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COMO a ORGANIZAÇÃO ACTUAL do PODER de DECISÃO CONDUZIDO A a CRISE
MUNDIAL
O EQUILÍBRIO das ESTRUTURAS SOCIAIS E a CRISE
Diversas ciências estudam cada uma um aspecto da realidade
social.
Toda utilizam o termo de crise para desenhista uma ruptura
no funcionamento regular das instituições ou as actividades
sociais, dysfonction, um desequilíbrio, uma aposta em
questão do sistema social sob um dos seus aspectos, uma
incapacidade das estruturas sociais tem adaptar-se perante
um desafio que põe em causa o seu funcionamento.
Quando os economistas falam de crise, pensam primeiramente
um encadeamento de desequilíbrios principais nos mercados,
desequilíbrios que chegam a resolver-se apenas quando as
estruturas do aparelho produtivo alteraram-se (por
investimentos...) de tal maneira que o aparelho possa novo à
funcionar como previamente. Por outras palavras, há como um
fenómeno de desequilíbrios quantitativos entre fluxos e
existências aos quais uma mudança das proporções permite pôr
termo. E as teorias das crises prevêem geralmente como a
presença - mesmo dos desequilíbrios chama as modificações
necessárias. Certamente ao conceito de crise estrutural,
definido mais bem, que implica mais o modelo de organização
da produção, o trabalho, o consumo... Tal crise chama uma
adaptação mais profunda das estruturas, a qual é mais lento
a realizar-se
mas à este nível como ao precedente, parece-se contar com a
presença de mecanismos, de forças latentes que intervêm para
assegurar este regresso ao equilíbrio.
Os especialistas de outras disciplinas analisam as crises
políticas, as crises da família, ver da civilização.
A soma destas análises sectoriais não nos dá uma imagem
completa ou adequada de o que é com efeito o essencial: A
interdependência entre os diferentes domínios da actividade
social. Se a crise económica fosse apenas económica e não
tivesse todas as espécies de prolongamento... mais mesmo, se
o crescimento económico pudesse realizar-se sem estar a
provocar todas as espécies de dysfonctions, de tensões nos
domínios frequentemente afastados bem da economia, então o
problema da crise não for muito grave.
Com efeito, a harmonia de um sistema social é feita de
relações entre domínios da actividade humana aparentemente
afastados um do outro: sistema de produção e estrutura
familiar, ensino e organização política... a adequação entre
todos os elementos de um sistema social exige um longo tempo
de adaptação e é normal que um período de evolução rápido
seja marcado por todas as espécies de tensões, que geram
elas mesmas das mudanças sucessivas. A crise aparece como
uma situação ou as tensões, em vez reabsorver-se no curso
dialéctico do desenvolvimento, acumulam-se ao ponto
ameaçar-o, inverter o sentido.
O DESENVOLVIMENTO NÃO É GARANTIDO
Se chamamos desenvolvimento uma evolução das estruturas
techno - económicos, sociais, políticos, etc., importa tomar
consciência que um processo de transformação destas
estruturas não conduz necessariamente ao desenvolvimento.
Desde mais de trinta anos, ficou tradicional de encarar as
transformações da economia e a sociedade numa perspectiva de
desenvolvimento.
A medida de alguns parâmetros techno - económicos fazendo fé
quanto ao sentido da mudança; também fala de crise apenas
desde que estes parâmetros dobram.
É em dois sentidos diferentes que o desenvolvimento não é
garantido. Primeiramente, os parâmetros do crescimento
(aumento da produção, o rendimento, o comércio...) podem
dobrar de maneira definitiva. Certamente 1' história não é
terminada e novos desenvolvimentos terão lugar, mas a partir
de outras fontes, de outras regiões (a história não falta de
exemplos). Secondement, ainda que estes parâmetros mantêm o
seu crescimento não é suficientes mais assegurar o bem-estar
da sociedade. Este fenómeno falta provavelmente de
referências históricas. É novo. Tem ao conteúdo actual do
crescimento. Tão muito tempo que este último levava
sobretudo comê-lo, boire, a casa e que os limites do
ambiente fazia único travar a produção, podia apenas
produzir-se. Mas agora que a produção perturba o ambiente,
agora que o crescimento leva sobre produções, cujo sentido
imediato para a vida dos homens é bem menor, e que, cria
necessidades novas alterando as condições de vida... agora
corre o risco de produzir-se uma verdadeira fuga adiante, os
homens que não chegam a manter as condições de existência
único mediante um crescimento contínuo da sua influência
sobre a natureza e as suas produções.
