MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS

  O EQUILÍBRIO


 

 

PROBLEMA POLÍTICO
 
 

 

COMO a ORGANIZAÇÃO ACTUAL do PODER de DECISÃO CONDUZIDO A a CRISE MUNDIAL
O EQUILÍBRIO das ESTRUTURAS SOCIAIS E a CRISE


Diversas ciências estudam cada uma um aspecto da realidade social.
Toda utilizam o termo de crise para desenhista uma ruptura no funcionamento regular das instituições ou as actividades sociais, dysfonction, um desequilíbrio, uma aposta em questão do sistema social sob um dos seus aspectos, uma incapacidade das estruturas sociais tem adaptar-se perante um desafio que põe em causa o seu funcionamento.

Quando os economistas falam de crise, pensam primeiramente um encadeamento de desequilíbrios principais nos mercados, desequilíbrios que chegam a resolver-se apenas quando as estruturas do aparelho produtivo alteraram-se (por investimentos...) de tal maneira que o aparelho possa novo à funcionar como previamente. Por outras palavras, há como um fenómeno de desequilíbrios quantitativos entre fluxos e existências aos quais uma mudança das proporções permite pôr termo. E as teorias das crises prevêem geralmente como a presença - mesmo dos desequilíbrios chama as modificações necessárias. Certamente ao conceito de crise estrutural, definido mais bem, que implica mais o modelo de organização da produção, o trabalho, o consumo... Tal crise chama uma adaptação mais profunda das estruturas, a qual é mais lento a realizar-se

mas à este nível como ao precedente, parece-se contar com a presença de mecanismos, de forças latentes que intervêm para assegurar este regresso ao equilíbrio.

Os especialistas de outras disciplinas analisam as crises políticas, as crises da família, ver da civilização.

A soma destas análises sectoriais não nos dá uma imagem completa ou adequada de o que é com efeito o essencial: A interdependência entre os diferentes domínios da actividade social. Se a crise económica fosse apenas económica e não tivesse todas as espécies de prolongamento... mais mesmo, se o crescimento económico pudesse realizar-se sem estar a provocar todas as espécies de dysfonctions, de tensões nos domínios frequentemente afastados bem da economia, então o problema da crise não for muito grave.

Com efeito, a harmonia de um sistema social é feita de relações entre domínios da actividade humana aparentemente afastados um do outro: sistema de produção e estrutura familiar, ensino e organização política... a adequação entre todos os elementos de um sistema social exige um longo tempo de adaptação e é normal que um período de evolução rápido seja marcado por todas as espécies de tensões, que geram elas mesmas das mudanças sucessivas. A crise aparece como uma situação ou as tensões, em vez reabsorver-se no curso dialéctico do desenvolvimento, acumulam-se ao ponto ameaçar-o, inverter o sentido.

O DESENVOLVIMENTO NÃO É GARANTIDO

Se chamamos desenvolvimento uma evolução das estruturas techno - económicos, sociais, políticos, etc., importa tomar consciência que um processo de transformação destas estruturas não conduz necessariamente ao desenvolvimento. Desde mais de trinta anos, ficou tradicional de encarar as transformações da economia e a sociedade numa perspectiva de desenvolvimento.

A medida de alguns parâmetros techno - económicos fazendo fé quanto ao sentido da mudança; também fala de crise apenas desde que estes parâmetros dobram.

É em dois sentidos diferentes que o desenvolvimento não é garantido. Primeiramente, os parâmetros do crescimento (aumento da produção, o rendimento, o comércio...) podem dobrar de maneira definitiva. Certamente 1' história não é terminada e novos desenvolvimentos terão lugar, mas a partir de outras fontes, de outras regiões (a história não falta de exemplos). Secondement, ainda que estes parâmetros mantêm o seu crescimento não é suficientes mais assegurar o bem-estar da sociedade. Este fenómeno falta provavelmente de referências históricas. É novo. Tem ao conteúdo actual do crescimento. Tão muito tempo que este último levava sobretudo comê-lo, boire, a casa e que os limites do ambiente fazia único travar a produção, podia apenas produzir-se. Mas agora que a produção perturba o ambiente, agora que o crescimento leva sobre produções, cujo sentido imediato para a vida dos homens é bem menor, e que, cria necessidades novas alterando as condições de vida... agora corre o risco de produzir-se uma verdadeira fuga adiante, os homens que não chegam a manter as condições de existência único mediante um crescimento contínuo da sua influência sobre a natureza e as suas produções.

