MOVIMENTO DOS COMITÊS REVOLUCIONÁRIOS
 
                

   A vitória chinesa para a politica de sabotagen dos Jogos olimpìcos

MCR [14.04.2008 13:06]


Sem rudimentos de conhecimentos históricos, não se compreenderia o tema que abordo.

Na Europa, tinha-se proposto-se falar da China. Ao Outono 1298, Marco Polo contou coisas maravilhosas de um país singular chamado Catay. Christophe Colomb, um navegador inteligente e audacioso, estava a par dos conhecimentos que possuiam os Gregos a respeito rotondité da Terra, e as suas próprias observações faziam-no coincidir com estas teorias. Teve a ideia de atingir o Extremo Oriente navegando para o Oeste desde a Europa. Foi excessivamente optimista nos seus cálculos das distâncias, várias vezes superiores. Sem o saber, este continente pôs-se transversalmente a sua estrada entre o oceano Atlântico e o oceano Pacífico. Magellan, fez-lhe a viagem que tivesse concebido, mas morreu antes de poder reganhar a Europa. Graças ao valor de especiarias que tivesse recolhido, pôde pagar a expedição de vários navios, cujos só um retornou. Era o preâmbulo de futuros lucros colossais. Portanto, o mundo começou a alterar à qualquer andamento.

Vive-se reaparecer de velhas formas de exploração, desde a escravidão até servidão à feudal; velhas ou novas convicções religiosas estenderam-se através do planeta. É deste brassage de culturas e de factos, acompanhado dos progressos da técnica e as descobertas da ciência, que nasceu o mundo actual, que não se saberia compreender sem um mínimo uns antecedentes reais. O comércio internacional, com as suas vantagens e os seus inconvenientes, era imposto pelas potências coloniais como a Espanha, a Inglaterra e das outras nações européias que, mas em especial o segundo, cedo fez de dominar o Sudoeste, o Sul e o Sudeste da Ásia, bem como a Indonésia, a Austrália e a Nova Zelândia, estendendo por toda a parte a sua dominação pela força. Permanecia mais colonisateurs apenas apresentar gigantesco o país chinês, à cultura várias vezes milenário e os recursos naturais e humanos fabulosos.

O comércio directo entre a Europa e a China começou século X, posterior os Portugueses estabeleceram as enclaves comerciais de Goa, na Índia, e de Macau, ao Sul da China. A dominação Philippine pela Espanha facilitou e acelerou as trocas com o grande país asiático. A dinastia Qing, que governava a China, tentou limitar em toda a medida do possível este tipo de operações comerciais com o exterior que lhe não era favorável. Não o permitiu que através do porto de Cantão, hoje Guangzhou. A Grã-Bretanha e a Espanha acusavam gordos défices neste comércio, tendo em conta o fraco pedido do enorme país asiático, porque tanto as mercadorias inglesas fabricadas na metrópole que os produtos espanhóis que provêm do Novo Mundo não lhe era essenciais. Os dois países contudo tinham-no começado a vender do ópio.

O comércio à grande escala deste produto tinha sido dominado à partida pelos Holandeses a partir Jakarta, na Indonésia. Os Ingleses, que tivessem constatado os lucros que trazia - cerca de 400 p. 100 - fez passar as suas vendas de ópio de quinze toneladas em 1730 à setenta e cinco em 1773, o produto embarcado em caixas de setenta quilos cada um, o que permitia-lhes comprar em regresso porcelana, a seda, dos condiments e o chá. Não era o ouro, mas o ópio que servia de moeda à Europa para comprar mercadorias chinesas. À primavera 1838, constatando terríveis as devastações que provocava o comércio do ópio, o imperador Daoguang ordenou à Linho Zexu, um funcionário imperial, que combata esta calamidade. Este último fez por conseguinte destruir vinte mil caixas de ópio e dirigiu uma carta à rainha Victoria para interrogar-lhe respeitar as normas internacionais e proibir o comércio de drogas tóxicas. A resposta britânica foi as Guerras do ópio, conhecidas também como as Guerras anglo-chinoises.