Os dois em casos, pode-se concluir que o desenvolvimento
inverteu-se, que ficou declínio. Adam Smith, o autor da
primeira teoria do desenvolvimento, à menos que desde o 18
século II inspirou todos os economistas passando por Marx e
Harrod - Do MAR... ele único empurrou o modelo até à sua
fase de declínio, explicou como o crescimento conduzia não
somente do stagnaçao(comme retiv-o-er os seus discípulos
para um século) mas mesmo ao declínio. Este declínio é
inegável? Na Europa, a retoma económica do fim do século XIX
após uma longa crise que podia confirmar os temores dos
economistas pessimistas, fez de afastar definitivamente esta
ideia. E em facto, não há razão de pensar que seja inegável,
mas lá tem de bons de pensar que é possível e que pode ou
não ocorrer de acordo com a maneira como a sociedade
assegura o seu desenvolvimento.
Lógica à elementar do modelo de desenvolvimento: relação
dialéctica entre produção e investimento, efeito de um
rendimento acrescido sobre a quantidade e a qualidade da mão
de obra... acrescenta-se com efeito bem outros fenómenos
que, combinados, podem a prazo pôr em causa o
desenvolvimento.
O FUNCIONAMENTO DAS SOCIEDADES INDUSTRIAIS
Saber o hábito de chamar << leis da economia >> as regras de
funcionamento da nossa sociedade. Esquece-se (ou não se
tomou cuidado de informar-se) único das sociedades
diferentes viveu-se com regras de funcionamento muito
diferentes. A nossa ciência económica que quer-se universal
re-interpretar qualquer história humana nestas categorias,
abusivamente.
Noutro lugar, as regras de funcionamento das sociedades
industriais evoluem; e impõem-se cada vez mais às sociedades
com as quais estes últimos são em relação. Estas regras não
são impostas por qualquer poder, forjam-se através do
funcionamento - mesmo das sociedades industriais. Seria
difícil dar uma imagem um tanto exaustiva-que ele seja-nos
suficiente que aumente alguns traços salientes, que nos
parecem significativos para o nosso propósito.
A concorrência pelos preços é uma característica essencial,
ainda que o seu domínio de applicação foi limitado de muitas
maneiras. A concorrência pelos preços que foi uma das
mudanças institucionais essenciais à passagem da ordem
antiga de corporações à idade da indústria gerou a sua
própria transformação:
_ conduziu concentração à industrial, o oligopólio ou a luta
entre cerca de grandes.
_ fez de saltar os mercados locais em o proveito do degrau
nacional, seguidamente este último em proveito de um mercado
mundial.
É assim que hoje número limitado de grandes firmas
enfrenta-se à escala mundial, um oscillante entre a luta e o
cartellisio
. Apreenderam-se dos grandes sectores de actividades, e ao
redor de elas gravitam uma multidão de empresas de grande
envergadura pequena que servem-o (subcontratação,
abastecimento, serviços conjuntos) ou asseguram actividades
menos favoráveis à concentração.
A concorrência também gerou a sua própria destruição no
sentido onde rivalizar para melhor fazer, à melhor conta que
o concorrente, fez lugar à uma panóplia de acções mais
detalhada para apreender-se do mercado. A concorrência não
assegura mais esta sã emulação melhor a fazer, mas provoca
todas as espécies de vãos desenvolvimentos: lutas de
bloqueio por patentes, acondicionamento psicológico por
publicidade...
A concorrência pelos preços conheceu também outro
desenvolvimento para certos produtos: a venda em bolsa. A
priori, parecia que a bolsa asseguraria a transparência do
mercado e seria um instrumento de equilíbrio das produções e
subsídio óptimo dos recursos. Tornou-se rapidamente um lugar
de especulação e a fonte de flutuações excessivas dos preços
do pedido para os produtores de matérias primas.
A concorrência pelos preços a nível internacional conheceu
réemment uma grande amplitude para os produtos
manufacturados por toda a parte a parte das exportações por
relatório ao mercado internacional aumentou-se e
similarmente a das importações. Únicos res - tent algum
pouco protegido as actividades que o estado deveu
sauvergarder à uma data anterior, como a agricultura na
Europa e aquelas cujos produtos não são transportáveis. Para
os outros, força é concentrar-se nos seus << centros de
excelência >>, sobre alguns produtos, nos quais assim
specialisé fortemente e que produz-se de modo que densamente
que o concorrente estrangeiro eventual deve fazer lugar.