Os dois em casos, pode-se concluir que o desenvolvimento inverteu-se, que ficou declínio. Adam Smith, o autor da primeira teoria do desenvolvimento, à menos que desde o 18 século II inspirou todos os economistas passando por Marx e Harrod - Do MAR... ele único empurrou o modelo até à sua fase de declínio, explicou como o crescimento conduzia não somente do stagnaçao(comme retiv-o-er os seus discípulos para um século) mas mesmo ao declínio. Este declínio é inegável? Na Europa, a retoma económica do fim do século XIX após uma longa crise que podia confirmar os temores dos economistas pessimistas, fez de afastar definitivamente esta ideia. E em facto, não há razão de pensar que seja inegável, mas lá tem de bons de pensar que é possível e que pode ou não ocorrer de acordo com a maneira como a sociedade assegura o seu desenvolvimento.

Lógica à elementar do modelo de desenvolvimento: relação dialéctica entre produção e investimento, efeito de um rendimento acrescido sobre a quantidade e a qualidade da mão de obra... acrescenta-se com efeito bem outros fenómenos que, combinados, podem a prazo pôr em causa o desenvolvimento.

O FUNCIONAMENTO DAS SOCIEDADES INDUSTRIAIS


Saber o hábito de chamar << leis da economia >> as regras de funcionamento da nossa sociedade. Esquece-se (ou não se tomou cuidado de informar-se) único das sociedades diferentes viveu-se com regras de funcionamento muito diferentes. A nossa ciência económica que quer-se universal re-interpretar qualquer história humana nestas categorias, abusivamente.

Noutro lugar, as regras de funcionamento das sociedades industriais evoluem; e impõem-se cada vez mais às sociedades com as quais estes últimos são em relação. Estas regras não são impostas por qualquer poder, forjam-se através do funcionamento - mesmo das sociedades industriais. Seria difícil dar uma imagem um tanto exaustiva-que ele seja-nos suficiente que aumente alguns traços salientes, que nos parecem significativos para o nosso propósito.

A concorrência pelos preços é uma característica essencial, ainda que o seu domínio de applicação foi limitado de muitas maneiras. A concorrência pelos preços que foi uma das mudanças institucionais essenciais à passagem da ordem antiga de corporações à idade da indústria gerou a sua própria transformação:

_ conduziu concentração à industrial, o oligopólio ou a luta entre cerca de grandes.
_ fez de saltar os mercados locais em o proveito do degrau nacional, seguidamente este último em proveito de um mercado mundial.

É assim que hoje número limitado de grandes firmas enfrenta-se à escala mundial, um oscillante entre a luta e o cartellisio
. Apreenderam-se dos grandes sectores de actividades, e ao redor de elas gravitam uma multidão de empresas de grande envergadura pequena que servem-o (subcontratação, abastecimento, serviços conjuntos) ou asseguram actividades menos favoráveis à concentração.

A concorrência também gerou a sua própria destruição no sentido onde rivalizar para melhor fazer, à melhor conta que o concorrente, fez lugar à uma panóplia de acções mais detalhada para apreender-se do mercado. A concorrência não assegura mais esta sã emulação melhor a fazer, mas provoca todas as espécies de vãos desenvolvimentos: lutas de bloqueio por patentes, acondicionamento psicológico por publicidade...

A concorrência pelos preços conheceu também outro desenvolvimento para certos produtos: a venda em bolsa. A priori, parecia que a bolsa asseguraria a transparência do mercado e seria um instrumento de equilíbrio das produções e subsídio óptimo dos recursos. Tornou-se rapidamente um lugar de especulação e a fonte de flutuações excessivas dos preços do pedido para os produtores de matérias primas.

