MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

  Novo movimento terrorista à escala mundial.

MCR [27.04.2008 11:02]


Os gritos dos afomados aumenta ligeiramente por toda a parte sobre a planeta terra organizaram-se numa grande sinfonia com um ritmo acentuado por notas como: fome, desemprego, explosão demográfica, recursos limitados, enfraquecimento do Estado, um conjunto de passagens que dão à música um tom langoroso e que fizeram-o resentir às orelhas dos mestres do mundo como um dobre, um discurso fúnebre ou um liberou que faz frissonar. Esta música fúnebre perturbou o sono dos mestres do mundo que eram mergulhados numa grande letargia pelo conforto que procurava-lhes a política neoliberal, verdadeira bomba de destruição maciça que destrói tanto as estruturas de produções dos países pobres da planeta como a espécie humana que depende destas estruturas.

A devastação e o vandalismo que acompanhou as manifestações contra a fome fizeram medo não somente aos empresários, comerciais e possuintes destes países mas também às instâncias internacionais como: a Organização das nações unidas (O.N.U), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial, o Banco Interamericana de Desenvolvimento (BID) e para além dos consideram como instrumentos de política ao serviço dos mestres do mundo ou dos dispositivos de controlo a distância manipulados por estes para modelar de acordo com os seus interesses as regras do mercado, pouco importa se devem pôr em perigo qualquer população, um toda uma povo ou qualquer região. O mundo está sob a ameaça terrorista e este novo movimento que se ataca às populações vulneráveis e majoritárias sobre o planeta, leva o rótulo "a fome".

Se grandes potências como os Estados Unidos, a França, a Inglaterra podem pagar-se o luxo de gastar mil milhões para lançar-se em guerras, exactamente para sentar a sua hegemonia, se os Estados Unidos em especial podem gastar no processo Iraquiano cerca de 4.5 mil milhões de dólares por mês e isto desde o início em 2003 que chamam a "guerra do Iraque", o mundo não se encontra na frente de um problema moral perante esta situação de fome que destrói ligeiramente por toda a parte.

Hoje em dia, a política da avestruz não pode ter porque ninguém não está ao abrigo e a noção de segurança que consiste a barricar-se de trás elevados murailles de betão ou cercar-se de guarda do corpo cada vez mais dispendioso não se opõe mais à fúria affamés que se comportam kamikaze por quem a vida não tem nenhum sentido e que apresenta uma indiferença total perante a morte.

É necessário continuar a meter o prego, não seria necessário outra percepção das regras do mercado com uma alternativa social que põe ligeiramente mais humanidade nos relatórios e uma nova abordagem na governança, isto de maneira a permitir uma melhor distribuição dos rendimentos e diminuir o fosso entre luxo inconcebível e desperdício de cotado e pobreza e miséria do outro. A aplicação das políticas néolibérales não data ontem.

É um longo processo que começou com um empobrecimento das populações rurais; agricultores e cultivadores dos países pobres, através da destruição alguns dos seus activos como os animais que possuiam, por exemplo, a destruição dos "porcos crioulos" dos camponeses haitianos durante os anos 70-80. também, a desleal competicão dos produtos importados já subvencionados nos grandes países e beneficiando da destruição das pautas aduaneiras não apagou totalmente esta classe de agricultores e produtores de produtos agrícolas dos pequenos países que não podiam mais ter a competicão.

Resulta então désintéressement para a produção agrícola e estes agricultores vão engrossar a massa dos desempregados das zonas urbanas. O problema da fome é uma grande preocupação à escala planetária e resolvê-lo necessita uma vontade real que deve acompanhar-se de medidas concretas.

É necessário uma nova visão do mundo, uma redefinição completa das relações entre o Norte e o Sul, uma nova política à escala planetária que compromete ricos e pobres. Tal política não se pode em nenhuma maneira resumir à concessão de uma ajuda alimentar aos pobres uma medida que pode ser apenas conjuntural, ela deverá incluir acções concretas como por exemplo uma nova negociação da dívida dos países pobres acompanhada da destruição total de certas dívidas bilaterais.

Tal medida deverá ser seguida a níveis dos países beneficiários de uma política de austeridade e uma utilização dos recursos em actividades produtivas.

Na falta de meios que permitem investir na produção industrial, os países do Sul deverão concentrar os seus recursos financeiros no sector agrícola e os serviços que incluem o turismo, factor chave de reentradas de divisas. É necessário também e aquilo é talvez supérfluo de notá-lo que, condições adequadas como a estabilidade política, bom sistema de justiça, segurança óptima, seja procurado a fim de garantir a confiança e a tranquilidade para o turista.

 Muito em poucos palavras, os Estados do Sul devem demonstrar imaginação na exploração dos recursos necessários e os todos os campos possíveis capazes de permitir a criação de empregos e a produção de bens e de serviços. Sublinhamos à tinta forte a obrigação para estes Estados de voltar-se para o Micro Crédito, um meio sobre criação de empregos, que muito à curto prazo pode servir de paliativos à incapacidade de abrir rapidamente estaleiros à elevada intensidade de mãos de obra.

 O Micro Crédito é uma possibilidade e uma passagem obrigada na criação rápida de empregos que necessidade único certo enquadramento e dos fundos. Nós outro à ECHO de Haiti, há um acento específico porque é um dinamismo de criação de pequenas e médias empresas por conseguinte, criação amarga de bens e de serviços. Para compreender as possibilidades que oferece o Micro Crédito na complexidade do mundo do vinte primeiro século, ECHO de Haiti convidou este sábado 26 de Abril de 2008, o Engenheiro Jacques Rivkine, Perito que Consulta, Director de Projectos, Especialistas em Investigações e Desenvolvimento na Turquia, o Marrocos, a Nigéria, a Bolívia, o Burundi, Madagáscar.

Echo DE Haiti