A estreia durou três anos, de 1839 para 1842; o segundo, ao qual juntou-se a França, quatro anos, de 1856 para 1860. O Reino Unido obrigou a China a assinar tratados desiguais pelos quais comprometia-se a abrir vários portos ao comércio externo e entregar-lhe Hong-Kong. Outros países, de acordo com o exemplo inglês, impuseram de termos de troca desiguais. Esta humilhação contribuiu para a rebelião do Taiping (1850-1864), à revolta do Boxers (1899-1901) e finalmente a queda, em 1911, da dinastia Qing que, por diversas razões - designadamente a sua fraqueza perante as potências estrangeiras - se tivesse tornado extremamente impopulaire na China.

Que passava-se do lado do Japão? Este país, à velha cultura e a população muito laboriosa - como outros da região - opunha-se à "civilização ocidental" e tinha-se mantido hermeticamente fechado ao comércio externo durante mais de dois cem anos, entre outros motivos para o caos da sua administração interna. Em 1854, no fim de uma viagem de exploração anterior efectuada por quatro canonnières, commodore Matthew Perry, à cabeça de uma força naval dos Estados Unidos, ameaçou bombardear a população japonesa, sem protecção perante a moderna tecnologia destas construções, e obrigou o shogun a assinar, em nome do imperador, o tratado de Kanagawa, o 31 de Março de 1854. é assim que começou a transplantação no Japão do comércio capitalista e a tecnologia do Ocidente. Os Europeus ignoravam então a capacidade dos Japoneses de esclarecer-se neste domínio.

Após Yankees, chegaram, desde o Extremo Oriente, os representantes do império russo que temia que os Estados Unidos, aos quais vendeu seguidamente o Alasca (18 de Outubro 1867), não toma as dianteiras nas trocas comerciais com o Japão. A Grã-Bretanha e as outras nações colonisatrices européias chegaram rapidamente com o mesmo objectivo. Durante a intervenção dos Estados Unidos no México em 1862, este mesmo Perry ocupou várias partes deste país que perdeu finalmente, no fim da guerra, mais da metade do seu território, precisamente as regiões onde acumulavam-se mais gordas as reservas de petróleo e de gases, ainda que o objectivo principal conquérants não era então os hidrocarbonetos, mas o ouro e territórios onde estender-se.

A primeira guerra sino-japonaise estoirou officielleme nt 1 Agosto de 1894. O Japão desejava apreender-se da Coreia, um Estado tributário da China ao qual era subordinado. Dotado de armamentos e técnicas mais desenvolvidos, venceu as forças chinesas durante as várias batalhas próximas Séoul e Pyongyang, seguidamente de novas vitórias militares abriram-lhe a estrada para o território chinês. Em Novembro de 1894, o Japão apreendeu-se do Port-Arthur, hoje Lüshun. A sua artilharia pesada destruiu a frota do país atacado que foi surpreendida na base naval de Weihaiwei, à embocadura do Yalu, por um ataque terrestre desde a península do Liaodong. A dinastia chinesa dut pedir a paz e assinar em Abril de 1895 o tratado de Shimonoseki, que pôs termo à guerra e pelo qual a China foi obrigada de render ao Japão "perpétuité" Formose, a península do Liaodong e o arquipélago das ilhas Pescadores, pagar-lhe uma indemnização de guerra de dois cem milhões de taëls de dinheiro e abrir quatro portos no estrangeiro. A Rússia, a França e a Alemanha, defendendo os seus interesses, obrigaram o Japão a restituir a península do Liaodong, oneroso troca trinta outros milhões de taëls de dinheiro.

Antes de passar à segunda guerra sino-japonaise, não posso esquecer outro episódio militar à dupla importância histórica entre 1904 e 1905. Uma vez inserido na civilização armada e as guerras para a divisão do mundo impostas pelo Ocidente, o Japão, que já tivesse entregue a sua primeira guerra contra a China, desenvolveu bastante o seu poder naval para golpear um golpe duro ao império russo que falhou provocar prematuramente a revolução prevista por Lénine quando tinha fundado, dez anos frente, o partido que desencadearia atrasado a Revolução de Outubro.