A concorrência pelos preços a nível internacional conheceu réemment uma grande amplitude para os produtos manufacturados por toda a parte a parte das exportações por relatório ao mercado internacional aumentou-se e similarmente a das importações. Únicos res - tent algum pouco protegido as actividades que o estado deveu sauvergarder à uma data anterior, como a agricultura na Europa e aquelas cujos produtos não são transportáveis. Para os outros, força é concentrar-se nos seus << centros de excelência >>, sobre alguns produtos, nos quais assim specialisé fortemente e que produz-se de modo que densamente que o concorrente estrangeiro eventual deve fazer lugar. Este fenómeno conduz um retrecissement dos quais de produção locais (cidadãos), uma tendência que, crescimento extremo ao limite, conduziria ao monoexportaçao e monoproducçao. É pouco provável que economias complexas desarticulem estas à não que sejam sobre o caminho. O resultado: uma divisão internacional do trabalho muito acentuada e em cada país, algumas produções dominantes cujo depend todo o resto da economia. Com efeito, o coherente dos circuitos economicos internos, aos interdependancias internos, substituinte de um sistema hierarquisada que compreende produções concurrência na escala internacional e actividades locais dependendo dos fluxos de rendimento gerados pelas estreias.

As consequências do carácter cada vez mais geral e violento da concorrência não apparacia porque, desde décadas já posta em questão de largos sectores da actividade nacional por concorrência, suscitaram um renascimento da intervenção estatal. De tal espécie que é para uma estranha combinação de dois que encaminha-se évoluçao actual das estruturas. O Estado não fez simplesmente de reviver antigo mercantilisme. ele tornou-se um parceiro importante da actividade económica:

_ fornecendo a infra-estrutura cada vez mais complexa requerida pela indústria moderno.

_ assumindo as repercussões, as consequências nefastes das novas formas da tecnologia e a indústria: tratamento dos desperdícios, depuração, de saude físicas e mentais, serviços sociais, redistribuição de rendimentos marginalizados do sistema económico, tomado em carga as das produções que têm-se tornado não rentável e das empresas faltosas, protecção, subvencionamento de largos sectores de actividade, fixação administrativa de uma boa parte dos preços ou as suas componente.

Nos países industrializados, a intervenção do Estado ocorre essencialmente para resolver dificuldades (excepto a sua participação na investigação). Nos países de investidor, de inovador do Estado é muito mais importante. A relação Estado- Sector privado é naturalmente bastante diferente no um e o outra caso, mas o papel há igualmente que importa não somente como árbitro social(détenteur do poder político) mas como agente económico.

Neste contexto, a situação feita ao homem é bem diferente que era previamente. Independentemente do efeito das hierarquias sociais, sujeito um conjunto das escolhas, que determinam o seu modo de vida, a natureza das suas actividades e os lazeres, as suas relações com outro, mesmo com si, com a natureza. É cada vez mais o produto de um sistema económico cuja evolução escapa-lhe e assusta-o, e cada vez menos ser responsável por sua própria evolução. Deve dizer-se que esta responsabilidade, esta liberdade foram-lhe deleitadas cerca de por potente que gasta à sua vontade? Quem seria o que teria assim o poder de decider da evolução social? Se este poder é um tanto difuso, em quais condições e sob quais constrangimentos são exercido? É realmente, no seu conteúdo, liberdade decidir da evolução social?

OU E COMO SÃO TOMADAS AS DECISÕES SIGNIFICATIVAS?

A evolução tecnológica e a organização socioeconómica estão conjuntamente muito déteminantes. Que resultent? A tecnologia nova não cai do céu; é o fruto de trabalhos de investigação consideráveis. Estes trabalhos são os factos dos empresas(sobre tudo as grandes) e os Estados. Seria instructivo de estudar as consideraçoes de todas as decisões tomadas quanto à orientação da pesquisa. As empresas integra a investigação às suas actividades regular ; tornou-se um elemento indispensável, deve assegurar a competitividade próxima vir da empresa. São encurralada dever realizar lucros constantes de produtividade e a abertura de novos mercados que as empresas trabalham desenvolver os seus produtos e os seus métodos. Preocupar-se da evolução social gerada pela investigação pouco não intervir para elas único:

_ como um luxo ocasional para tratar da sua imagem de marca

_ como um constrangimento eventual, se é previsível que as organizações de consumidores, os Estados ou algum outro parceiro social tentarão impôr normes-(qualidade, fiabilidade, não poluição...)

As estratégias de empresas são efectuadas hoje num contexto de confrotation e de incertitude, que mesmo cartellisation não pode afastar. Os imperativos internos o emportent por conseguinte ainda mais.

