MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

Por último o MCR África de língua francesa secção dos residentes criados em Grande Jamahiriya Árabe Líbia; aos  16 de Maio de 2006

 

 

Dois dias de intensos debates permitiram aos 150 participantes constituídos de trabalhadores e de estudantes imigrados que acabam dos países de língua francesa de pôr à lucro as estratégias de informação e de comunicação que podem permitir-lhes promover a democracia directa através dos ideais do Guia da revolução, nos seus países respectivos. Era necessário também, lançar as bases de uma estrutura de harmonização das trocas entre os membros MCR da África de língua francesa que residem sobre o solo líbio e também entre os membro- residentes e os membros que se encontram nos países de língua francesa na África.

Após as cerimónias de abertura marcadas por um desafio das diferentes delegações dos países de língua francesa (Camarões, Senegal, Níger, Mali, Chade, Costa de Marfim, Burkina-Faso, Guiné Conakry, Ilhas Comores, Mauritânia, os dois Congo, etc..) O Dr. Ibrahim Ajal, coordenador do MCR dos países de língua francesa, tem na sua comunicação de 10 de Maio a 0tarde sobre a crítica da democracia no mundo mostrado as falhas e as armadilhas que apresenta a democracia vista de ocidente e que é impostas aos povos dos países emergentes como um único sistema de governo que favorece o bem-estar social. Mostrou os limites desta democracia que não encontra mais o seu lugar nas cidades ocidentais e onde o Parlamento, as eleições, o governo é verdadeiros contorsions da vontade expressa pelas massas. Concluiu a sua comunicação demonstrando como, de maneira inconsciente e contra qualquer vontade dos políticos e politologues ocidentais, o ocidente está a sofrer a pressão do povo e que não demorará de ver a Europa após a revolução francesa de 1789 que deu nascimento à república, que uma nova revolução nascesse, a revolução dita das massas da qual o povo único exercerá o seu poder sem intermediários nem representação. O caso da Líbia é patente e a sua inspiração tira as suas origens das profundidades do Livro Verde.

O dia do 11 de Maio era aprovado por duas intervenções inéditas, a do Dr. Ramadan Breki coordenador do MCR de África e o Mundo Árabe e o Dr. Moustafa Zaïdi, coordenador do MCR responsável pelas relações externas bem como pelas cerimónias de encerramento do primeiro encontro em Trípoli dos residentes da Mcr- África de língua francesa

Tratando do Poder do Povo, o Dr. Ramadan Breki explicou de maneira prática e funcional os mecanismos de tomadas de decisões no sistema jamahiriyano  e como o povo, sem intermediários nem representações, participa no exercício do poder e dispõe da riqueza e as armas para munir-se e defender-se contra qualquer agressão impérialiste ou colonialista.

Abordando a apresentação e o papel do movimento dos Comités revolucionários, o Dr. Moustafa Zaïdi tem seduz os 160 participantes pelo sua eloquência e seu conhecimento das realidades políticas no mundo em geral e na África em especial e do papel do MCRs em instaurado de uma democracia contemporânea real. De acordo com Moustafa Zaïdi, "o MCRs não é lá para procurar ou conquistar o poder." O MCRs tem por missão de ajudar o povo a tomar o poder e geri-lo sem assistência nenhuma "é necessário a presença do MCRs para orientar o povo a não desviar sob a pressão do colonialistas e dosimpérialistes porque continuam aos aguets empréstimos morder qualquer país que dispõe das riquezas ou que ocupa uma posição estratégica que pode facilitar a ocupação de um país vizinho terceiro cobiçado."

É em redor de 20 horas quinta-feira passada que a cerimónia de encerramento do primeiro encontro dos residentes MCR da África de língua francesa, teve lugar na presença iminentes de personalidades do MCR incluindo Dr. Moustafa Zaïdi em pessoa que presidiu-o em companhia do coordenador da Unidade dos Residentes, o Engenheiro Omran Alweishi.

O Comité de redacção