O 10 de Agosto de 1904, sem pré-avisos, o Japão atacou e destruiu a frota russa do Pacífico Shandong. Tsar Nicolas II da Rússia, furieux, ordenou à sua frota do Báltico que mobilize-se e que instale para o Extremo Oriente. Comboios de construções carvoeiros foram comprometidos para conduzir a tempo as cargas das quais tinha necessidade esta frota enquanto navegava para o seu remoto destino. Uma das operações de transbordo de carvão dut fazer-se em elevado mar na sequência de pressões diplomáticas. Entrando no mar do Sul da China, os Russos dirigiram-se para o porto de Vladivostok, o único disponíveis para as suas operações marítimas. Para atingir-o, três estradas apresentavam-se à frota: à de Tsushima, que era a melhor alternativa, porque os dois outros obrigavam-o navegar ao leste do Japão, que agravava os riscos tendo em conta o uso enorme das construções e as tripulações. É exactamente que pensou amiral japonês que, se prepara para esta alternativa, situou os seus navios, para a maior parte dos cruzadores, de modo que fazendo uma curva de U, pudessem défiler à cerca de seis quilómetros das construções russas, para a maior parte das navios de guerra, portanto ao alcance dos seus canhões servidos por um pessoal rigorosamente provocado, tanto quanto a frota russa, na sequência da longa estrada empreendida, não navegado único à oito n?uds contra dezasseis a frota japonesa. Conhece-se esta batalha naval, que se desenrolou a 27 e 28 de Maio de 1905, como a batalha de Tsushima. Onze navios de guerra e oito houve para o império russo; o chefe da frota era amiral Zinovy Rodjestvensky; balanço: 4.380 mortes; 5.917 feridos;

21 construções vazadas, 7 capturados e 6 danificados. Amiral russo foi ferido ao crânio por um fragmento projectile. Quatro navios de guerra e vinte e sete houve para o império japonês; o chefe da frota era amiral Heichachiro o Togo; balanço: 117 mortes; 583 feridos; 3 contratorpedeiros vazados. A frota do Báltico foi destruída. Napoléon ter-o-ia qualificado de Austerlitz marítimo. Pode-se facilmente supôr qual profunda ferida este facto dramático pôde causar ao orgulho e o patriotismo russos. Após esta batalha, o Japão tornou-se uma potência naval temida, à altura da Grã-Bretanha e a Alemanha, e rivalizando com os Estados Unidos. O Japão afirmou os anos seguintes o conceito de navio de guerra como arma principal. Uniu-se a consolidar a frota imperial; encomendou à estaleiros navais britânicos um cruzador especial a fim de reproduzi-lo seguidamente no país, seguidamente fabricou navios de guerra que excederam os seus homólogos em blindagem e poder de fogo. Nos anos 30, nenhuma outra nação não estava mais em condições de fazer concorrência ao génio naval japonês na concepção de construções de guerra. O que explica témérité com as quais o Japão atacou um dia o seu mestre e rival, os EUA, cujo commodore Perry tivesse-lhe mostrado o caminho da guerra. Em 1914, quando estoirou a Primeira guerra mundial, a China une-se aos Aliados.

À maneira de compensação, estes ofereceram tornar-lhe no fim do conflito as concessões alemãs na província Shandong. Mas, uma vez assinado o Tratado Versailles que o presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson, impôs igualmente aos inimigos que aos amigos, as colónias alemãs foi rendido no Japão, um aliado bem mais potente que a China. Na frente de uma tal félonie, milhares de estudantes protestaram sobre o lugar Tienanmen o 4 de Maio de 1919. é lá que começou o primeiro movimento nacionalista a triunfar na China, que tomou o nome do 4-Maio e reune pequeno bourgeoise e burguesia nacionalista, trabalhadores e camponeses.

A corrente nacionalista, que tivesse emergido fina XIXe-début séculos X, consolidou-se com a fundação do Kuomintang, em outros termos o Partido nacional do povo dirigido pelo doutor Sun Yat- Sen, um intelectual e révolutionnaire progressista muito influenciado pela Revolução de Outubro com a qual apertou as suas relações o Partido comunista chinês vive o dia um congresso que se celebrou do 23 de Julho ao 5 de Agosto de 1921 e ao qual Lénine enviou representantes do Internacional. O movimento comunista uniu-se a reunificar a China. Entre os seus fundadores, encontrava-se jovem Mao Zedong.