Quanto às investigações financiadas pelos Estados, têm diversos objectivos: estratégia militar, reforço da economia nacional por descobertas ou invenções úteis à indústria ou a agricultura, prestígio político... e por último desenvolvimento dos conhecimentos científicos. Quais as imperativos, à quais fins respondem este último? Não se saberia a declaração em duas palavras. Às tradições das universidades e centros de investigação juntam-se das considerações mais utilitárias. Mas o uma ou os outros é pensados em função da evolução social? Ou precédent de uma espécie de dinâmica internos das actividades de investigações elas? O corte entre os lugares onde se trez bolsos das preocupações de futuro e os interesses specialisada em tal investigação não prevêem demasiado favoravelmente a resposta da pergunta.

Devemos concluir que as somas consideráveis e os esforços não menores consagrados hoje à investigação vão certamente resolver problemas de futuro, como abastecimento energético; mas a resolução destes problemas, se importante que sejam, não significa tanto quanto nosso sociedade prepara-se um futuro viável e desejável no plano tecnológico.

Quanto organização à socioeconómica, evolui rapidamente e escapa cada vez mais à vontade política dos povos. Com efeito, as empresas que tomaram o seu desenvolvimento do quadro nacional que era o deles, podem subtrair-se cada vez mais ao qualquer sistema legislativo retirando-se ou ameaçando fazê-lo. E não são os países do Terceiro mundo que farão a experiência. Os esforços realizados nos instences políticos nacionais e internacionais para represar a evolução das estruturas socioeconómicas dominantes revelam o acuidado do problema.

A evolução das estruturas socioeconómicas que resulte principalmente das decisões das empresas responde aos mesmos motivos e necessidade que a da tecnologia. É para sobreviver ou assegurar o seu futuro que as empresas reestruturam-se, funde, altera o seu campo de actividade, os seus implataçaos. São empurrada pela mesma preocupação, que reoganise o trabalho, ficam mais vinculativo... E é em função de problémes particulares que o poder político tenta reagir, não deseja do amenagement estruturas socioeconómicas de futuro, cuja concepção escapa-lhe.


FOSSA EMERGEM

O desenvolvimento das estruturas technoe socioeconómicas não procede de maneira contínuo, nem deliberada. É o desequilíbrio, a tensão, criados por uma mudança que suscitam outro. É través tais encadeamentos que nasceu sociedade a industrial, que desenvolve-se e difunde-se través o mundo. Estas tensões e desequilíbrios foram às vezes dolorosos e longos a reabsorver. Porque duvidar que esta progressão não encontre o seu caminho través as crises vir como encontrou-o través as do passado? Os optimistas esperam-o, os pessimistas têm anúncio desde o início da industrialização a estagnação secular, seguidamente todas as espécies de catástrofes.

Que seja-nos suficiente que descubra como o funcionamento do sistema de tomada de decisão sociedade do industriais(occidentales menos) conduz a uma pseudoresorpçao das tensões, à soluções insatisfatórias dos desequilíbrios, tanto como ao fim o defi dos problemas insolvidos e acumulados o risco de tornar-se impossível aumentar. Fazer a volta seria longo; alguns exemplos serão suficientes ilustrar o mecanismo:

A. O crescimento da capacidade produtiva do trabalho permitiria amenager diferentemente da vida de tal maneira que a economia não deixe de ser dominante, nem o trabalho vinculativo. Mas, devido às regras do jogo económico, as empresas, para sobreviver, procuram manter e alargar o seu mercado introduzindo novos produtos e procuram manter a sua competitividade obtendo o máximo de produção do mínimo de assalariados, consequência, o aumento da produtividade do trabalho conduzido à marginalização e no desemprego por um lado crescentes da população, tandisque os que produzem são obrigadas à exigências cada vez mais grandes. A queda de rendimentos dos marginalizados torna o mais difícil escoamento da produção e indirectamente obera o custo (reforma antecipada, indemnizações de desemprego...). os elementos de solução que a legislação poderia trazer ao problema é comprometida pela concorrência internatonal sob todas as suas formas (comércio dos produtos, deslocação dos lugares de produção...).

