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Franck Armand Zagbayou
Abidjan
A 8ª cimeira dos Estados sahelo - sarianos que acaba de
realizar-se em Trípoli ao 31 Maio e 1 Junho ao hotel Marina
uma vez mais mostrou o papel essencial que desempenha o Guia
líbio na atenção das consciências dos líderes africanos. É o
que sempre quis para a África líderes progressistas. O seu
compromisso para a independência, o respeito da soberania
dos países africanos e para a unidade da África não é à
ninguém outro similar. A Trípoli, pediu às suas paridades
que fizessem a tribuna do CEN-SAD menos uma tribuna política
único económica. Mas, não se impediu pourfendre imperialisme
internacional e todos os dos chefes que se fazem suppôts e
os cúmplices da escalada internacional. Condenou a tomada do
poder pelas armas.
Disse porque a escolha dos povos africanos que se dão de
maneira livre e democrática deveria ser respeitada. Taylor
elegido democraticamente deveu fazer face à uma rebelião e
sobre a iniciativa da União africana, então que o seu
mandato corria ainda, aceitou deixar o poder para que a paz
retornasse no seu país. Mas porque pagá-lo em moeda de
macaco fazendo correr o barulho, de acordo com a vontade do
Ocidentais, que puseram a sua cabeça à preços, que fazia uma
fuga. Não é honroso e Taylor não merece aquilo por parte dos
Africanos. Para ele, Taylor deve tranquila no Nigéria e
mesmo viver na Libéria. O seu país tem uma constituição e
não pode julgá-lo único de acordo com as suas leis.
Fez a mesma crítica contra a comunidade internacional
relativa ao caso Hussein Habré. A África deve julgar os seus
"criminosos de Chefes de Estado" sem estar a fazer o jogo do
Ocidentais. Kadhafi teve o verbo elevado apesar da presença
da delegação nigeriana e mesmo o representante do secretário
geral da O.N.U. Porque com respeito à dignidade da África,
não há nada ao câmbio. Como encontrou que a OAU, terminado o
período décolonisation não tinha podido adaptar-se porque os
demasiado conflitos que emergiram sobre o continente não
puderam ter soluções vigorosas, levou sobre fonts baptismaux
a nova União africana. E través este novo órgão panafricain,
atribui entre outros objectivos a integração para ver
realizar-se os Estados Unidos da África.
A Syrte em Julho de 2005, fez uma acusação contra todos os
países que se apressaram de proteger órgãos mas que não se
deram os meios para fazer-o avançar. Recomendou que a União
africana não servisse exclusivamente das ambições políticas,
mas que a África que oculta de todas as riquezas do mundo,
cria verdadeira uma comunidade económica de modo que fosse
mestre do seu desenvolvimento. Aprecia já os mecanismos de
regulamento dos conflitos e os resultados obtidos, mas dado
que que as guerras tomam fonte má na distribuição das
riquezas e por conseguinte a pobreza, recomendou; como
recentemente aquando da 8.a cimeira da Comunidade dos
Estados sahélo - Sarianos, que os líderes do continente
conjugam os seus esforços para empreender projectos viáveis
para as suas populações.
Iniciou uma nova via para a emancipação económica da África.
Propôs um reforço da cooperação entre a CEDEAO, a União o
Magrebe Árabe e o CEN-SAD de modo que tornem-se à prazo só
uma e mesma entidade económica. O CEN-SAD já tem dotado os
países assim como o Mali, Burkina de numerosas
infra-estruturas económicas e sociais e uma das resoluções
de esta 8.a cimeira é o reforço desta política. O banco de
investimento e de comércio terá sucursais cada um dos
países-membros.
O secretariado geral foi instruído pelo Guia líbio de dar
corpos à Elevada autoridade da água, a agricultura sem estar
a esquecer a criação próxima do banco das sementes para
combater o monopólio das multinacionais sobre as sementes
melhoradas que custam menos caras e que esgotam com o seu
adubo os solos africanos. O coronel Kadhafi teve êxito um
golpe de mestre: fazer ratificar pelo Egipto o tratado de
adesão ao CEN-SAD e ver primeira vez, o presidente Hosni
Moubarak efectuar a deslocação de Trípoli fora de uma
cimeira árabe. Lorgne doravante para a Etiópia porque os
seus vizinhos directos, o Sudão, a Eritreia, o Egipto
aceitou o CEN-SAD e honrou da sua presença a cimeira de
Trípoli.
O Guia líbio manobra duro de modo que o sonho da África com
um governo central, uma política estrangeira, comercial, de
defesa comum realize-se. Se União à africana, os uns e os
outros observam uma atitude cuidadosa e guarda-se mesmo de
frustrar o "irmão Guia" ou que os bem países ocidentais que
não têm interesse a ver um Kadhafi incontrolável evolução
potente à vez economica e politicamente, brincam
dissimuladamente contra ele pelos seus satélites, ele cria
outras tribunas para emitir a sua ideia, mesmo se guarda-se
de apresentar-o sob o mesmo vocábulo.
Em todo caso, não erra a ocasião de preparar as consciências
e de fazer novos aliados tanto a sua generosidade é
legendária para desheritada. Fala com benevolência com os
novos vindos como Faure Gnassingbé o presidente de Togo, que
tem-se tornado Vice-Presidente do CEN-SAD e que vai
acolher-o em 2007, seguidamente Yayi Boni do Benim. Faz o
tribunal ao presidente do Sudão para que, não hesita a
deixar a sua poltrona de presidente de sessão para
comprometer longo frente a frente sob as câmaras do mundo.
Kadhafi, fim político e fino actor, não termina de colocar a
Líbia no meio das preocupações e a diplomacia do mundo.
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