MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

A visão do Moammar Qadafi e  O desporto

MCR [13.03.2008]

Equitação e os espectáculos
O desporto pode ser uma actividade privada, como a oração praticada pelo homem, único, na intimidade de uma peça fechada, ou uma actividade pública praticada colectivamente, à crédito a descoberto, como a oração quando pratica-se num lugar de culto colectivo. No primeiro caso, o desporto refere-se exclusivamente ao indivíduo; no segundo, é o negócio de todos: cada um deve devotar-se, em vez confiar alguns o cuidado de fazê-lo ao seu lugar. É insensato que as multidões reunem-se num lugar de culto unicamente para assistir, sem estar a participar, à oração de cerca de um ou alguns.
É taõ insensato como das multidões precipitam-se nas fases ou arenas para assistir à desportos individuais ou de equipa, sem estar a participar. O desporto está como a oração, como o alimento, como a sensação do calor ou o frio. Seria absurdo que uma multidão pressiona-se num restaurante simplesmente para ver uma pessoa ou um grupo tomar uma refeição. Assim como seria absurdo pedir à uma ou várias pessoas que aqueça-se ou que refresquem-se ao nosso lugar.
É igualmente ilógico, que a sociedade, deixar um indivíduo ou uma equipa monopolizar a prática do desporto, enquanto que é o conjunto da colectividade que financia este monopólio.
Do mesmo modo, um povo que pratica a democracia não saberia autorizar um indivíduo ou um grupo, que partiu, classe, seita, tribo ou assembleia, substitui-lo quando trata-se de decidir do seu destino ou de determinar as suas necessidades. O desporto privado refere-se apenas a o que pratica-o eles mesmos e à sua custa. O desporto público é uma necessidade colectiva, e o povo não saberia fazer-se representar outros, nem fisicamente nem democraticamente. Do ponto de vista físico, um representante não pode transmitir à outro os benefícios corporais e morais que retira do desporto.
Do ponto de vista democrático, nenhum indivíduo e nenhuma equipa tem o direito monopoliser ao seu lucro o desporto, o poder, a riqueza ou as armas. No mundo actual, os clubes desportivos são organizações básicas do desporto tradicional. Monopolizam todos os créditos e todas as instalações afectados ao desporto pelo estado. Estas instituições são apenas os instrumentos de um monopólio social, semelhantes aos aparelhos políticos dictatoriais que monopolizam a autoridade, aos aparelhos económicos que monopolizam a riqueza e aos aparelhos militares que monopolizam as armas. Assim como a era das massas tende a quebrar os instrumentos monopolisation do poder, a riqueza e as armas, virá fatalmente destruir este monopólio das actividades sociais que constituem os desportos, as corridas e as outras actividades do mesmo tipo.
As massas que se põem em filas para apoiar um candidato, supostas representar-o, quando trat-se-ar de determinar o seu destino, são dirigidas pela ideia completamente ilusória que o eleito representar-o-á e encarnará, no seu nome, a sua dignidade, a sua soberania e as suas opiniões. Mas estas massas, contadas da sua vontade e a sua dignidade, são reduzidas aos papéis de espectadores, olhando do um de outro realizar que deveriam fazer eles mesmos naturalmente.
O mesmo raciocínio é aplicável às multidões que, por ignorância, se abstêm de praticar o desporto por elas mesmas e para as elas mesmas. São manipuladas por organizações monopolisticos que se unem o abrutir permitindo-lhes, não praticar o desporto, mas apenas rir e aplaudir. Como actividade social, o desporto deve ser com benefício das massas, como o poder, a riqueza e as armas devem ser nas mãos do povo.
O desporto público é destinado à todos. Cada um há direito para permanecer em boa saúde e divertir-se. É completamente absurdo abandonar-o e reservar os seus benefícios à certos indivíduos e certos grupos que fazem um monopólio, emquanto que as massas fornecem as instalações e financiam a organização dos desportos públicos.
Os milhares de pessoas que entassent nas fases para olhar, aplaudir e rir são imbeceis que se privam de praticar eles mesmos estas actividades. Detectado-se sobre os degraus de bancada, como em letargia, aplaudindo estes heróis que contam-o de qualquer iniciativa, que dominam o terreno, manipulam o desporto, e desviam ao seu lucro as instalações postas à sua disposição pelas massas. Obviamente, as tribunas públicas são destinadas de ter as massas ao desvio dos terrenos de jogos, suas proibir o acesso.
Quando as massas compreenderem que o desporto é uma actividade pública à qual é necessário participar e não assistir, invadirão os terrenos e as fases para liberar-o haver os desportos. Se permanecesse, como espectadores, apenas uma minoria indolente, aquilo valeria melhor muito. as tribunas desaparecerão quando não tiver mais ninguém para ocupar-o.
Os que são incapazes de demonstrar héroïsme na vida, que ignoram os acontecimentos da história, que não chegam a imaginar o futuro, constituem este público de marginais que preenchem as tribunas para aprender haver o espectáculo da vida, como alunos que preenchem as classes porque são não somente incultos mas mesmo iletrados à partida. Os que dão forma eles mesmos à vida não têm necessidade de imaginar-o através do jogo dos actores de teatro ou de cinema. Do mesmo modo, os verdadeiros cavaleiros que têm firmemente as rédeas não têm mais necessidade de sentar-se nas tribunas dos campos de corrida. Se todos possuem um cavalo, não tem mais ninguém para olhar e para aplaudir. Únicos permanecem como espectadores os que, falta de ser de bons cavaleiros, são incapazes de praticar esta actividade. Assim os povos beduínos, muito sérios e muito trabalhadores, não tomam nenhum interesse ao teatro nem aos espectáculos. Efectuando uma vida muito austère, têm apenas dérision para as falsas aparências.
Do mesmo modo, os Beduíno incomodam-se pouco de ser espectadores, tomam parte aos jogos e réjouissances, porque reconhecem por natureza a necessidade destas actividades e devotam-se. Os desportos de combate, como boxe e a luta, são o sinal que a humanidade ainda não é contada de qualquer brutalidade.
Desaparecerão quando o homem escalar ainda alguns escalões na civilização.
Os sacrifícios humanos e os duelos à pistola foram frequentes à certas épocas da evolução da humanidade. Mas há anos que estas práticas selvagens caíram em desuso. Agora, o homem sorri e lamenta ter-se devotado outrora à tais práticas. Em cerca de dezenas ou cerca de centena de anos, boxe e a luta conhecerão o mesmo destino. E actualmente, são aos homens mais civilisés e mais razoáveis que estão em condições de evitar a prática e o incentivo desta condução selvagem.