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Os gritos dos afomados aumenta ligeiramente
por toda a parte sobre a planeta terra organizaram-se numa
grande sinfonia com um ritmo acentuado por notas como: fome,
desemprego, explosão demográfica, recursos limitados,
enfraquecimento do Estado, um conjunto de passagens que dão
à música um tom langoroso e que fizeram-o resentir às
orelhas dos mestres do mundo como um dobre, um discurso
fúnebre ou um liberou que faz frissonar. Esta música fúnebre
perturbou o sono dos mestres do mundo que eram mergulhados
numa grande letargia pelo conforto que procurava-lhes a
política neoliberal, verdadeira bomba de destruição maciça
que destrói tanto as estruturas de produções dos países
pobres da planeta como a espécie humana que depende destas
estruturas.
A devastação e o vandalismo que acompanhou as
manifestações contra a fome fizeram medo não somente aos
empresários, comerciais e possuintes destes países mas
também às instâncias internacionais como: a Organização das
nações unidas (O.N.U), o Fundo Monetário Internacional
(FMI), o Banco Mundial, o Banco Interamericana de
Desenvolvimento (BID) e para além dos consideram como
instrumentos de política ao serviço dos mestres do mundo ou
dos dispositivos de controlo a distância manipulados por
estes para modelar de acordo com os seus interesses as
regras do mercado, pouco importa se devem pôr em perigo
qualquer população, um toda uma povo ou qualquer região. O
mundo está sob a ameaça terrorista e este novo movimento que
se ataca às populações vulneráveis e majoritárias sobre o
planeta, leva o rótulo "a fome".
Se grandes potências como os Estados Unidos,
a França, a Inglaterra podem pagar-se o luxo de gastar mil
milhões para lançar-se em guerras, exactamente para sentar a
sua hegemonia, se os Estados Unidos em especial podem gastar
no processo Iraquiano cerca de 4.5 mil milhões de dólares
por mês e isto desde o início em 2003 que chamam a "guerra
do Iraque", o mundo não se encontra na frente de um problema
moral perante esta situação de fome que destrói ligeiramente
por toda a parte.
Hoje em dia, a política da avestruz não pode
ter porque ninguém não está ao abrigo e a noção de segurança
que consiste a barricar-se de trás elevados murailles de
betão ou cercar-se de guarda do corpo cada vez mais
dispendioso não se opõe mais à fúria affamés que se
comportam kamikaze por quem a vida não tem nenhum sentido e
que apresenta uma indiferença total perante a morte.
É necessário continuar a meter o prego, não
seria necessário outra percepção das regras do mercado com
uma alternativa social que põe ligeiramente mais humanidade
nos relatórios e uma nova abordagem na governança, isto de
maneira a permitir uma melhor distribuição dos rendimentos e
diminuir o fosso entre luxo inconcebível e desperdício de
cotado e pobreza e miséria do outro. A aplicação das
políticas néolibérales não data ontem.
É um longo processo que começou com um
empobrecimento das populações rurais; agricultores e
cultivadores dos países pobres, através da destruição alguns
dos seus activos como os animais que possuiam, por exemplo,
a destruição dos "porcos crioulos" dos camponeses haitianos
durante os anos 70-80. também, a desleal competicão dos
produtos importados já subvencionados nos grandes países e
beneficiando da destruição das pautas aduaneiras não apagou
totalmente esta classe de agricultores e produtores de
produtos agrícolas dos pequenos países que não podiam mais
ter a competicão.
Resulta então désintéressement para a
produção agrícola e estes agricultores vão engrossar a massa
dos desempregados das zonas urbanas. O problema da fome é
uma grande preocupação à escala planetária e resolvê-lo
necessita uma vontade real que deve acompanhar-se de medidas
concretas.
É necessário uma nova visão do mundo, uma
redefinição completa das relações entre o Norte e o Sul, uma
nova política à escala planetária que compromete ricos e
pobres. Tal política não se pode em nenhuma maneira resumir
à concessão de uma ajuda alimentar aos pobres uma medida que
pode ser apenas conjuntural, ela deverá incluir acções
concretas como por exemplo uma nova negociação da dívida dos
países pobres acompanhada da destruição total de certas
dívidas bilaterais.
Tal medida deverá ser seguida a níveis dos
países beneficiários de uma política de austeridade e uma
utilização dos recursos em actividades produtivas.
Na falta de meios que
permitem investir na produção industrial, os países do Sul
deverão concentrar os seus recursos financeiros no sector
agrícola e os serviços que incluem o turismo, factor chave
de reentradas de divisas. É necessário também e aquilo é
talvez supérfluo de notá-lo que, condições adequadas como a
estabilidade política, bom sistema de justiça, segurança
óptima, seja procurado a fim de garantir a confiança e a
tranquilidade para o turista.
Muito em poucos palavras, os
Estados do Sul devem demonstrar imaginação na exploração dos
recursos necessários e os todos os campos possíveis capazes
de permitir a criação de empregos e a produção de bens e de
serviços. Sublinhamos à tinta forte a obrigação para estes
Estados de voltar-se para o Micro Crédito, um meio sobre
criação de empregos, que muito à curto prazo pode servir de
paliativos à incapacidade de abrir rapidamente estaleiros à
elevada intensidade de mãos de obra.
O Micro Crédito é uma possibilidade e uma
passagem obrigada na criação rápida de empregos que
necessidade único certo enquadramento e dos fundos. Nós
outro à ECHO de Haiti, há um acento específico porque é um
dinamismo de criação de pequenas e médias empresas por
conseguinte, criação amarga de bens e de serviços. Para
compreender as possibilidades que oferece o Micro Crédito na
complexidade do mundo do vinte primeiro século, ECHO de
Haiti convidou este sábado 26 de Abril de 2008, o Engenheiro
Jacques Rivkine, Perito que Consulta, Director de Projectos,
Especialistas em Investigações e Desenvolvimento na Turquia,
o Marrocos, a Nigéria, a Bolívia, o Burundi, Madagáscar.
Echo DE Haiti
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