Este fenómeno conduz um retrecissement dos quais de produção
locais (cidadãos), uma tendência que, crescimento extremo ao
limite, conduziria ao monoexportaçao e monoproducçao. É
pouco provável que economias complexas desarticulem estas à
não que sejam sobre o caminho. O resultado: uma divisão
internacional do trabalho muito acentuada e em cada país,
algumas produções dominantes cujo depend todo o resto da
economia. Com efeito, o coherente dos circuitos economicos
internos, aos interdependancias internos, substituinte de um
sistema hierarquisada que compreende produções concurrência
na escala internacional e actividades locais dependendo dos
fluxos de rendimento gerados pelas estreias.
As consequências do carácter cada vez mais geral e violento
da concorrência não apparacia porque, desde décadas já posta
em questão de largos sectores da actividade nacional por
concorrência, suscitaram um renascimento da intervenção
estatal. De tal espécie que é para uma estranha combinação
de dois que encaminha-se évoluçao actual das estruturas. O
Estado não fez simplesmente de reviver antigo mercantilisme.
ele tornou-se um parceiro importante da actividade
económica:
_ fornecendo a infra-estrutura cada vez mais complexa
requerida pela indústria moderno.
_ assumindo as repercussões, as consequências nefastes das
novas formas da tecnologia e a indústria: tratamento dos
desperdícios, depuração, de saude físicas e mentais,
serviços sociais, redistribuição de rendimentos
marginalizados do sistema económico, tomado em carga as das
produções que têm-se tornado não rentável e das empresas
faltosas, protecção, subvencionamento de largos sectores de
actividade, fixação administrativa de uma boa parte dos
preços ou as suas componente.
Nos países industrializados, a intervenção do Estado ocorre
essencialmente para resolver dificuldades (excepto a sua
participação na investigação). Nos países de investidor, de
inovador do Estado é muito mais importante. A relação
Estado- Sector privado é naturalmente bastante diferente no
um e o outra caso, mas o papel há igualmente que importa não
somente como árbitro social(détenteur do poder político) mas
como agente económico.
Neste contexto, a situação feita ao homem é bem diferente
que era previamente. Independentemente do efeito das
hierarquias sociais, sujeito um conjunto das escolhas, que
determinam o seu modo de vida, a natureza das suas
actividades e os lazeres, as suas relações com outro, mesmo
com si, com a natureza. É cada vez mais o produto de um
sistema económico cuja evolução escapa-lhe e assusta-o, e
cada vez menos ser responsável por sua própria evolução.
Deve dizer-se que esta responsabilidade, esta liberdade
foram-lhe deleitadas cerca de por potente que gasta à sua
vontade? Quem seria o que teria assim o poder de decider da
evolução social? Se este poder é um tanto difuso, em quais
condições e sob quais constrangimentos são exercido? É
realmente, no seu conteúdo, liberdade decidir da evolução
social?
OU E COMO SÃO TOMADAS AS DECISÕES
SIGNIFICATIVAS?
A evolução tecnológica e a organização socioeconómica estão
conjuntamente muito déteminantes. Que resultent? A
tecnologia nova não cai do céu; é o fruto de trabalhos de
investigação consideráveis. Estes trabalhos são os factos
dos empresas(sobre tudo as grandes) e os Estados. Seria
instructivo de estudar as consideraçoes de todas as decisões
tomadas quanto à orientação da pesquisa. As empresas integra
a investigação às suas actividades regular ; tornou-se um
elemento indispensável, deve assegurar a competitividade
próxima vir da empresa. São encurralada dever realizar
lucros constantes de produtividade e a abertura de novos
mercados que as empresas trabalham desenvolver os seus
produtos e os seus métodos. Preocupar-se da evolução social
gerada pela investigação pouco não intervir para elas único:
_ como um luxo ocasional para tratar da sua imagem de marca
_ como um constrangimento eventual, se é previsível que as
organizações de consumidores, os Estados ou algum outro
parceiro social tentarão impôr normes-(qualidade,
fiabilidade, não poluição...)
As estratégias de empresas são efectuadas hoje num contexto
de confrotation e de incertitude, que mesmo cartellisation
não pode afastar. Os imperativos internos o emportent por
conseguinte ainda mais.