É em 1923-1924 que constituiu-se o Frente único antiimpérialiste entre o PCC e o Kuomintang. Sun Yat- Sen morrendo em Março de 1925, o seu sucessor Tchiang Kai-chek uniu-se a controlar rigidamente o Sul da China, em especial a região de Shanghai. Tchiang Kai-chek, que sympathisait com a doutrina comunista, lançou em 1927 uma repressão à grande escala contra os comunistas no Exército

nacional revolucionário, dos sindicatos e outros sectores sociais do país, em especial à Shanghai. Restringiu fortemente tão a asa esquerda do Kuomintang. Após ter ocupado Mandchourie durante cinco anos, o Japão criou em 1932 o Estado do Manzhouguo, o que constituiu uma grave ameaça para a China. Contudo, Tchiang Kai-chek organizou cinco campanhas de cerco e de exterminação contra os comunistas, que se fortificaram nas suas bases do Sul do país. Reunindo as que tivessem tido êxito a escapar à traição de Tchiang Kai-chek em 1927, Mao Zedong replia nas montanhas das províncias Jiangsu e o Fujian há sobre um vasto território o centro da sua resistência armada, a partir de um potente núcleo de comunistas consequentes e organizados bem: foi a República soviética chinesa. Fazendo face às forças nacionalistas muito superiores de Tchiang Kai-chek, de cerca de cem mil combatentes chineses conduzidos por Mao empreenderam em 1934 o que foi conhecido como o Longo Degrau para o Noroeste contornando o Centro, ou seja um trajecto de seis mil quilómetros que durou um ano e durante o qual duram constantemente bater-se. Esta proeza inconcebível fez Mao o líder incontestado do Partido e a Revolução na China. A sua aplicação das ideias de Marx e Lénine às circunstâncias políticas, económicas, naturais, geográficas, sociais e culturais da China consagrou-o como um estrategista político e militar de génio e fê-lo imensamente para a liberação de um país do qual nulo não pode subestimar hoje o peso no mundo. A segunda Guerra sino-japonaise estoirou o 7 de Julho de 1937, posterior os Japoneses provocaram intencionalmente o incidente de partida: um soldado japonês que tem desaparecido quando a sua unidade défilait sobre a ponte Marco Polo, que atravessa um rio situado em dezasseis quilómetros ao oeste de Pequim, acusaram o exército chinês que se encontrava sobre a outra margem.

A confrontação que se seguiu durou várias horas. Quase imediatamente, o soldado reapareceu. Apesar da falsidade da acusação, o comandante japonês já tinha dado a ordem de ataque. Demonstrando a sua arrogância usual, Tóquio exigiu condições inaceitáveis para a China seguidamente despachou três divisões equipadas das suas melhores armas. Em algumas semanas, o exército japonês controlou o passo Leste-oeste desde o golfo de Chihli - hoje Bo Hai - até a Pequim. De Pequim, andou sobre Nankin (Nanjing), sede do governo de Tchiang Kai-chek, desencadeando uma das campanhas terroristas mais horríveas das guerras modernas: Nanjing e de outras cidades foram rasées; dezenas de milhares de mulheres foram violadas; centena de milhares de pessoas foram assassinadas brutalmente. O Partido comunista chinês tinha dado a prioridade à luta para a unidade nacional perante o plano do Japão apreender-se deste enorme país e os seus recursos naturais e apresentar mais de cinco cem milhões de Chineses à uma servidão impiedosa. O Japão estava procura de espaço vital.

A sua condução foi uma mistura de capitalismo e de racismo, a versão japonesa do fascismo. O Frente liso antijaponais já era constituído em 1937. Os nacionalistas também eram conscientes do perigo. O Japão ocupou a maior parte das cidades costeiras. No fim da Segunda Guerra mundial, as perdas chinesas calcular-se-iam por milhões. Durante esta guerra épica, os comunistas intensificaram a sua luta contra os invasores, que causa-lhes perdas sensíveis.

