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Dois dias de intensos debates permitiram aos 150
participantes constituídos de trabalhadores e de estudantes
imigrados que acabam dos países de língua francesa de pôr à
lucro as estratégias de informação e de comunicação que
podem permitir-lhes promover a democracia directa através
dos ideais do Guia da revolução, nos seus países
respectivos. Era necessário também, lançar as bases de uma
estrutura de harmonização das trocas entre os membros MCR da
África de língua francesa que residem sobre o solo líbio e
também entre os membro- residentes e os membros que se
encontram nos países de língua francesa na África.
Após as cerimónias de abertura marcadas por um desafio das
diferentes delegações dos países de língua francesa
(Camarões, Senegal, Níger, Mali, Chade, Costa de Marfim,
Burkina-Faso, Guiné Conakry, Ilhas Comores, Mauritânia, os
dois Congo, etc..) O Dr. Ibrahim Ajal, coordenador do MCR
dos países de língua francesa, tem na sua comunicação de 10
de Maio a 0tarde sobre a crítica da democracia no mundo
mostrado as falhas e as armadilhas que apresenta a
democracia vista de ocidente e que é impostas aos povos dos
países emergentes como um único sistema de governo que
favorece o bem-estar social. Mostrou os limites desta
democracia que não encontra mais o seu lugar nas cidades
ocidentais e onde o Parlamento, as eleições, o governo é
verdadeiros contorsions da vontade expressa pelas massas.
Concluiu a sua comunicação demonstrando como, de maneira
inconsciente e contra qualquer vontade dos políticos e
politologues ocidentais, o ocidente está a sofrer a pressão
do povo e que não demorará de ver a Europa após a revolução
francesa de 1789 que deu nascimento à república, que uma
nova revolução nascesse, a revolução dita das massas da qual
o povo único exercerá o seu poder sem intermediários nem
representação. O caso da Líbia é patente e a sua inspiração
tira as suas origens das profundidades do Livro Verde.
O
dia do 11 de Maio era aprovado por duas intervenções
inéditas, a do Dr. Ramadan Breki coordenador do MCR de
África e o Mundo Árabe e o Dr. Moustafa Zaïdi, coordenador
do MCR responsável pelas relações externas bem como pelas
cerimónias de encerramento do primeiro encontro em Trípoli
dos residentes da Mcr- África de língua francesa
Tratando do Poder do Povo, o Dr. Ramadan Breki explicou de
maneira prática e funcional os mecanismos de tomadas de
decisões no sistema jamahiriyano e como o povo, sem
intermediários nem representações, participa no exercício do
poder e dispõe da riqueza e as armas para munir-se e
defender-se contra qualquer agressão impérialiste ou
colonialista.
Abordando a apresentação e o papel do movimento dos Comités
revolucionários, o Dr. Moustafa Zaïdi tem seduz os 160
participantes pelo sua eloquência e seu conhecimento das
realidades políticas no mundo em geral e na África em
especial e do papel do MCRs em instaurado de uma democracia
contemporânea real. De acordo com Moustafa Zaïdi, "o MCRs
não é lá para procurar ou conquistar o poder." O MCRs tem
por missão de ajudar o povo a tomar o poder e geri-lo sem
assistência nenhuma "é necessário a presença do MCRs para
orientar o povo a não desviar sob a pressão do colonialistas
e dosimpérialistes porque continuam aos aguets empréstimos
morder qualquer país que dispõe das riquezas ou que ocupa
uma posição estratégica que pode facilitar a ocupação de um
país vizinho terceiro cobiçado."
É
em redor de 20 horas quinta-feira passada que a cerimónia de
encerramento do primeiro encontro dos residentes MCR da
África de língua francesa, teve lugar na presença iminentes
de personalidades do MCR incluindo Dr. Moustafa Zaïdi em
pessoa que presidiu-o em companhia do coordenador da Unidade
dos Residentes, o Engenheiro Omran Alweishi.
O Comité de
redacção
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