Quanto às investigações financiadas pelos Estados, têm
diversos objectivos: estratégia militar, reforço da economia
nacional por descobertas ou invenções úteis à indústria ou a
agricultura, prestígio político... e por último
desenvolvimento dos conhecimentos científicos. Quais as
imperativos, à quais fins respondem este último? Não se
saberia a declaração em duas palavras. Às tradições das
universidades e centros de investigação juntam-se das
considerações mais utilitárias. Mas o uma ou os outros é
pensados em função da evolução social? Ou precédent de uma
espécie de dinâmica internos das actividades de
investigações elas? O corte entre os lugares onde se trez
bolsos das preocupações de futuro e os interesses
specialisada em tal investigação não prevêem demasiado
favoravelmente a resposta da pergunta.
Devemos concluir que as somas consideráveis e os esforços
não menores consagrados hoje à investigação vão certamente
resolver problemas de futuro, como abastecimento energético;
mas a resolução destes problemas, se importante que sejam,
não significa tanto quanto nosso sociedade prepara-se um
futuro viável e desejável no plano tecnológico.
Quanto organização à socioeconómica, evolui rapidamente e
escapa cada vez mais à vontade política dos povos. Com
efeito, as empresas que tomaram o seu desenvolvimento do
quadro nacional que era o deles, podem subtrair-se cada vez
mais ao qualquer sistema legislativo retirando-se ou
ameaçando fazê-lo. E não são os países do Terceiro mundo que
farão a experiência. Os esforços realizados nos instences
políticos nacionais e internacionais para represar a
evolução das estruturas socioeconómicas dominantes revelam o
acuidado do problema.
A evolução das estruturas socioeconómicas que resulte
principalmente das decisões das empresas responde aos mesmos
motivos e necessidade que a da tecnologia. É para sobreviver
ou assegurar o seu futuro que as empresas reestruturam-se,
funde, altera o seu campo de actividade, os seus
implataçaos. São empurrada pela mesma preocupação, que
reoganise o trabalho, ficam mais vinculativo... E é em
função de problémes particulares que o poder político tenta
reagir, não deseja do amenagement estruturas socioeconómicas
de futuro, cuja concepção escapa-lhe.
FOSSA EMERGEM
O desenvolvimento das estruturas technoe socioeconómicas não
procede de maneira contínuo, nem deliberada. É o
desequilíbrio, a tensão, criados por uma mudança que
suscitam outro. É través tais encadeamentos que nasceu
sociedade a industrial, que desenvolve-se e difunde-se
través o mundo. Estas tensões e desequilíbrios foram às
vezes dolorosos e longos a reabsorver. Porque duvidar que
esta progressão não encontre o seu caminho través as crises
vir como encontrou-o través as do passado? Os optimistas
esperam-o, os pessimistas têm anúncio desde o início da
industrialização a estagnação secular, seguidamente todas as
espécies de catástrofes.
Que seja-nos suficiente que descubra como o funcionamento do
sistema de tomada de decisão sociedade do
industriais(occidentales menos) conduz a uma pseudoresorpçao
das tensões, à soluções insatisfatórias dos desequilíbrios,
tanto como ao fim o defi dos problemas insolvidos e
acumulados o risco de tornar-se impossível aumentar. Fazer a
volta seria longo; alguns exemplos serão suficientes
ilustrar o mecanismo:
A. O crescimento da capacidade produtiva do trabalho
permitiria amenager diferentemente da vida de tal maneira
que a economia não deixe de ser dominante, nem o trabalho
vinculativo. Mas, devido às regras do jogo económico, as
empresas, para sobreviver, procuram manter e alargar o seu
mercado introduzindo novos produtos e procuram manter a sua
competitividade obtendo o máximo de produção do mínimo de
assalariados, consequência, o aumento da produtividade do
trabalho conduzido à marginalização e no desemprego por um
lado crescentes da população, tandisque os que produzem são
obrigadas à exigências cada vez mais grandes. A queda de
rendimentos dos marginalizados torna o mais difícil
escoamento da produção e indirectamente obera o custo
(reforma antecipada, indemnizações de desemprego...). os
elementos de solução que a legislação poderia trazer ao
problema é comprometida pela concorrência internatonal sob
todas as suas formas (comércio dos produtos, deslocação dos
lugares de produção...).