Os Estados Unidos ajudaram os comunistas e os nacionalistas. Sobre o ponto de entrar à sua volta em guerra, pediram ao governo chinês a autorização que despache um esquadrão de voluntários. É assim que os Tigres volants transferiram o dia. Roosevelt enviou à sua cabeça o capitão à reforma Claire Lee Chennault, que exprimiu a sua admiração na frente da disciplina, as tácticas e a eficácia dos combatentes comunistas. Os Estados Unidos entraram finalmente em guerra em Dezembro de 1941, após o ataque Pearl Harbor. No entanto, o Japão não pôde deslocar à nenhum momento uma China os seus bandos de elite que se montavam um milhão de soldados em 1945. Tchiang Kai-chek, único a administração Truman - a qual, num acto terreur, utilizou armas atómicas sobre a população civil do Japão - tinha convertido no homem extremamente dos Estados Unidos, retomou a sua guerra civil anticommuniste, mas os seus bandos démoralisées não puderam opôr-se à vaga irrépressible do Exército popular chinês. Quando esta guerra terminou, em Outubro de 1949, os bandos de Tchiang Kai-chek, apoiados pelos Estados Unidos e viajando à bordo da sua Sétimo Frota, fujiram-se à Taiwan onde estabeleceram um governo anticommuniste plenamente apoiado por Washington.

A China seria por conseguinte um "sombrio rebaixo do mundo"? Bem antes que Troie viu o dia e que o Illiade e a Odisseia, das criações indubitavelmente maravilhosas da inteligência humana, não circulam nas cidades-Estado gregas, uma civilização que toca milhões de pessoas desenvolvia-se já sobre vastas as margens do Rio amarelo a cultura chinesa mergulha as suas raizes na dinastia Zhou, que sobe à dois mil anos antes da nossa era. A sua escrita específica baseia-se em vários milhares de sinais gráficos que representam geralmente palavras ou morfemas, um termo da linguística moderna pouco conhecido do público não familiarizado com este tema. Somos longe compreender a magia misteriosa desta língua cuja aprendizagem desenvolve a inteligência natural das crianças chinesas. Numerosos produtos que têm visto o dia na China, como empoa-o, a bússola e outros, eram absolutamente desconhecidos Velho no Mundo. Se os ventos soprassem em sentido oposto da estrada seguida por Colomb, os Chineses teriam podido talvez descobrir a Europa.

 A Taiwan é governada desde 2000 por um partido cuja política néolibérale e proimpérialiste era ainda piores que a política tradicional do Kuomintang, ferozmente oposto ao princípio de só uma China proclamado historicamente pelo Partido comunista. Esta pergunta espinhosa corria o risco de fazer estoirar uma guerra às consequências imprevisíveis, como moderna uma espada Damoclès suspensa sobre a cabeça de plus mais de 1,3 mil milhões de Chineses. A eleição à Taiwan, o 23 de Março passado, do candidato do antigo partido que foi a base política de Tchiang Kai-chek, constituiu indubitavelmente, nos factos, uma vitória política e moral da China, porque há do poder um partido que, que tem governado quase oito anos, estava sobre o ponto de fazer novos passos desastrosos.

De acordo com as informações de agências, a sua derrota foi esmagadora: apenas 4,4 milhões de vozes sobre os 17 milhões de pessoas que têm o direito de voto. O novo presidente tomará possessão o 20 de Maio. "assinar-nos -ão um tratado de paz com a China", declarou. As comunicações anunciam que o "Meu Ying-jeou é partidário da criação de um mercado comum com a China, principal o parceiro comercial da ilha". A República popular da China demonstra dignidade e prudência sobre esta pergunta espinhosa. O porta-voz do Escritório da Taiwan ao Conselho de Estado de Pequim declarou que a vitória o Meu Ying-jeou provava que "a independência não era popular entre os Taiwaneses". Esta mensagem lacónica é eloquente. Obras redigidas por prestigiosos investigadores étasuniens revelaram o que se passou no território chinês do Tibete. Kenneth Conboy descrito na guerra secreta da CIA ao Tibete (Etienne Dubuis editor, 1999) qualquer sórdido da conspiração, William Leary que qualifica esta obra de "estudo excelente e impressionante sobre uma das mais importantes operações secretas da CIA que duram a Guerra fria". Em dois séculos, nenhum país ao mundo reconheceu o Tibete como uma nação independente, qualquer considerando-o como parte integrante da China. Em 1950, após a vitória da Revolução comunista, a Índia qualificava-o assim. A Inglaterra, tão. Os Estados Unidos, até Segunda Guerra à mundial, pensavam similares e exerciam mesmo pressões sobre a Inglaterra neste sentido; após a guerra, há contudo um bastião religioso contra o comunismo.

