimento desenvolvem-se juntos.
É aquilo que permitiria ao mundo desenvolver-se realmente. O exemplo pode ser muito simples. Se o RDC chega a desenvolver-se rapidamente nos sectores económicos, industriais, agrícolas... saltar um grande mercado para os produtos chineses.
E as trocas entre a China e o RDC poderiam multiplicar-se por dez, vinte, cem. Por conseguinte, é algo de benéfico. O desenvolvimento dos outros países em vias de desenvolvimento seria algo de fundamentalmente benéfico para a China também.
Dizemos sempre, é necessário que os países em vias de desenvolvimento ajudam-se mutuamente, sobre uma base benéfica, de vantagens recíprocas. Nunca não houve ideia impérialiste na diplomacia chinesa.
O facto está lá. Prestamos muitas ajudas aos países em vias de desenvolvimento, incluindo o RDC sem mais menor adia pensamento. Nunca tentamos de dominar ou controlar ou influenciar tal ou tal país.

Pelo contrário, quando trazemos algo, é muito sincero. Pensamos que melhor seria que trabalhávamos juntos com base nos interesses recíprocos. Continua a nossa mensagem.