MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

A campanha "Salvar o Darfour" é um vulgaire fraude

A economia mundial está perigo?

Ambições anglo-americana de trás o assassinato de Benazir Bhutto e desestabilização do Paquistão

Os Estados Unidos utilizaram a bomba à neutrões para apreender-se de Bagdad

Nunca vi aquilo! "(mensagem de Gaza)"

O embaixador Wu Zexian: A China não tem finalidades impérialistes

O futuro do mundo visto de Davos.

Que passa-se realmente no QUÉNIA?

Sede da Europa: testemunho de um clandestino


 

 

 

Que passa-se realmente no QUÉNIA?

 MCR [12.02.2008]

MOHAMED HASSAN


Fim 2007: as eleições no QUÉNIA mergulham o país na tormenta. Kibaki, do Kanu (Queniano Cidadão African União) pretende ter sido elegido. "fraude" protesta Odinga, do ODM (Orange Democratic Movement). Os seus partidários enfrentam-se, violentamente. Jendayi Frazer, Secretário Associar aos Negócios Africanos dos Estados Unidos é enviado sobre o lugar. Condoleeza Rice prêche a reconciliação. Bernard Kouchner se éléve contra "eleições falsificadas". Cavaleiros brancos da ingerência democrática... ou portaes-voz hypocrites do recolonisation? Emmanuel Katz entrevistou Mohamed Hassan, grande especialista do Médio Oriente e a África

QUÉNIA: confrontações étnicas ou sequelas do colonialismo? Que passa-se realmente no QUÉNIA? Para ver mais claramente, é necessário subir até à colonização. Os Ingleses declararam que o QUÉNIA era um "No. man' s Land", do qual podiam dispôr como entendiam-o. Sanstenir conta, certamente, pasteurs Masaïs e agricultores que se encontravam há muito tempo. Primeiro têm querido importar colonos do Punjab, mas estes não queriam vir sem as suas famílias. Demasiada che para os Ingleses. O QUÉNIA por conseguinte foi ocupado "settlers" por ingleses, que receberam grandes extensões de terra e uma boa parte das manadas do Masaïs. O QUÉNIA tornou-se uma colónia de povoamento, com "settlers" ingleses e os habitantes primeiro relégués à fila de trabalhadores assalariados ou de desempregados. Outro instrumento utilizado para prolétariser e incluir os Quenianos na economia de mercado: "poll tax". Para poder pagá-lo, era necessário travailer. Para os Ingleses... Houve resistência? Sim, sob múltiplas formas mas principalmente por parte da minoria de pequenos proprietários terrestres e comerciantes quenianos. São eles quem estiveram na base do movimento dito "Mau-Mau" Que significa "Mau-Mau"? É um termo que despreza inventado por Exmo. Senhor Jack Kitson, enviado ao Kkenya para esmagar o movimento indépendantiste (uma revolta principalmente kikuyu). Já tinha feito este "trabalho" (sob o termo "guerra de baixa intensidade") na Malásia. Antes de continuar em Iralnde o Norte. Uma repressão sangrenta, mas o QUÉNIA acedeu todo do mesmo modo ao indépendnce, em 1962. Uma independência completa? Não. Uma independência negociada, com muitas concessões concedidas por Jomo Kenyatta. Por exemplo, a reforma agrária foi sobretudo uma "reforma Kenyatta", onde as terras foram distribuir aos partidários do Kanu... Clientélisme e corrupção, estas duas calamidades dos países néocolonisés. A economia é todo do mesmo modo desenvolvido? Sim, mas de maneira deformada: culturas (chá, primeurs, flores) orientadas para a exportação, dominação das multinacionais estrangeiras. Resultado: uma minoria de Quenianos privilegiados. Mas 4O% de desempregados, 47,5% do Produto Nacional Bruto consagrado ao pagamento da dívida, uma mortalidade infantile de 14 para mil, uma maioria de Quenianos na frente de viver com menos de dois dólares por dia... Quais são as diferenças entre Kibaki e Odinga? Representam ambos os os interesses do Ocidentais ("estabilidade no chifre da África e luta contra o terrorisme")et da minoria privilegiada do Quenianos." Nenhum dos seus dois partidos são portadora de uma política de independência nacional. A qual é necessário acrescentar o déculturation maciço imposto pelas missões fundamentalistas protestantes e as ONG que perpetuam uma mentalidade de dependentes/assistidos-e o "ethnicisme" utilizado como arma política.

Em saber mais: "Imperialsme in East AfricaéNabudere