Quando a República popular da China instaurou a reforma agrária no território tibetano, as elites sociais recusaram que toca-se aos seus bens e interesses, conduziu a um levantamento armado em 1959. de acordo com as investigações supracitadas, esta revolta ao Tibete foi preparadas durante anos pelos serviços secretos étasuniens, ao contrário das operações preparadas contra o Guatemala, a Cuba e outros países onde agiram em qualquer HASTE. Outra obra - com efeito, uma apologia da CIA - guerriers de Buda, Mikel Dunham (Actos Do sul, 2007), conta como esta fez vir das centena de Tibetano nos EUA para ensinar-lhes maniement das armas, conduziu a rebelião, equipou-o, ele parachuta dos armamentos, enquanto insurgés deslocavam-se em cavalo, à maneira guérilleros árabes. Prologue da obra foi redigido dalaï- lama em pessoa, que afirma: "Embora profundamente convencido que a luta dos Tibetano poderá vencer apenas de acordo com uma abordagem a longo prazo que utiliza meios pacíficos, sempre admire estes combatentes da liberdade para a sua coragem e a sua determinação inébranlables." dalaï- lama, decorado da Medalha de ouro do Congresso dos EUA, alugou Bush para os seus esforços em prol da liberdade, da democracia e os direitos do homem. Além disso qualificou a guerra no Afeganistão "liberação", a da Coreia "de quaseliberação" e a do Vietname de "malogro".

Resumi dados tirados de Internet, em especial do sítio Rebelião. Falta de espaço e de tempos, não mencionei as páginas de cada obra onde aparecem textualmente as citações que emprestei-lhes. Existe um mal chamado sinophobie, bastante generalizado nos meios ocidentais accoutumés devido à sua educação e as suas culturas diferentes a desprezar qualquer o que vem da China. Era ainda uma criança que falava-se já do "perigo amarelo". A Revolução chinesa parecia então impossível. Com efeito, as causas profundas do sinophobie são o racismo. Porque impérialisme se rubrica por conseguinte tanto pregar a China, directa ou indirectamente, pilori internacional. Outrora, quero dizer aí está cinquenta anos, foi para recusar-lhe os seus direitos, heroicamente ganhas, de membro permanente do Conselho de segurança; seguidamente, foi para os erros que conduziram aos protestos de Tienanmen onde desafiava-se a Estátua da liberdade, símbolo de um Império que é mesmo hoje a recusa de todas as liberdades. A legislação da República popular da China uniu-se a proclamar e defender o respeito dos direitos e a cultura de cinquenta e cinco minorias étnicas. A República popular da China é além disso extremamente sensível à qualquer o que toca à integridade do seu território. A campanha organizada contra a China está como uma chamada ao limpado para desacreditar de adiantamento o sucesso do país e o seu povo como organizadores dos próximos Jogos olímpicos. O governo cubano emitiu uma declaração de apoio categórica à China em frente da campanha organizada contra ela a respeito do Tibete. Posição correcta.

A China respeita o direito dos cidadãos a crer ou a não crer. Conta muçulmanos, cristãos, católicos ou não, e fiel de outras religiões, e dezenas de minorias étnicas cujos direitos são protegidos pela Constituição.

A religião não é um obstáculo à entrada no nosso Partido comunista.

Respeito o direito  do dalaï- lama a crer, mas não sou obrigada a crer nele.

Tenho muita razão de crer à vitória chinesa.

Fidel Castro Ruz
Le 31 mars 2008
17 h 15

Source: www.granma.cu