B. A industrialização da agricultura e as outras produções
conduz todas as à espécies de ruptura dos ciclos naturais,
aos desperdícios, à poluição e a deterioração ou rarèté dos
factores naturais de produção. Esta ameaça tem reacçoes
limitados, perante problemas específicos, não à uma
investigação de equilíbrio global, de simbiose válida. A
multiplicidade dos centros de decisão implicados, a sua
fraca margem de operação e os seus objectivos específicos
são tanto obstáculos à uma acção concertada e eficaz. As
investigações necessárias considerável, a concertação
necessária é à grande escala. Falta de tal concertação, o
longo termo seja sacrificado curto ao termo, mais profunda e
mais subtil nos ciclos naturais (engenharia genética ao
lugar dos produtos químicos...). os estragos são menos
imediatos, mas os riscos desta fuga antes são menos em de
menos domável. Rarètés, o mesma percebidos muito tempo de
antemão provocam apenas reacções tardias e as soluções de
substituição correm o risco de conduzir à mais graves
impasses.
C. As tecnologias de produção e de consumo comprommette
seriamente a saúde física e mental dos homens. A medicina
multiplica os meios para remediar. Em vez agir eficazmente
sobre as causas de deterioração da saúde, da sociedade
desenvolve-o dos remédios às doenças e acidentes. Porque?
Devido ao repartiçao dos poderes de decisão, nunca o custo
da prevenção não é comparado utilmente ao das medidas de
reparaçao e o prejuízo sofrido pelo homem. A consciência do
problema existe; o Estado toma medidas regulamentares,
correctivos; mas as estruturas socioeconómicas não permitem
de comparar o lucro de produtividade devido a um ritmo de
trabalho mais intenso (ou à utilização dos produtos mais
tóxicos) e a deterioração da saúde humana, a fim de escolher
deliberadamente a via mais oportuna.
D. O desenvolvimento das produções serve para satisfazer
mais completamente as necessidades do homem. Seria
verdadeiro que mais produz-se mais o homem é-se satisfeito?
Porque não? A ilusão vem pelo facto o homem um não é dado,
que as suas necessidades não são determinadas adiantamento.
O évoluton do ambiente, as condições de trabalho, de vida...
altera as necessidades do homem. É o homem das cidades que
tem necessidade de evasão, de espaço, de sol. É o homem
cansado por um trabalho sem significado que tem necessidade
de distracção fácil, etc.. Há lá um círculo vicioso. Para
redefinir o desenvolvimento diferentemente que pela
acumulação de produções, que esticam de diminuir os
prejuízos um dos outro, o Escritório Internacional do
trabalho propôr o conceito de satisfação das necessidades
essenciais. À esta fuga adiante - onde o rico consome por
prestígio e o mais pobre para imitar-o! - Opõe a
investigação de o que é necessário para viver. A partir lá
pode-se tentar determinar o que ameliore a existência
socialmente; e encontraria-se efectivamente outra coisa que
o que é entusiasmo produzir-se. E não é vontade de sair no
saco: é a orientação da pesquiza (e o peso da investigação
acumulado), as determinantes das produções, as
infra-estruturas físicas e sociais (qui são cada vez mais
pesadas), a organização das sociedades e as actividades...
que são em causa.
E. O homem exercendo o seu poder sobre as coisas não exerce
o seu poder sobre ele mesmo? Não é imutável e por do
crecimento das produções, provoca a mudança do seu ser. A
procura dos mercados leva os produtores a oferecer sobretudo
o que torna a vida fácil. A perda natural da facilidade
implica mais levamente o adheçao do acquador qe o gosto de
ultrapassar. Que as tarefas penosas sejam as suas
progressivamente faculdades. Por outro lado, a educação das
crianças, que para cada geração é o principal desafio ao
qual tenha a responder, faz-se em condições cada vez mais
deploráveis. A passagem à indústria fez que a família não é
mais unidade de produção, lugar principal da vida. O
trabalho, a escola, dispersaram-o; as actividades
compensatoria (evasao de todas as espécies) activam o
processo: os pais não são mais lá para as crianças,
transmitem-lhes cada vez menos, a cultura profunda perde-se;
não aquelas dos grandes espectáculos, mas a quanto mais
essencial da vida diária. E mais o homem é empobrecido no
seu ser, mais é proletarisàvel.
F. O último que mencionaremos círculos viciosos que se faz
dia na evolução das estruturas, é o facto de o crescimento
do poder sobre as coisas, nascido da ciência e a tecnologia,
recquiert dos modos de organização cada vez mais complexos.