B. A industrialização da agricultura e as outras produções conduz todas as à espécies de ruptura dos ciclos naturais, aos desperdícios, à poluição e a deterioração ou rarèté dos factores naturais de produção. Esta ameaça tem reacçoes limitados, perante problemas específicos, não à uma investigação de equilíbrio global, de simbiose válida. A multiplicidade dos centros de decisão implicados, a sua fraca margem de operação e os seus objectivos específicos são tanto obstáculos à uma acção concertada e eficaz. As investigações necessárias considerável, a concertação necessária é à grande escala. Falta de tal concertação, o longo termo seja sacrificado curto ao termo, mais profunda e mais subtil nos ciclos naturais (engenharia genética ao lugar dos produtos químicos...). os estragos são menos imediatos, mas os riscos desta fuga antes são menos em de menos domável. Rarètés, o mesma percebidos muito tempo de antemão provocam apenas reacções tardias e as soluções de substituição correm o risco de conduzir à mais graves impasses.

C. As tecnologias de produção e de consumo comprommette seriamente a saúde física e mental dos homens. A medicina multiplica os meios para remediar. Em vez agir eficazmente sobre as causas de deterioração da saúde, da sociedade desenvolve-o dos remédios às doenças e acidentes. Porque? Devido ao repartiçao dos poderes de decisão, nunca o custo da prevenção não é comparado utilmente ao das medidas de reparaçao e o prejuízo sofrido pelo homem. A consciência do problema existe; o Estado toma medidas regulamentares, correctivos; mas as estruturas socioeconómicas não permitem de comparar o lucro de produtividade devido a um ritmo de trabalho mais intenso (ou à utilização dos produtos mais tóxicos) e a deterioração da saúde humana, a fim de escolher deliberadamente a via mais oportuna.

D. O desenvolvimento das produções serve para satisfazer mais completamente as necessidades do homem. Seria verdadeiro que mais produz-se mais o homem é-se satisfeito? Porque não? A ilusão vem pelo facto o homem um não é dado, que as suas necessidades não são determinadas adiantamento. O évoluton do ambiente, as condições de trabalho, de vida... altera as necessidades do homem. É o homem das cidades que tem necessidade de evasão, de espaço, de sol. É o homem cansado por um trabalho sem significado que tem necessidade de distracção fácil, etc.. Há lá um círculo vicioso. Para redefinir o desenvolvimento diferentemente que pela acumulação de produções, que esticam de diminuir os prejuízos um dos outro, o Escritório Internacional do trabalho propôr o conceito de satisfação das necessidades essenciais. À esta fuga adiante - onde o rico consome por prestígio e o mais pobre para imitar-o! - Opõe a investigação de o que é necessário para viver. A partir lá pode-se tentar determinar o que ameliore a existência socialmente; e encontraria-se efectivamente outra coisa que o que é entusiasmo produzir-se. E não é vontade de sair no saco: é a orientação da pesquiza (e o peso da investigação acumulado), as determinantes das produções, as infra-estruturas físicas e sociais (qui são cada vez mais pesadas), a organização das sociedades e as actividades... que são em causa.

E. O homem exercendo o seu poder sobre as coisas não exerce o seu poder sobre ele mesmo? Não é imutável e por do crecimento das produções, provoca a mudança do seu ser. A procura dos mercados leva os produtores a oferecer sobretudo o que torna a vida fácil. A perda natural da facilidade implica mais levamente o adheçao do acquador qe o gosto de ultrapassar. Que as tarefas penosas sejam as suas progressivamente faculdades. Por outro lado, a educação das crianças, que para cada geração é o principal desafio ao qual tenha a responder, faz-se em condições cada vez mais deploráveis. A passagem à indústria fez que a família não é mais unidade de produção, lugar principal da vida. O trabalho, a escola, dispersaram-o; as actividades compensatoria (evasao de todas as espécies) activam o processo: os pais não são mais lá para as crianças, transmitem-lhes cada vez menos, a cultura profunda perde-se; não aquelas dos grandes espectáculos, mas a quanto mais essencial da vida diária. E mais o homem é empobrecido no seu ser, mais é proletarisàvel.

