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MOHAMED HASSAN
Fim 2007: as eleições no QUÉNIA mergulham o país na
tormenta. Kibaki, do Kanu (Queniano Cidadão African União)
pretende ter sido elegido. "fraude" protesta Odinga, do ODM
(Orange Democratic Movement). Os seus partidários
enfrentam-se, violentamente. Jendayi Frazer, Secretário
Associar aos Negócios Africanos dos Estados Unidos é enviado
sobre o lugar. Condoleeza Rice prêche a reconciliação.
Bernard Kouchner se éléve contra "eleições falsificadas".
Cavaleiros brancos da ingerência democrática... ou
portaes-voz hypocrites do recolonisation? Emmanuel Katz
entrevistou Mohamed Hassan, grande especialista do Médio
Oriente e a África
QUÉNIA: confrontações étnicas ou sequelas do colonialismo?
Que passa-se realmente no QUÉNIA? Para ver mais claramente,
é necessário subir até à colonização. Os Ingleses declararam
que o QUÉNIA era um "No. man' s Land", do qual podiam dispôr
como entendiam-o. Sanstenir conta, certamente, pasteurs
Masaïs e agricultores que se encontravam há muito tempo.
Primeiro têm querido importar colonos do Punjab, mas estes
não queriam vir sem as suas famílias. Demasiada che para os
Ingleses. O QUÉNIA por conseguinte foi ocupado "settlers"
por ingleses, que receberam grandes extensões de terra e uma
boa parte das manadas do Masaïs. O QUÉNIA tornou-se uma
colónia de povoamento, com "settlers" ingleses e os
habitantes primeiro relégués à fila de trabalhadores
assalariados ou de desempregados. Outro instrumento
utilizado para prolétariser e incluir os Quenianos na
economia de mercado: "poll tax". Para poder pagá-lo, era
necessário travailer. Para os Ingleses... Houve resistência?
Sim, sob múltiplas formas mas principalmente por parte da
minoria de pequenos proprietários terrestres e comerciantes
quenianos. São eles quem estiveram na base do movimento dito
"Mau-Mau" Que significa "Mau-Mau"? É um termo que despreza
inventado por Exmo. Senhor Jack Kitson, enviado ao Kkenya
para esmagar o movimento indépendantiste (uma revolta
principalmente kikuyu). Já tinha feito este "trabalho" (sob
o termo "guerra de baixa intensidade") na Malásia. Antes de
continuar em Iralnde o Norte. Uma repressão sangrenta, mas o
QUÉNIA acedeu todo do mesmo modo ao indépendnce, em 1962.
Uma independência completa? Não. Uma independência
negociada, com muitas concessões concedidas por Jomo
Kenyatta. Por exemplo, a reforma agrária foi sobretudo uma
"reforma Kenyatta", onde as terras foram distribuir aos
partidários do Kanu... Clientélisme e corrupção, estas duas
calamidades dos países néocolonisés. A economia é todo do
mesmo modo desenvolvido? Sim, mas de maneira deformada:
culturas (chá, primeurs, flores) orientadas para a
exportação, dominação das multinacionais estrangeiras.
Resultado: uma minoria de Quenianos privilegiados. Mas 4O%
de desempregados, 47,5% do Produto Nacional Bruto consagrado
ao pagamento da dívida, uma mortalidade infantile de 14 para
mil, uma maioria de Quenianos na frente de viver com menos
de dois dólares por dia... Quais são as diferenças entre
Kibaki e Odinga? Representam ambos os os interesses do
Ocidentais ("estabilidade no chifre da África e luta contra
o terrorisme")et da minoria privilegiada do Quenianos."
Nenhum dos seus dois partidos são portadora de uma política
de independência nacional. A qual é necessário acrescentar o
déculturation maciço imposto pelas missões fundamentalistas
protestantes e as ONG que perpetuam uma mentalidade de
dependentes/assistidos-e o "ethnicisme" utilizado como arma
política.
Em saber mais: "Imperialsme in East AfricaéNabudere |