Resulta que o desvio crescido entre a influência da
sociedade sobre os processos naturais, materiais, e a sua
faculdade de órganizar, gerir-se própria. Certamente a
informática permitiu resolver problemas parciais. Mas a
coordenação cada vez mais exigentes entre todas as
actividades humanas, tendo em conta as estruturações sociais
que geram e consequências que entrainam... estas
coordenações são cada vez mais difíceis e cada vez mais mal
asseguradas. O problema é perceptível aos todos os níveis:
do nível de aldeia, onde intervenções múltiplas e não
coordenadas provocam mais efeitos deploráveis e inesperados
que de mudanças deliberés ao do planeta, ou os feixes da
coordenação, nomeadamente as organizações internacionais
perdem tanto em eficácia que ganham em amplitude. Os
problemas das grandes organizações ele sido muito estudado;
nunca serão resolvidos? Pelo momento, então a ciência e a
tecnologia permitiriam criar para todos os homens das boa’s
condições de existencia, mesmo nos países mais ricos e
independentemente de qualquer exploração deliberada uma
parte da população vive mal, muito mal. Mesmo os
beneficiários de todas as inovações vêem a sua vida pesada
pelo peso mal: distâncias a percorrerem, constrangimentos
administrativos, ambiente desagradável...
G. Nas relações económicas internacionais, mesmos fossas
fazem-se dia. Os países industrializados teriam qualquer
vantagem a ter parceiros económicos cuja prosperidade
acrescimento o poder de compra. Mas as lutas para os
mercados, a continuação de interesses imediatos, fazem que
as suas empresas também bem a sua política obstrui o
desenvolvimento dos seus parceiros, confinando-o em
produções que não entrainam o seu desenvolvimento integral.
Que concluir exemplos acima e todos os que poderia-se
acrescentar para mostrar como o processo de transformação
das estruturas económicas e sociais dos países
industrializados, indirectamente de aqueles que entrainam na
sua órbita:
_ não conduz um desenvolvimento assegurado
_ multiplica as tensões, fossa , para além do nível de
desafios que uma sociedade poder razoáveis aumentar
_ cria encadeamentos complexos de dependência entre os
sistemas instaurados (infra-estruturas físicas, tecnologias,
organização social...) a ponto de sociedade não o pode mais
orientações deliberadamente escolher novas
_ deixa prever que os aspectos negativos da mudança não
chegarão mais a ser assumido, afastados ou depassés, mas
correm o risco de acumular-se e pesar tão pesado que
deverá-se falar de declínio ou pelo menos crise? E qual será
o sentido desta crise?-No. crise conjuntural, nem mesmo uma
crise estrutural como gosta-se definir-o: falta de
ajustamento entre elementos estruturais que chama
transformações, que será elas mesmas fonte de novos
desenvolvimentos. Não. Mas uma crise que os macanismes
internos de depassement das sociedades industrializadas
serão incapazes de vencer.
A ALTERNATIVA
Descrever uma alternativa feliz aos processos que acabam de
ser decrita seria da competência utopica. Não é menos
autorizado interrogar-se se, sobretudo nos países onde a
industrialização ainda não tem instaurado estruturações e
sistemas demasiado complexos, não há meio para intervir
eficazmente para dar um conteúdo diferente à dinâmica do
desenvolvimento. A resposta não saberia ser a priori
positiva. As medidas tomar os seu nem evidentes, nem
simples. Mas aparece no entanto de uma modificação profunda
dos sistemas de tomada de decisão poderia ter consequências
inappreciables. Se o povo pudesse pronunciar-se sobre as
necessidades a satisfazerem antes que deixar a decisão às
empresas em procura de mercado... se os que trabalham podiam
discutir da organização do trabalho antes que seja
abandonada ao poder dos gestores instaurado pelos detentores
do capital... se fosse possível protestar eficazmente contra
as infracções à saúde... Se as actividades culturais, a
divulgação de modelos culturais não forem abandonadas por
iniciativa de empresas geralmente comerciais... Se... Se...
Outro desenvolvimento é possível. Certos países procuraram
seriamente o caminho, por vias diferentes: a China, a
Tanzânia e hoje, o Jamahiriya. Está do sucesso destas
tentativas contestatar, e contestados, que nasse a esperança
de amanhã?
Por Jean-Pierre Gern
Centro de Investigação sobre o desenvolvimento
Divisão económica e social
Universidade de Neuchatel
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