F. O último que mencionaremos círculos viciosos que se faz dia na evolução das estruturas, é o facto de o crescimento do poder sobre as coisas, nascido da ciência e a tecnologia, recquiert dos modos de organização cada vez mais complexos. Resulta que o desvio crescido entre a influência da sociedade sobre os processos naturais, materiais, e a sua faculdade de órganizar, gerir-se própria. Certamente a informática permitiu resolver problemas parciais. Mas a coordenação cada vez mais exigentes entre todas as actividades humanas, tendo em conta as estruturações sociais que geram e consequências que entrainam... estas coordenações são cada vez mais difíceis e cada vez mais mal asseguradas. O problema é perceptível aos todos os níveis: do nível de aldeia, onde intervenções múltiplas e não coordenadas provocam mais efeitos deploráveis e inesperados que de mudanças deliberés ao do planeta, ou os feixes da coordenação, nomeadamente as organizações internacionais perdem tanto em eficácia que ganham em amplitude. Os problemas das grandes organizações ele sido muito estudado; nunca serão resolvidos? Pelo momento, então a ciência e a tecnologia permitiriam criar para todos os homens das boa’s condições de existencia, mesmo nos países mais ricos e independentemente de qualquer exploração deliberada uma parte da população vive mal, muito mal. Mesmo os beneficiários de todas as inovações vêem a sua vida pesada pelo peso mal: distâncias a percorrerem, constrangimentos administrativos, ambiente desagradável...

G. Nas relações económicas internacionais, mesmos fossas fazem-se dia. Os países industrializados teriam qualquer vantagem a ter parceiros económicos cuja prosperidade acrescimento o poder de compra. Mas as lutas para os mercados, a continuação de interesses imediatos, fazem que as suas empresas também bem a sua política obstrui o desenvolvimento dos seus parceiros, confinando-o em produções que não entrainam o seu desenvolvimento integral.

Que concluir exemplos acima e todos os que poderia-se acrescentar para mostrar como o processo de transformação das estruturas económicas e sociais dos países industrializados, indirectamente de aqueles que entrainam na sua órbita:

_ não conduz um desenvolvimento assegurado

_ multiplica as tensões, fossa , para além do nível de desafios que uma sociedade poder razoáveis aumentar

_ cria encadeamentos complexos de dependência entre os sistemas instaurados (infra-estruturas físicas, tecnologias, organização social...) a ponto de sociedade não o pode mais orientações deliberadamente escolher novas

_ deixa prever que os aspectos negativos da mudança não chegarão mais a ser assumido, afastados ou depassés, mas correm o risco de acumular-se e pesar tão pesado que deverá-se falar de declínio ou pelo menos crise? E qual será o sentido desta crise?-No. crise conjuntural, nem mesmo uma crise estrutural como gosta-se definir-o: falta de ajustamento entre elementos estruturais que chama transformações, que será elas mesmas fonte de novos desenvolvimentos. Não. Mas uma crise que os macanismes internos de depassement das sociedades industrializadas serão incapazes de vencer.

A ALTERNATIVA

Descrever uma alternativa feliz aos processos que acabam de ser decrita seria da competência utopica. Não é menos autorizado interrogar-se se, sobretudo nos países onde a industrialização ainda não tem instaurado estruturações e sistemas demasiado complexos, não há meio para intervir eficazmente para dar um conteúdo diferente à dinâmica do desenvolvimento. A resposta não saberia ser a priori positiva. As medidas tomar os seu nem evidentes, nem simples. Mas aparece no entanto de uma modificação profunda dos sistemas de tomada de decisão poderia ter consequências inappreciables. Se o povo pudesse pronunciar-se sobre as necessidades a satisfazerem antes que deixar a decisão às empresas em procura de mercado... se os que trabalham podiam discutir da organização do trabalho antes que seja abandonada ao poder dos gestores instaurado pelos detentores do capital... se fosse possível protestar eficazmente contra as infracções à saúde... Se as actividades culturais, a divulgação de modelos culturais não forem abandonadas por iniciativa de empresas geralmente comerciais... Se... Se...

Outro desenvolvimento é possível. Certos países procuraram seriamente o caminho, por vias diferentes: a China, a Tanzânia e hoje, o Jamahiriya. Está do sucesso destas tentativas contestatar, e contestados, que nasse a esperança de amanhã?


Por Jean-Pierre Gern

Centro de Investigação sobre o desenvolvimento

Divisão económica e social

Universidade de Neuchatel

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